segunda-feira, 1 de abril de 2013

Capitulo 32

(Observação da autora no dia 18/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror III". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Passou uma semana e a Juliana não tinha aparecido na escola e não dava notícias. Os pais recebiam-na em casa e pensavam que estava tudo bem... mas não. O Ricardo prendia-a durante o dia numa barraca.
Num dia, ela conseguiu ter coragem para falar com ele.
 Porque é que fazes isto?
 Tu tiraste-me tudo, és a pessoa que me tirou a vida. Agora fui expulso do grupo e a culpa foi totalmente tua.
 Tu não és capaz de me matar.
 Sim porque eu não matei ninguém.
 O quê?
 É isso mesmo que ouviste.
 E a professora de E.F?
 Ela já estava morta quando eu apareci, eu só trazia uma faca comigo e inventei isso para pensares que eu sou o melhor. E quanto ao professor de Geografia, eu não o droguei. Alguém o drogou e não fui eu.
A Juliana olhava horrorizada para ele.
 Como é que foste capaz?
 Desculpa se eu não sou o melhor, mas foste tu que acabaste com a minha vida sem saberes.
 Desculpa e obrigada. – Disse ela, a sorrir para ele.
 Sim, sim. Agora vai-te embora. – Disse ele, zangado.
 Estás a libertar-me?
 Sim, vai.
Ela sorriu para ele e de seguida saiu da barraca.

***

Não muito longe dali, três raparigas falavam.
 Vocês fazem isto o mais rápido que puderem.
 Mas porquê as duas?
 Porque assim não tenho ninguém no meu caminho. Agora façam o que eu digo.
Elas acenaram com a cabeça.


Fim do Capítulo 32.

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