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segunda-feira, 16 de março de 2020

A Escola do Terror I (Versão blogue)

Olá, Pessoal!
Durante o ano passado estive a alterar alguns posts antigos do blogue. alguns erros ortográficos, coisas que me passaram na época foram alteradas. No entanto, o enredo eu não modifiquei.
Era para postar isto apenas em Maio, porém com o Coronavírus decidi antecipar o post.

Deixo-vos, então, aqui os links do antigo projeto "A Escola do Terror" escrito em 2009 para que todos voltem a ler.

P.S - Aviso que é a versão blogue.

Capa de A Escola do Terror I

A Escola Do Terror I - Parte 1 (Escrito em 2009) (Lançado em livro em 2015 com alterações)
Sinopse: Uma escola. Vários alunos. Uma turma. Angelina acaba de chegar à escola sem saber o que a espera. Não era do nada que a escola chamava-se do Terror. Rapidamente ela descobre que está no meio de uma turma com pessoas estranhas. Grupos criados para se defenderem da injustiça escolar. Todos os membros do grupo querem vencer, mas a derrota faz-se romper entre todos. Alguém conseguiria viver numa escola assim? Provavelmente, a Angelina conseguiu.
Género: Romance e Mistério.

Capítulos: (Apenas para o blogue)

Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 10
Capítulo 11
Capítulo 12
Capítulo 13 (Parte 1)
Capítulo 13 (Parte 2)
Capítulo 14
Capítulo 15
Capítulo 16
Capítulo 17
Capítulo 18
Capítulo 19
Capítulo 20
Capítulo 21
Capítulo 22 (Parte 1)
Capítulo 22 (Parte 2)
Capítulo 23
Capítulo 24
Capítulo 25
Capítulo 26
Capítulos 27 e 28
Capítulo 29
Capítulo 30
Capítulo 31
Capítulo 32
Capítulo 33
Capítulo 34
Capítulo 35
Capítulo 36
Capítulo 37
Capítulo 38
Capítulo 39
Capítulo 40 [Último]


Personagens:
Personagens.


Boa leitura! (novamente, para alguns).

sábado, 10 de setembro de 2011

Capitulo 40 (Último capitulo da primeira parte)

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


O novo período e o novo ano chegou. Vimos que durante o ano de 2009, os alunos estavam todos "anormais". A Carolina e o Bernardo andavam numa relação on-off. A Diana não deixava que o Bernardo não cumprisse as regras do grupo dos assassinos. A professora de Matemática, Susana, foi morta pelo Gonçalo. A professora de F.Q, Gabriela, foi morta, mas ainda não se soube quem foi o autor. O Ricardo, ao pensar no seu 1º lugar de chefe, disse ao seu grupo que ele é que tinha matado a professora, mas era mentira. A Inês e o Diogo ficaram amigos. O Miguel aos poucos, juntou-se à Carolina. A professora Maria João de E.V morreu graças ao Bernardo, mas será que foi verdade o que ele disse à Diana? A Mafalda e o irmão do Luís trocavam olhares. A Diana discutia com a Márcia. A Inês discutia com o irmão do Tiago. O José e a Sofia estavam juntos. O Bernardo, a Diana e a Carolina foram apanhados pelo Gonçalo e pela Mafalda no parque. A Alexandra foi raptada pelo Bernardo e pela Diana e o Francisco "resgatou-a". A Sofia tentou saber as regras do grupo dos assassinos e, no final, a Carolina faz o pior erro da sua vida: namora com o Miguel e com o Bernardo. O Bernardo envolve-se com a Angelina na passagem do ano e a Diana descobre.
O que acontecerá a seguir?


Fim do Capítulo 40 (último da primeira parte - Versão blogue).


Agradecimentos:

Primeiro aos meus pais, porque foram eles que me incentivaram a isto;

Segundo aos meus seguidores que já comentaram alguma vez:
Pedro Magalhães - Já não tens comentado, mas as tuas ideias eram fixes.
Elifcr - A miúda que tinha um blog sobre uma história que se chamava "A Chave Verde".
GB - A rapariga que tinha um blog de vampiros que, infelizmente, já não está disponível. Adorava o blog. Obrigada!
Juliana Dindarova - Obrigada por andares curiosa. Comentaste duas vezes!
Cathie - Obrigada por comentar! Pode ter pouco tempo para comentar, mas está sempre lá. Obrigada, amiga! Bisous :)
Belive In The Storm - Obrigada por comentar! Agora pode não comentar, mas sei que estará a ler :)
Flufy - Obrigada por ter comentado!
Rose-B - Obrigado por teres comentado!
Hellena - Obrigada por seguir! Espero que leia também essa segunda parte da história.
Ana Flávia - Obrigada por seguir! Espero que também leia essa segunda parte da história.
Ricardo - Obrigado por andares a falar para mim o que vai acontecer, mas não comentares nada. Mas enfim... obrigado, amigo!
Rui - O único que acerta quase as respostas (um aparte). Obrigado!

Aos outros seguidores:
Margarida, Bruh_SM, Paloma Narciso, Aline Ortiz, MKS (sei que andas a ler ainda a outra), Yaya Jonas Lovato, Susy, Glorinha Atanaskovitch, Niley, Caroline Cortez, Joe e, João Victor e Marie Lovato.

Obrigado aos meus comentadores:
Afonso - Sempre o primeiro a comentar;
Helena - A "séria". Sempre desejas matar outra gente!
Anónimos - Obrigado por estarem a comentar.
Patrícia;
Cátia e Sara;
Nuno;
Luis e Tiago;
Felipe;
Natasha, Dimitry, Gustavo;
Sónia e Tomás.

Obrigado a todos!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Capitulo 39 (Penúltimo capitulo da primeira parte)

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


O Bernardo e a Angelina fecham a porta à chave, mas a Diana olha pelo buraco da fechadura. Pronto, estava feita a condição do Bernardo, mas a Diana não estava "programada" para estar lá.
A noite do dia 31 de Dezembro foi especial para o Bernardo e para a Angelina. A Diana ria-se com a situação e pensava: "A coitada da Carolina se souber disto vai matar o Bernardo".
Enfim, a noite deles foi muito animada, já a noite do resto do grupo foi passada a dormir prestes a terem no dia seguinte uma ressaca.


***

No dia seguinte, quando acenderam a televisão da casa do Bernardo, foram "invadidos" com uma notícia: o professor de Geografia, António, morreu no dia 31 de Dezembro (ontem) às 23:59. A Juliana não queria acreditar quando depois da notícia e depois de o grupo que não pertencia aos assassinos saírem de casa do Bernardo ouviu o Ricardo dizer que tinha sido ele a matar o professor. A Juliana quis explicações e o Ricardo disse que estava a drogar o professor. Todos, excepto a Juliana, olharam para o Ricardo, espantados. Como é que ele era capaz de drogar professores? Era difícil, principalmente se fossem professores novos (de idade) como era o professor de Geografia.

Lá começaram a acreditar no Ricardo e começaram a pensar se não seria ele o novo chefe do grupo dos rapazes.


Fim do Capítulo 39.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Capítulo 38

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


O dia 31 de Dezembro chegou depressa e às 20:00, como estava combinado, todos se encontravam (excepto a Carolina) na casa do Bernardo. Depois de jantarem, começaram a pegar nos copos e a beber (bebidas alcoólicas). A Angelina e o Bernardo estavam a tentar cumprir o acordo. A Angelina beijou o Francisco, o José, o Diogo, o Tiago e o irmão. Não chegou a beijar o Gonçalo, nem o Ricardo, nem o Miguel. O Bernardo beijou a Mafalda, a Márcia, a Juliana, a Cristiana, a Mariana, a Inês, a Sofia e a Alexandra. Não chegou a beijar a Diana e a Patrícia (a Elisa e a Bruna não estavam na festa). Quem tinha ganho era o Bernardo e, no meio da festa, ele foi falar com a Angelina.
 Então? Vamos acabar com isto e dizer que quem ganhou fui eu?
 Claro que não. 
 Disse a Angelina, não se querendo render.
 Está bem.
Ficaram um pouco calados, mas a Angelina encerrou o silêncio.
 Está bem, vamos acabar com isto, tu ganhaste. O que é que queres?
– Passar a noite contigo.
A Angelina olhou para ele, zangada. O Bernardo sorriu.
 Depois já não te chateio mais.
A Angelina deixou de olhar para ele e começou a pensar.
 Está bem. 
 Disse ela, por fim.
 Quando forem 23:30 vai ao meu quarto, está bem?
A Angelina fez um sim com a cabeça e, de seguida, foi ter com os amigos, deixando o Bernardo para trás.


***

Passaram três horas. Eram 23:00, já todos estavam bêbados. A Inês estava com o Diogo, a Mafalda com o irmão do Tiago, o Ricardo estava com a Juliana, o Gonçalo estava com a Patrícia, o Miguel estava com a Diana, a Sofia estava com o José, a Alexandra com o Francisco, o Tiago estava com a Cristiana, a Mariana estava com o Bernardo e a Angelina estava com o Luís. A Angelina e o Bernardo foram para o quarto do Bernardo sem que os outros percebessem, mas a Diana (que ainda não estava muito bêbada) percebeu e foi atrás deles.


Fim do Capítulo 38.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Capítulo 37

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).



A Mafalda foi para a sala e viu que eles já estavam todos levantados com as mãos na cabeça. A Patrícia foi fazer o pequeno almoço, pois eles não conseguiam sequer se mexer sem terem de meter as mãos na cabeça.
Quando tomaram o pequeno almoço, abriram as prendas e, de seguida, saíram da casa da Mafalda e da Patrícia e a Mafalda teve de arrumar toda a bagunceira que estava na sala. Por sorte, os pais não chegaram a ver a desgraça.
O Bernardo que já estava um pouco mais lúcido, foi a casa da Carolina. Bateu à porta e a Carolina foi abrir.
 Olá! 
 Exclamou a Carolina.
 Olá!
 Entra. 
 Pediu a Carolina.
 Obrigado.
O Bernardo entrou dentro de casa.
 Os teus pais estão? 
 Perguntou ele.
 Não. Fica descansado.
 Podemos conversar? 
 Perguntou ele.
 Sim, claro.
A Carolina fechou a porta e foram os dois para a sala.

 Queres falar do quê?
– Do dia 31 de Dezembro.
Eles foram se sentar no sofá.
 Queres passar a noite comigo? 
 Perguntou a Carolina.
 É mais o contrário.
 O quê? 
Não estou a perceber. - Perguntou a Carolina.
 Vou fazer uma festa no dia 31. Vou convidar o José, a Diana, as tuas amigas, mas não te posso convidar a ti.
– Porquê?
 Porque... 
 Estava a pensar numa mentira para lhe dizer  ... porque vou fazer-te uma surpresa.
A cara da Carolina iluminou-se.
 A sério?
O Bernardo afirmou com a cabeça.
 Então está bem. Eu não vou à tua festa.
 Bem, era isso que eu queria dizer. Tenho de ir.
 Está bem.
O Bernardo e a Carolina foram para a porta.
 Até logo.
 Até logo.
O Bernardo foi-se embora e a Carolina ficou a pensar.



Fim do Capítulo 37.

sábado, 20 de agosto de 2011

Capitulo 36

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


No dia 26 de Dezembro, às 11:30, na casa da Mafalda, ela estava a despertar. Estava com uma ressaca. Assim que viu as horas, assustou-se. Os pais chegariam às 12:00 e a casa estava numa bagunceira.
Acordou os outros, excepto o Luís, que já estava acordado. Depois de os ter acordado, foi à procura do Luís. Quando abriu a porta do quarto da irmã Patrícia, viu os dois (Patrícia e o Luís) a conversarem. Ficou irritada.
 O que se está a passar aqui? 
– Perguntou ela, a falar alto, mas depois pôs a mão na cabeça, com dor, pois lembrou-se que tinha estado a beber.
 Estamos a falar. – Respondeu o Luís, depois saindo para fora do quarto.
 Não penses... – Pôs a mão na cabeça outra vez e continuou a falar mais baixo – ... que vais livrar-te de mim tão facilmente, Luís.
Depois, a Mafalda olhou para a irmã.
 Gostaste do que te fiz?
– Adorei. 
– Respondeu, irónica.
A Patrícia ia saindo do quarto, mas a Mafalda agarrou-lhe o braço e disse-lhe:
 Se os nossos pais não estivessem a chegar, tu ficavas aqui mais um bocado.
A Mafalda largou-lhe o braço e a Patrícia saiu do quarto.



Fim do Capítulo 36.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Capitulo 35

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).



A Mafalda foi ter com os amigos e contou-lhes o que fez à irmã. Depois de ter contado, a Mafalda deu copos com vodka aos amigos. Quando chegou as 24:00 eles já estavam todos a dormir e nem sequer foram abrir as prendas.
Entretanto na casa da Carolina, ela e o Miguel estavam a abrir as prendas. O mesmo acontecia com o Francisco e a Alexandra que também estavam a passar o Natal juntos na casa dele.
Na casa da Cristiana, ela, a Mariana e a Inês estavam a desembrulhar as prendas, mas a Sofia, o Diogo e o Luís estavam já a dormir. O Natal da turma foi "normal". Não houve nada de especial.


Fim do Capítulo 35.

sábado, 6 de agosto de 2011

Capitulo 34

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Passou um dia, às 19:00 todos chegaram a casa da Mafalda para passarem o Natal como estava combinado. A irmã gémea da Mafalda, a Patrícia esteve sempre a incomodar a Mafalda e a Mafalda a meio da noite pede-lhe para ir com ela para o quarto dela. A Patrícia segue-a e entram as duas no quarto da Mafalda. A Mafalda pega na chave que estava em cima da cómoda e tranca a porta. A Patrícia não percebendo porque é que a irmã trancou a porta, perguntou:
 O que é que estás a fazer?
 Uma coisa que tem que ser feita.
Quando a Mafalda acaba de trancar a porta vira-se para a irmã.
 Deixa-me fazer a minha festa em paz. 
– Disse, zangada, a Mafalda.
 Mas vocês estavam a pegar em vodka.
 Não tens nada a ver com isso. E para castigo...
A Mafalda vai ter com a irmã e começa a bater-lhe. Depois, quando vê que a Patrícia não se ia mexer, vai à porta, destranca-a e sai, trancando a porta de novo.



Fim do Capítulo 34.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Capítulo 33

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Passaram-se dois meses, houve pancadaria entre o Gonçalo e o Ricardo, pois o Ricardo não tinha trazido o livro da biblioteca de turma "Grimpow, o Caminho Invisível de Rafael Ábalos" que era do Gonçalo. Mas não foram os únicos a andarem a pancada pelo mesmo motivo: A Mafalda e a Márcia também andaram. A Inês e o Diogo estavam a namorar, o irmão do Tiago andava atrás da Inês, a Mafalda zangava-se sempre com o Gonçalo e a Márcia tinha morto a professora de C.N e directora de turma e agora a nova professora chamava-se Alexandra.
O polícia David esteve a perguntar aos alunos o que sabiam da morte das professoras, infelizmente, ninguém do grupo de assassinos se "descaiu". A Angelina e o Bernardo andavam a discutir e a Juliana salvava as professoras das "garras" do Ricardo, impedindo-o de ser chefe nº 1 do grupo.
Estávamos no mês de Dezembro e era dia 23. A turma estava de férias e as notas já tinham saído: todos os do grupo de assassinos estavam por volta dos 4 e 6 negativas, excluindo o Ricardo, o Gonçalo, o Tiago e o irmão.
De manhã, todo o grupo de assassinos tinha combinado que no dia seguinte estariam na casa da Mafalda a passar o Natal.

***

Dias antes, o Ricardo, como não conseguia matar o professor de Geografia, António, graças à Juliana, começou a drogá-lo. Ainda hoje o está a drogar sem que ninguém saiba de nada.
De tarde, o Bernardo decidiu ligar à Angelina.
 Estou?
 É o Bernardo, Angelina. Na véspera do ano novo tens alguma coisa para fazer?
 Não.
 Então eu estava a pensar em fazermos um acordo.
 Qual?
 Quem beijar mais pessoas na festa pode pedir o que quiser.
 Na festa?
 Eu vou fazer uma festa em minha casa.
– Hum.
 Aceitas?
 Sim.
 Então até dia 31.
 Até dia 31.
Ambos desligaram os telemóveis. A noite do dia 31 de Dezembro iria ser animada para eles.



Fim do Capítulo 33.

sábado, 16 de julho de 2011

Capítulo 32

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


O Bernardo chegou a casa da Carolina como o combinado e, depois de se terem sentado no sofá da sala de jantar, o Bernardo começou a falar.
 Quero voltar a namorar contigo.
 O quê? 
 A Carolina não estava a acreditar.
 Foi isso mesmo que ouviste.
 Mas...
– Eu gosto de ti, Carolina.
A Carolina agora estava feita. Namorava com o Bernardo e contava tudo ao Miguel, ou desistia do Bernardo e o tentava esquecer com o Miguel. Começou a pensar e na realidade ainda existia uma 3ª opção: namorava com os dois. Lá acabou por fazer a 3ª opção.
– Eu namoro contigo, Bernardo.
 A sério? 
 Perguntou o Bernardo, sem acreditar.
– Sim.
Eles beijaram-se. Por enquanto estava "tudo" bem, mas se o Miguel descobrir...



Fim do Capítulo 32.

sábado, 9 de julho de 2011

Capítulo 31

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Passou um dia, era Domingo. O Francisco tinha prometido à Alexandra que não iria ligar à polícia e estava "tudo" bem.
De manhã, o Miguel foi a casa da Carolina. Queria falar com ela e contar tudo o que tinha acontecido no dia anterior com o Bernardo. Sabia que ela não iria gostar de saber disso, mas ele tinha de lhe contar. Bateu à porta e esperou. A Carolina logo abriu a porta.
– Olá! Entra.  Disse-lhe ela, fazendo-lhe sinal para entrar em casa.
 Obrigado.
O Miguel entrou em casa e ambos foram se sentar no sofá da sala de jantar.
 Então, o que queres?  Perguntou ela.
 Aquilo que eu vou contar, tu não vais gostar de ouvir.
– Mas conta. – Pediu a Carolina.
Ele, por fim, lá lhe contou o que tinha acontecido. A Carolina não queria acreditar no que estava a ouvir.
Quando finalmente ele acabou de contar o que aconteceu, a Carolina levantou-se e disse:
 Mas tu não percebes que eu quero esquecê-lo?
O Miguel percebeu que a Carolina estava zangada e pediu-lhe:
 Calma! Eu só quis ajudar.
A Carolina começou a chorar e o Miguel abraçou-a.
 Desculpa. – Disse.
 Está bem.
A Carolina largou-o e sentou-se de novo no sofá.
– Preciso de esquecer a cara daquele idiota.
 Precisas de ajuda para o esquecer? – Perguntou o Miguel.
 O que é que tu estás a pensar? – Perguntou ela, desconfiada.
O Miguel aproximou-se da Carolina e beijou-a. A Carolina, depois, empurrou-o.
 Tu és meu amigo, não pode ser.
– Eu sacrifico-me, quer dizer, na realidade faço na boa.
A Carolina ficou calada por uns segundos calada a tentar digerir o que tinha acabado de ouvir.
 O que é que as pessoas vão pensar?
 Vão pensar o quê?
– Que eu namoro com o filho de uma professora.
 Este namoro pode ser em segredo, Carolina. Só para conseguires esquecer o idiota do Bernardo.
 Eu não consigo fazer-te isso. – Disse ela, abanando a cabeça.
 Fica descansada. Eu fico bem. – Disse o Miguel, a sorrir.
A Carolina lá se rendeu.
 Está bem. Obrigada.
Ficaram mais uns minutos a conversar e depois o Miguel saíu da casa da Carolina.



***

Umas horas mais tarde, a Carolina recebe uma chamada do Bernardo.
 Estou.
 Carolina, eu preciso de falar contigo.
 O que é que tu queres, Bernardo, eu acho que nós já falámos tudo o que tínhamos para falar.
 Tu já falaste tudo, eu não.
 Vem a minha casa ás 16:30, está bem?
 Está bem, até já.
 Até já.
Ambos desligaram os telemóveis. A Carolina começou a pensar: "O que será que ele quer?".


Fim do Capítulo 31.

sábado, 25 de junho de 2011

Capítulo 30

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Entretanto na garagem, a Alexandra e o Francisco ainda estavam traumatizados com o que tinha acontecido.
 O que é que se passa com eles? Ficaram malucos?
A Alexandra não conseguiu falar, só chorava.
 Não te preocupes, nós vamos nos safar, além disso eles são só nossos colegas.
 Mas que se calhar são capazes de tudo. – Disse ela, a chorar.
 Não, eles não são capazes de tudo. – Disse ele, abraçando-a.
 Porque é que vieste? – Perguntou ela, deixando de o abraçar.
 Vim, porque eu te ouvi a chorar.
 Não devias ter vindo, mesmo assim.
 Não. Eu vim porque tu estavas a chorar e eu gosto muito de ti e não gosto de te ver triste.
 O quê?
O Francisco aproxima-se da Alexandra e beija-a.
 Calma! Isto não pode ser. – Disse a Alexandra, sobressaltada.
 Porquê?
 Porque não pode.
Depois a Alexandra pensou um pouco e perguntou-lhe:
 É a sério?
O Francisco fez um sim com a cabeça.
Quando a Alexandra e o Francisco beijam-se, o Bernardo entra dentro da garagem. Os dois separam-se.
 O que estão a fazer? – Perguntou ele.
 O que é que vais fazer? – Perguntou o Francisco.
 Tenho de fazer a "condição" da Diana.
E dizendo isto, foi ter com a Alexandra e tentou beijá-la à força. No meio de muita cotovelada, lá o Bernardo conseguiu cumprir a "condição" da Diana. Depois, sem dizer nada, saiu da garagem. O Francisco abraçou a Alexandra.
Fora da garagem, a Diana e o Bernardo estavam a conversar. A Diana tinha visto tudo o que se tinha passado há minutos atrás na garagem.
 E agora, o que fazemos? – Perguntou o Bernardo.
 Temos de os levar para casa, senão os pais deles vão chamar a polícia.
– Parece que o Francisco e a Alexandra namoram.
A Diana olha para o Bernardo, espantada.
 Então vamos levá-los para casa o mais depressa possível. – Disse ela, abrindo a porta da garagem.
A Diana entra na garagem e diz à Alexandra e ao Francisco:
 Podem ir para casa.
 O quê? – Diz o Francisco, sem acreditar.
 Foi o que ouviste, podem ir para casa, mas não liguem à polícia.
 O quê? – Perguntou, zangado, o Francisco.
 Nós não ligamos à polícia. – Travou-o a Alexandra.
O Francisco olhou espantado para a Alexandra.
 O quê? Tu não vais...
 Não vamos ligar à polícia. – Travou a Alexandra.
 Espero que não. Agora podem ir embora. – Disse a Diana.
A Alexandra e o Francisco saíram da garagem e, de seguida, despediram-se do Bernardo que estava à porta. Eles iam embora, seguidos pelo olhar da Diana e do Bernardo até estes não os conseguirem ver.


Fim do Capítulo 30.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Capítulo 29

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


O Francisco, ao passar pela garagem, ouve alguém a chorar e resolve ir lá ver. Abre a porta da garagem e vê a Alexandra sentada, encostada a uma parede, a chorar. Ele não pensa duas vezes e vai ter com ela. Quando ela vê o Francisco a aproximar-se dela, ela corre para ele e abraça-o.
 Já pensava que ia morrer.
 O que é que aconteceu, Alexandra?
Nesse momento, entra a Diana na garagem e vê o Francisco com a Alexandra, abraçados.
 Como é que tu entraste cá? – Perguntou a Diana ao Francisco.
 A porta estava encostada. Mas o que se passa aqui? E porque a Alexandra está a chorar?
 É só um joguinho.
 Tu estás a sentir-te bem? – Perguntou o Francisco à Diana.
 Sim e agora vocês vão ficar trancados aqui. – Disse ela, saindo e fechando a porta.
A Diana, assim que fechou a porta da garagem, foi ter com o Bernardo. Viu-o sentado, encostado a uma parede a dormir. A Diana foi acordá-lo.
 O que é que se passa? – Perguntou ele, sobressaltado.
 Estragaste tudo. – Disse ela, zangada.
 O que é que te fiz? – Perguntou ele, a levantar-se.
 Parece que puseste uma isca para o tótó do Francisco entrar na garagem.
 Ele está lá?
 Sim.
 Agora como é que eu vou fazer a tua "condição"? – Perguntou ele.
 Sei lá, mas tens de a fazer porque senão eu vou contar o que sei a toda a turma. – Respondeu a Diana.
O Bernardo começou a pensar no que iria fazer.


Fim do Capítulo 29.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Capitulos 27 e 28

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Capitulo 27

Entretanto com o Bernardo e a Alexandra.
 O que é que tu queres? – Perguntou a Alexandra.
 É estranho uma coisa: Eu próprio também não sei. Quem acabou por te raptar foi a Diana. – Respondeu o Bernardo.
- O quê? Era para me raptar?
O Bernardo fez um sim com a cabeça.
 Porquê? – Perguntou ela.
A Diana aparece e eles param de conversar.
 Bernardo, preciso de falar contigo. Deves te estar a perguntar desde que apareceste aqui. – Disse a Diana.
Eles saíram da garagem e começaram a conversar.
– O que é que queres saber? – Perguntou ela.
 Tu já a raptaste, já não tenho nada a fazer.
A Diana riu-se.
 Aí é que te enganas. Eu raptei a Alexandra, tens razão, mas tu tens de fazer uma coisa.
 O quê? – Perguntou o Bernardo, pensando que a Diana era maluca.
 Tu tens de a beijar.
– O quê? – Ele não estava a acreditar.
 É pegar ou largar. Se largares, eu vou contar que tu e a Carolina já se beijaram. Se pegares, fica descansado que eu não conto nada.
 Está bem. – Rendeu-se.
A Diana sorria com a situação.

Capitulo 28

Entretanto a Carolina estava a falar com o Francisco sobre a Alexandra.
 Então, o que queres dizer? – Perguntou a Carolina.
 Preciso de ajuda.
 Para quê?
 Para me ajudares com a Alexandra.
 Tu gostas da Alexandra? – Perguntou a Carolina.
O Francisco fez um sim com a cabeça.
 Está bem, eu ajudo-te com a Alexandra.
 Obrigado.
 Era só isso que querias falar?
 Sim. Obrigado.
 De nada.
O Francisco saiu da casa da Carolina.


Fim dos Capítulos 27 e 28.

sábado, 4 de junho de 2011

Capítulo 26

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Passaram vinte minutos e a Alexandra foi para dentro da garagem. Estava muito escuro, não se via nada. Nesse momento, a porta da garagem fecha e ela fica trancada dentro da garagem. Quem a trancou foi a Diana que ainda estava à espera do Bernardo. O Bernardo, pouco depois, aparece e a Diana conta-lhe o que se passou na sua ausência. O Bernardo ouve com atenção e quando sabe que a Alexandra está trancada na garagem vai ter com ela.
 Olá!
A Alexandra estava a chorar.
 Por que é que tu queres falar comigo aqui?
 Calma, só quero cumprir uma "condição".
 Condição?
A Alexandra não queria acreditar no que lhe estava a acontecer.

***

Enquanto o Bernardo falava com a Alexandra na garagem, o Francisco estava a ir para casa da Carolina. Ele bateu à porta e ela abriu-a de seguida.
 Ah... Olá Francisco. Que fazes aqui? Entra. - Disse a Carolina.
O Francisco entrou.
 Preciso de falar contigo.
 De quem? Do quê? - Perguntou a Carolina, fechando a porta e sentando-se com ele no sofá da sala.
 Da Alexandra.


Fim do Capítulo 26.

sábado, 28 de maio de 2011

Capitulo 25

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Entretanto em casa da Carolina, o Miguel já estava de saída para voltar para casa. Tinham conversado acerca dos professores, do Bernardo, dos colegas. A Carolina tinha parado de chorar, o que tinha deixado o Miguel feliz. Ele não tinha ainda acabado com a raiva que sentia do Bernardo e queria encontrá-lo o mais rápido possível.
Depressa o encontrou, pois o Bernardo ia a caminho da garagem. Foi ter com o Bernardo e deu-lhe um murro. O Bernardo ia quase cair ao chão, mas conseguiu ainda estar de pé.
 O que se passa contigo? Chegas aqui e bates, não te fiz nada. – Disse o Bernardo, zangado.
 A mim não, mas à Carolina sim. – Disse o Miguel.
 Ah, à Carolina – Perguntou o Bernardo  E o que é que tu tens a ver com isso?
 Sou amigo dela e ela contou-me que vocês namoravam. – Respondeu o Miguel, zangado.
 O quê? Pára, pára, pára. – Disse o Bernardo, muito depressa.
O Bernardo ficou uns momentos calado a tentar digerir o que tinha acabado de ouvir.
 A Carolina disse-te que eu e ela namorávamos?
 Sim. Ela disse que deveria ser segredo, mas contou-me.
 E deveria ser mesmo segredo. Agora quem devia levar um par de estalos era ela.
 Não fales assim dela e peço desculpa pelo que fiz, na verdade estava muito exaltado.
 Tudo bem. Da próxima vez vai haver porrada. – Avisou o Bernardo.
O Miguel não respondeu.
O Bernardo começou a andar e deixou o Miguel parado na rua.

***

Entretanto a Alexandra recebe uma chamada de um número desconhecido.
– Estou?
– Estou! O Bernardo diz que quer falar contigo na garagem que está perto de casa da Carolina.
Estava a dizer a Diana, mas a Alexandra não reconheceu a voz e perguntou:
 Quem é?
 É a Diana da tua turma.
 Ah! Está bem.
A Alexandra terminou a chamada e saiu de casa sem pensar no que lhe iria acontecer.


Fim do Capítulo 25.


Neste capitulo, o Bernardo e o Miguel agrediram-se e o Bernardo descobriu que a Carolina o mentiu. Será que ela vai sofrer?

Entretanto a Diana cumpre metade do plano. A Alexandra está em perigo de vida.

O que acontecerá a seguir?

sábado, 21 de maio de 2011

Capítulo 24

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Enquanto o Bernardo estava traumatizado com o que tinha ouvido, o Diogo estava à porta de casa da Inês. A Inês viu que ele estava à porta de casa e foi ter com ele.
 Olá! O que é que estás aqui a fazer?
 Eu estava a ver se querias sair. – Respondeu o Diogo.
 Eu não sei. – Disse a Inês, pensando nas suas amigas.
 Porquê?
 Porque...
A Inês queria arranjar uma desculpa depressa, mas o seu telemóvel que estava no seu bolso, salvou-a.
 Estou?
 É a Mariana. Vais fazer alguma coisa hoje à tarde?
A Inês olhou para o Diogo.
 Ah... não.
 Então vem a minha casa e vamos fazer alguma coisa.
 Está bem.
 Xau.
 Xau.
A Inês terminou a chamada e depois olhou para o Diogo.
 Desculpa, mas hoje não vai dar.
 Vais para onde?
 Vou para a casa da Mariana.
 Está bem. Xau.
 Xau.
A Inês saíu e o Diogo ainda ficou parado à porta de casa.

***

Entretanto em casa do José, o Bernardo estava ainda traumatizado com o que tinha ouvido.
 Podes repetir o que disseste, por favor? – Perguntou o Bernardo.
 Eu acho que a Sofia já sabe das regras do grupo.
 O quê? Como é que tu foste capaz, José...
 E a Carolina? Afinal não sou só eu que traí a regra nº 3 do grupo.
O Bernardo suspirou.
 José, uma coisa é eu estar com a Carolina e ela não saber de nada sobre nós, outra coisa é estar com uma pessoa e essa pessoa descobrir tudo sobre nós. A segunda coisa é o que está a acontecer entre ti e a Sofia. O que é que tu vais fazer se o Gonçalo descobrir? É uma boa pergunta, não achas?
 É, é uma boa pergunta. Mas e se o Gonçalo descobrir que tu andas com a Carolina?
 O quê? Como tu sabes isso?
O Bernardo pensava que o José já sabia que ele e a Carolina já tinham namorado, mas o José pensava que o Bernardo tinha perguntado como é que ele sabia que os dois já tinham estado juntos.
 No outro dia no parque eu vi-te com a Carolina. – Respondeu o José.
 Ah! – Disse o Bernardo.
"Ufa! Ainda bem que ele não sabe o resto da história." – Pensava o Bernardo.
Nesse momento, o telemóvel do Bernardo toca. O Bernardo vê no visor o nome da Diana. Ele foi para um sitio em que o José não o ouvisse e depois pensou: "Aqui vai bomba".
 Estou?
 Olá, Bernardo, é a Diana, era para saber quando é que vais fazer a minha condição.
 Vou ver se consigo fazê-la hoje. – Respondeu o Bernardo.
 Então, se queres saber onde está a Alexandra, ela agora está em casa. Queres que a leve para onde?
 És apressada.
 Estou a fazer isto para salvar a Carolina. Se eles sabem que tu andaste com a Carolina, o Gonçalo vai matá-la.
– Pois, eu sei.
 Então? Queres que leve a Alexandra para onde?
O Bernardo pensou um bocado e depois respondeu:
 Para aquela garagem abandonada que está perto da casa da Carolina, mas não é muito perto. A Carolina não conseguirá ouvir se a Alexandra gritar.
 Está bem, eu levo-a. Vai lá ter.
 Está bem.
O Bernardo termina a chamada e vai para a sala ter com o José.
 Então, quem era? – Perguntou o José.
 Era a Diana. – Respondeu o Bernardo.
 O que é que ela queria?
 Queria... que eu fosse a casa dela para... bebermos... bebidas alcoólicas. – Inventou o Bernardo.
 A Diana está louca. – Disse o José, a rir-se.
 Só agora é que sabes? – Perguntou o Bernardo, a rir-se.
 Por acaso não. Mas vai lá, falamos depois.
O Bernardo saiu da casa do José com um pensamento na cabeça...
O que acontecerá à Alexandra?


Fim do Capítulo 24.

sábado, 23 de abril de 2011

Capítulo 23

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Em casa do José, a Sofia ainda estava à espera da resposta dele, mas alguém tinha batido à porta. Quando o José foi abrir a porta, viu o Bernardo. O José ficou com cara de "fui apanhado", mas quando viu a cara triste do Bernardo esqueceu-se que a Sofia estava em casa.
– Posso entrar? – Perguntou o Bernardo.
A Sofia gritou da sala.
 Quem é?
O Bernardo ao ouvir a voz da Sofia, olhou para o José com cara de admirado.
 Depois conto-te tudo. – Disse o José, baixo para o Bernardo, e depois gritou para a Sofia – É o Bernardo.
 Posso me ir sentar? – Perguntou o Bernardo.
 Sim. – Respondeu o José.
Eles foram para a sala de jantar e a Sofia levantou-se do sofá e disse:
 Bem, estava de saída, adeus. – Disse ela, saindo da casa do José.
O Bernardo foi sentar-se no sofá e o José fez o mesmo.
 Então? O que se passa? – Perguntou o José.
 Quero mudar as regras. – Respondeu o Bernardo.
 Do grupo?
O Bernardo fez um sim com a cabeça.
 Mas porquê? – Perguntou o José.
– Porque sim. – Respondeu ele.
O Bernardo não lhe ia contar do seu caso com a Carolina e da guerra com a Diana. O José iria contar ao resto do grupo.
 Mas como sabes eu não sou o chefe é o Gonçalo. – Disse o José.
 Aquele estúpido nem merecia ser o chefe. – Disse o Bernardo, com raiva.
 Estou de acordo.
 Para mim, quem deveria ser o chefe era eu. – Disse o Bernardo.
O José começou a rir. O Bernardo notou.
 Porque é que te estás a rir?
 Disseste uma anedota agora. – Respondeu o José, ainda a rir.
 Qual? – Perguntou o Bernardo, sem perceber.
 Tu disseste que para ti, quem deveria ser o chefe eras tu. – Disse o José, a rir.
 Ah, que engraçado. – Disse o Bernardo, com um sorriso falso.
O José ainda continuava a rir e o Bernardo lembrou-se da Sofia.
 Então, o que é que a Sofia queria de ti hoje?
O José parou de rir e ficou com cara séria.
 Ah, eu sabia que paravas de rir. – Disse o Bernardo, a rir-se.
 Pronto, está bem. – Disse o José.
 O que é que ela estava aqui a fazer? Tens a noção que ela não é do grupo, não tens? – Perguntou o Bernardo.
 Sim, tenho. Eu acho que ela já sabe das regras do grupo. – Respondeu o José.
 O quê? – Perguntou o Bernardo.
O Bernardo não estava a acreditar no que tinha ouvido.


Fim do Capítulo 23.

A Escola Do Terror I


Foi feito um vídeo sobre a primeira parte da história "A Escola do Terror".
Não é muito "profissional", mas aqui está!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Capítulo 22 (Parte 2)

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


 Porque eu ainda gosto dele. – Respondeu a Carolina.
 Está bem. – Disse ele, perdendo a raiva.
Entretanto o Bernardo estava na rua a pensar no que tinha feito à Carolina. Ao longe, estava a Angelina que ao vê-lo triste foi ter com ele.
 O que é que se passa? – Perguntou ela.
 Porque é que queres saber isso? – Quis saber ele, zangado.
 Quero saber porque faço parte da turma e somos todos colegas. – Respondeu ela, sem estar zangada.
 O que é que tu queres saber? Queres saber a minha vida para contares à turma, é? – Perguntou ele.
 Bernardo, eu só quero falar contigo. – Disse ela.
 Para quê? – Perguntou ele, ainda zangado.
 Para não ficares triste. – Respondeu a Angelina.
 Desculpa, mas não vou falar contigo.
E dizendo isto, foi-se embora deixando a Angelina preocupada com ele.


Fim do Capítulo 22.


Questionário:
1- O que será que o Miguel vai fazer ao Bernardo? Será que o Miguel obedece à Carolina?
2- E o Bernardo? Estará a sofrer verdadeiramente? Pela conversa dele e da Angelina acham que ele sofre com tudo isto?
3- E a Angelina? Teria segundas intenções ao ir ter com ele?