quarta-feira, 29 de abril de 2026

Dia Mundial da Dança

 Olá, Pessoal!

 Hoje é o Dia Mundial da Dança e decidi trazer aqui um livro sobre o tema.


 Nome: Espírito da Dança
Autora: Anna Barton

 Já o leram? Ou têm curiosidade de o ler?

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Dia Mundial da Terra - Down To Earth

 Olá, Pessoal!

 Hoje, 22 de Abril, é o Dia Mundial da Terra e decidi deixar aqui uma sugestão de um documentário para verem na Netflix.

 Trata-se de Down To Earth, com o ator Zac Efron.

 O ator roda o mundo com o guru dos superalimentos Darin Olien em busca de formas de viver com saúde e sustentabilidade.

 Já conheciam o documentário?

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Dicas para escrever diálogos melhores

 Olá, Pessoal!

 Neste post falo-vos de diálogos, até porque hoje é o Dia Mundial da Voz.

 Os diálogos bem escritos fazem toda a diferença. Apesar de muitas histórias serem contadas principalmente por meio da narração, quando há diálogo os personagens tornam-se mais reais, já que é possível observá-los. Além disso, o diálogo dá agilidade à narrativa, ajuda a construir a tensão necessária à trama e revela muito das características de cada personagem.

 Aqui vão as dicas sobre como escrever melhores diálogos.

 1. Relacione o diálogo à cena

 Não basta inserir diálogos na história. É preciso que eles estejam fundamentados em alguma cena, tenham relação com o ambiente, o cenário ao seu redor.

 2. Não abuse dos dialetos e expressões

 É comum utilizar dialetos para dar personalidade a um personagem, especialmente se ele vem de uma região ou cultura diferente. Mas é preciso evitar a tentação de abusar desse recurso sob a pena de tornar o texto difícil de ler. Uma palavra ou expressão de vez em quando é suficiente para que o leitor entenda qual é a sua ideia. Essa dica também serve para apresentar personagens com baixo nível educacional e pouco domínio da língua.

 3. Evite que um único personagem fale demais

 Em diálogos reais, não é comum que alguém fique a falar muito tempo sem interrupção, a menos que seja alguma situação específica, como uma palestra ou apresentação. Caso seja necessário mostrar que o personagem falou por muito tempo, apresente o início e o final da fala e intercale com passagens narrativas.

 4. Caracterize cada personagem com uma voz distinta

 Pessoas falam de forma diferente. Coloque isso nos seus personagens para diferenciar os diálogos.

 5. Aprenda a utilizar os silêncios

 Um silêncio bem utilizado é um ótimo recurso narrativo. Há situações em que o que não é dito tem mais poder do que o que é dito. Quando um personagem fica sem palavras, recusa-se a responder ou mesmo a conversar com alguém, o leitor imediatamente percebe que há alguma situação estranha entre eles. Isso sem que haja necessidade de explicações ou descrições.

 6. Não é necessário reproduzir todas as etapas do diálogo, como os "olás" e os "até logo"

 Diálogos devem soar o mais reais possíveis, mas isso não significa que o autor precisa de reproduzir todas as partes de uma conversa.

 7. Coloque os personagens a discordarem ou a serem contrariados

 Se durante os diálogos os personagens ficarem a concordar entre si, além de não acrescentar nada à história ainda torna a situação chata para o leitor.


 Mais posts em breve!

sexta-feira, 10 de abril de 2026

A crise dos 20

 Olá, Pessoal!
 Hoje trago um post reflexivo.


 Uma das minhas questões internas está relacionada com a crise dos vinte. Rascunhei, por diversas ocasiões, o que pensava disso: “uma crise despoletada não só pela nossa cabeça, mas principalmente pelas informações que a sociedade nos obriga a ingerir, sem questionamentos”.

 Na verdade, penso que essa crise existe e tem muitas conexões com o facto de nos apercebermos enclausurados num sonho que não é nosso, a lutar por objetivos que não são nossos, mas acerca da qual nutrimos receios e dúvidas. A crise dos vinte existe e, para mim, foi ter estado perdida e a sentir-me obrigada a perseguir uma ambição com a qual já não me identificava, visto que grande parte da pressão que existe sobre mim sou eu que a moldo e utilizo contra mim mesma.

 A crise dos vinte, para mim, foi saber reconhecer o quão tóxico é utilizar as redes sociais. O quão tóxico é cobrar-me pelas conexões pessoais que eu tive de abandonar, em prol da minha saúde mental. 

 A crise dos vinte existe!