domingo, 31 de março de 2013

Quem é o melhor leitor da história A Escola do Terror?

Olá, Pessoal!
Já tinha perguntado na página do Facebook quantas pessoas quereriam participar no concurso para saber quem é o melhor leitor da história A Escola do Terror.

Clique para ler
Neste momento, várias pessoas querem participar. Vou colocar por ordem:

- Estela; Rui; Ricardo; Vasco; Cathie; Fernanda; Sílvia; Nelson; 

Algumas pessoas também não aceitaram, mas já estão 8 pessoas a querer participar e isso já é bom. Estou à espera que apenas leitores queiram participar também.

Aqui têm o formulário para poderem realmente entrar:

Nome:
Idade:
Segue/lê o blog há quanto tempo:
Porque acha que merece entrar no concurso:
Link do seu blog (caso seja seguidor/a):
Facebook (se tiver coloque senão deixe em branco):

Como responder ao formulário:
- Podem escrever aqui no blog por comentário se quiserem;
- Podem escrever numa mensagem por Facebook;
- Podem me mandar uma mensagem pelo blog.

Podem responder como quiserem, mas tenham em conta que quem responder ao formulário vai estar já inscrito no concurso. E não poderão sair quando quiserem.

Não vou dar uma data certa para o fim das inscrições. Vou apenas esperar as 8 pessoas que me disseram que queriam participar. Se mais pessoas quiserem participar, eu agradeço.

Boa sorte!

sábado, 30 de março de 2013

Capitulo 26 - Fim do segredo?

(Observação da autora no dia 18/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "Encontro com o 666". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" com o título "Encontro com o Passado" ).

João

Alguns dias passaram e eu estava no meu posto de trabalho. Era uma Sexta feira. Recebo uma chamada da Ana Rodrigues e decido atender.
– Estou, João? É a Ana Rodrigues.
– Eu marquei o teu número. Podes falar.
– Estás onde?
– Neste momento, estou no meu local de trabalho e tu?
– Estou no carro. Hoje não tenho trabalho, ganhei um dia de folga.
– Muito bem. O que queres?
– Tenho uma proposta para te fazer, mas não irei dizer-te por telemóvel.
– Tudo bem. Daqui a uns dias voltamos à escola e logo conversamos sobre essa proposta, pode ser?
– Claro. Até depois.
– Até depois.
Desliguei a chamada e fiquei a pensar. O que será que ela tem para me dizer?

***

Minutos depois, a Ana volta a ligar-me.
– Sim, Ana?
– Tu, por acaso, sabias que o Henrique sabia algo sobre a Simone?
Fiquei surpreso. Afinal era um segredo meu e dele.
– Como soubeste?
– A Diana soube pelo Henrique e o Henrique disse isso à Catarina. A Diana ligou-me. Ele foi a casa da Simone.
– Eu vou já para aí. Obrigado.
Desliguei a chamada. Estava completamente petrificado. Como é que ele fez aquilo?
Saí às pressas do meu posto de trabalho. Depois inventava algo. Agora estava a defesa de um segredo.


Fim do Capítulo 26.

terça-feira, 26 de março de 2013

Capítulos 30 e Capitulo 31

(Observação da autora no dia 18/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror III". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Capítulo 30

A Patrícia a caminho de casa encontrou o Luís, do grupo.
– Olá! – Disse ele.
– Olá!
– Está tudo bem?
– Dentro do possível e tu?
– Também estou igual.
A Patrícia começou a chorar.
– Patrícia! – Ele abraçou-a.
– Luís, porque fizeram isso com a minha irmã? O que será que ela fez de tão mal?
– Ela não fez nada, Patrícia, ela era uma óptima pessoa.
– Eu queria ter tanto ido no lugar dela, ela não merecia isso.
– Todos nós queríamos estar no lugar dela, Patrícia, ela foi muito especial para todos nós, tu sabes disso.
A hora do velório tinha chegado. A Patrícia estava com a mãe e a Diana acompanhava o Gonçalo.
– O que é isso na tua mão? – Perguntou a Diana, olhando para a mão dele que segurava o objecto.
– É um anel muito especial, tanto para ela como para mim. Tenho um igual, este é o dela.
Eles vão em direcção ao caixão da Mafalda e o Gonçalo atira o anel e agradece à Mafalda tudo o que ela lhe fez...
Todos estavam presentes. Foi um dia inesquecível.

Capítulo 31

Uns dias mais tarde, o Gonçalo convocou uma reunião com o grupo em casa dele.
– Sei que ainda não estamos na melhor situação, mas nestes dias estive a pensar e tenho várias coisas a dizer. A primeira é que a nova chefe do grupo é a...
– Obrigado, Gonçalo! – Exclamou a Márcia.
– Não! Desculpa, Márcia, mas, embora seres a segunda e depois de a Mafalda, enfim, todos vocês sabem, eu decidi dar esse lugar de chefe à Diana. Tu ficas em segunda e a Juliana em terceiro.
A Márcia não estava a acreditar.
– Gonçalo, eu era a segunda, eu devia ocupar o lugar da Mafalda.
– Mas não o tens percebeste, Márcia? Estou farto das tuas atitudes. – Disse, irritado, o Gonçalo.
Todos se assustaram. Era estranha esta atitude do Gonçalo. A Márcia saiu da casa do Gonçalo irritada. O Gonçalo acalmou.
– A última coisa que queria dizer e, isto para mim é muito complicado, mas depois daquilo que soube do Ricardo, eu não consigo passar em branco e, neste momento, o Ricardo está retirado do grupo.
Todos se espantaram. A Juliana sorriu e o Ricardo sentiu-se injustiçado.
– Tens medo da concorrência, não é, Gonçalo? – Perguntou o Ricardo, zangado.
– Depois do que tu fizeste era impossível estares aqui.
– Saiam todos daqui. Quero falar a sós com o Gonçalo. – Disse o Ricardo ao resto do grupo.
Todos saíram.
– Porque é que tu não despedes aquela idiotazinha da Juliana? Porquê eu? – Perguntou o Ricardo.
– Porque foste tu que fizeste o erro e agora sai.
– Saio sim e de cabeça erguida. A minha saída neste teu grupo estúpido vai ser óptima para mim.
E dizendo isto saiu.

***

Entretanto, o José tinha ido a casa da Sofia.
– Sofia, por favor, ouve-me!
– Depois do que fizeste, eu não tenho nada para falar contigo.
– Eu sei que fiz mal, mas eu estou arrependido. Eu não tive nada com ninguém tão sério como tive contigo. Eu preciso de ti na minha vida.
A Sofia que antes não estava a olhar para ele, começou a olhar.
– Eu vou te dar uma hipótese, mas tem cuidado com o que fazes.
O José sorriu.
– Obrigado. – E abraçou-a.

Com a Inês e o Diogo...
Ela foi ter com ele a casa para esclarecerem as coisas entre eles. Eles ficaram bem. Ela já não teria nenhum caso com o Luís. 
Está tudo a voltar ao normal... ou talvez não. 
Quem é o ou quem são os assassinos da Mafalda?


Fim dos Capítulos 30 e 31.

domingo, 24 de março de 2013

Capitulo 29

(Observação da autora no dia 18/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror III". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


A Diana tinha chegado a casa do Gonçalo. A mãe abriu a porta e a Diana encaminhou-se para o quarto dele. Ao entrar, reparou que ele não estava sozinho. A Patrícia estava com ele.
– Desculpem interromper. – Disse ela, entrando dentro do quarto.
– Não faz mal. Diana, eu já estava de saída. Tenho de ir buscar a minha mãe – Disse a Patrícia. – Até já, Gonçalo.
– Até já.
A Patrícia saiu do quarto do Gonçalo e a Diana foi sentar-se em cima da cama dele.
– Vim te buscar para irmos ao velório da Mafalda.
O Gonçalo respirou fundo.
– Nem acredito que isto aconteceu.
– Pois.
Ela não sabia o que dizer.
– A nossa relação era estranha, mas sinto a falta dela.
– Vocês eram muito próximos, todos nós sabíamos isso.
Houve uns segundos de silêncio.
– Se eu soubesse o que se passava com ela, se eu descobrisse por mim mesmo o que se passava com ela, nada disto acontecia.
– Eh! Ninguém saberia de nada. Era a vida da Mafalda que estava em perigo.
– Mas eu devia tê-la protegido. – Disse, zangado.
– Tu não conseguirias... ninguém conseguiria.
Ele colocou a mão na cabeça.
– Eu ainda não acredito que ela foi-se, ela ajudou-me tanto, confortou-me nas horas que eu precisei, sempre arranjou soluções para os meus problemas.
– Calma, Gonçalo, eu tenho a certeza que onde ela estiver, ela sempre irá estar a olhar por todos nós, protegendo-nos e ajudando-nos. Mas agora precisamos de ir.
Ele sorriu.
– Eu vou me preparar emocionalmente, podes esperar por mim lá fora?
– Claro.
A Diana ia a sair, quando ele a chamou.
– Obrigado por me teres ajudado neste momento difícil.
Ela apenas sorriu.
– Depois do velório da Mafalda nós falamos do grupo.
– Descansa, Gonçalo, o grupo pode esperar.
Ela saiu do quarto dele.
Será que o grupo pode mesmo esperar? Ou haverá outra surpresa?


Fim do Capítulo 29.

sábado, 23 de março de 2013

Capitulo 25 - "Isso são pozinhos para a tosse?"

(Observação da autora no dia 18/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "Encontro com o 666". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" com o título "Encontro com o Passado" ).


Miguel

Afastei-me das minhas irmãs e da minha melhor amiga Ana Martins e fui um pouco para fora da casa da Diana, porque estava um pouco quente lá dentro e já tinha bebido uns quantos copos de vodka. Olho para o meu lado direito e vejo o César encostado a uma parede com algo nas mãos. Assim que me viu, não guardou as coisas que tinha na mão. Eu fiquei a olhar.
– Queres? – Perguntou-me, sem se mexer.
– O que é isso? – Perguntei, inocente.
O César mandou um pequeno riso.
– Até parece que não sabes.
– Isso são pozinhos para a tosse?
O César riu-se.
– Já ouvi de tudo, mas isso é a primeira vez.
Deu-se uns segundos de silêncio.
– Apetece-te?
Eu fiquei uns segundos a pensar.
– A escolha é tua! – Disse ele – Mas tens que pagar.
– Eu tomo. – Disse eu, tirando uma nota do bolso das minhas calças.
Efectuei o pagamento e o César afastou-se.
Não sabia o que fazia, isso era certo. Sei que tomei o que o César me tinha dado e, como se não tivesse acontecido nada, regressei à sala onde decorria a festa.

Ana Martins

Vi que o meu melhor amigo se aproximava de mim. O resto da noite foi bizarra, visto que ele teve inúmeras atitudes estranhas. Mas não fiz caso, já que o clima da festa afectava a todos.


Fim do Capítulo 25.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Selo

Olá, Pessoal!
Finalmente vim postar um selo que já recebi faz algum tempo da Nanda Carol. Desculpa o atraso.





10 blogs:

L'amour, la vie et nous  da Cathie.
Um crime secreto de Natasha S.
Vidas Trocadas da Silvia.
Facing Obstacles da Daniele.

Não sei a quem mais passar. Quem quiser é só comentar em baixo no post.

Perguntas:
- Qual o teu signo: Sagitário;
- Do que mais gostas na tua aparência? O que mudarias? Gosto dos meus olhos. Mudaria a minha impaciência.
- O que te deixa com raiva? Maltratos a animais.
- Qual é a tua maior qualidade e pior defeito? Sou muito amiga do meu amigo. Sou uma pessoa impaciente.
- Qual é o assunto predileto da tua turma? Sexo! Ahah!
- Pratica esportes/desporto? Faço na escola.
- Que estilo de pessoa chama tua atenção? Não olho muito para isso, falando de roupa.
- Qual a tua música preferida? São muitas.
- E a tua banda? São muitas.
- Qual é o filme da tua vida? Não tenho.

3 Fatos sobre mim:
- Sou impaciente;
- Gosto de filmes de terror;
- Ouço Rap;







1º - Depende. Há dias que não sei o que estou a escrever. É com cada coisa que até mete medo.
2º- Não tenho apenas uma.
3º- Ninguém.




Filmes de comédia, amigos, família...

Capítulos 27 e 28

(Observação da autora no dia 18/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror III". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Capítulo 27

A ambulância apareceu e levou a Mafalda e a Juliana para o hospital. A polícia regressou ao seu posto, pois as raparigas tinham fugido. No hospital fizeram curativos às feridas da Juliana e tentaram reanimar a Mafalda... sem êxito.
Algumas horas depois do ocorrido, o médico dá notícias.
– A Juliana está bem, mas a menina Mafalda...
Os colegas de grupo e a irmã da Mafalda baixaram a cabeça.
– Fizemos tudo o que foi possível.
O médico fez uma pausa. 
– Lamentamos... com licença. 
O médico vai para dentro de uma sala. A irmã da Mafalda fala depois de uns segundos de silêncio. 
– Tenho de avisar a minha mãe, até já. 
A Patrícia sai do hospital e o Gonçalo começa a falar. 
– A chefe deste grupo já... – Custou-lhe dizer a palavra – Faleceu e, depois do que ela me disse, eu vou eleger a próxima chefe, mas só depois do funeral dela. 
Os restantes membros do grupo afirmaram com a cabeça.

***
Horas depois, mais precisamente às 00:30, o Gonçalo recebe uma chamada. 
– Estou? 
– Olá, Gonçalo, é a irmã da Mafalda, desculpa ligar a esta hora da noite, mas é para avisar que o velório da Mafalda vai ser amanhã às 15:00. 
– Passa-me a morada, nós vamos estar presentes. 
A Patrícia passa a morada ao Gonçalo e, de seguida, desligam a chamada. O Gonçalo decide ligar aos restantes membros do grupo.

Capítulo 28

Às 8:00 já toda a turma, professores e director da escola sabiam do velório da Mafalda e o director decidiu fechar a escola.
Em casa do Bernardo às 14:00. Ele e a Diana estavam a falar da Mafalda.
– Não parece estranho? A Angelina vai e nem sequer passam três messes desde que a Mafalda morreu. São mortes muito recentes. – Disse a Diana.
O Bernardo afirmou com a cabeça.
– E agora prepara-te para a nova chefe.
– Bernardo, a Mafalda falou comigo e não é a Márcia a nova chefe.
– Então quem é?
– Não vais gostar da resposta, mas a verdade é que sou eu.
O Bernardo olhou espantado para a Diana.
– Depois de tudo o que fizeste, tu vais ser a chefe?
– Eu sabia que não ias gostar.
– Eu não entendo a Mafalda, mas, de certa forma, como agora mudei o que antes eu era, acho até que serás uma boa chefe, com aquelas regras seguidas até ao limite. – Disse ele, rindo-se.
Ambos riram-se.
– Eu vou ter com o Gonçalo, ele deve querer companhia para ter forças para o velório. – Disse a Diana.
– Sim tens razão, vai lá. 
A Diana saiu de casa do Bernardo. 
Como será que correrá o velório?


Fim dos Capítulos 27 e 28.

terça-feira, 19 de março de 2013

Capitulo 24 - Experiências sexuais

(Observação da autora no dia 18/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "Encontro com o 666". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" com o título "Encontro com o Passado" ).

OBS: Capítulo com conteúdo sexual.

Ana Rodrigues

Todos chegaram à festa como previsto. Esperava que não acontecesse o que tinha acontecido na última festa que preparámos. Ter de novo a irmã da Diana presa em algum lado não era bom sinal.

Diana

A festa tinha começado. Estavam todos entusiasmados. Eu conversava com a Carolina e com o Pedro Guerram enquanto o Diogo engolia os copos com vinho que lhe apareciam à frente. Estavam todos presentes... de momento.

***

23:00

Carolina

Estava a falar com a Diana e o Pedro Guerra e deixei de ver o meu irmão e a Carretas. Será que tinha passado alguma coisa?
– Mas o que será que se passou com eles? – Perguntei.
– Ahah, devem estar a comer... algo.
– Mas os aperitivos estão na mesa.
Vi que o Guerra olhava para a Diana com cara de caso. Aqui passava-se algo estranho.
– Carolina, vamos beber algo? – Perguntou o Guerra, me afastando do sitio onde nos encontrávamos a conversar.
A Diana afastou-se de nós e foi ter com a amiga dela.

Diana

Afastei-me dos dois amigos e fui ter com a minha colega. Ela olhou para mim. Aproximei-me dela e sussurrei-lhe:
– Tenta saber para onde o Diogo e a Ana Carretas foram.
Ela afirmou com a cabeça e afastou-se de mim. Olhei para ela a afastar-se. Estava a encaminhar-se para os outros dois policias. Revirei os olhos. Não acredito que ela vai pedir a eles para a ajudarem a encontrá-lo. Nesse momento, os meus pensamentos foram invadidos pela chegada da Andreia e da Bruna para perto de mim.
– Olá! Tudo bem Diana? – Perguntou a Bruna.
– Sim e com vocês?
– Está tudo bem.
Fiquei à conversa com elas, enquanto via o Guerra a levar a Carolina para o "seu mau caminho": a bebida.

Ana Carretas

Estava no quarto da Diana com o Diogo. Atirei-o para cima da cama, assim que ele repetiu que queria ir para a cama comigo.

Diogo

A Ana despiu-se primeiramente e depois começou a beijar-me, a passar a mão pelo meu corpo, até que num dado momento começou a tirar a minha roupa.
É impressionante como o sexo é algo natural. Mesmo com muito pouca experiência penso que tive um desempenho de boa qualidade. Acariciei e chupei aqueles seios como se fosse a última coisa que faria na minha vida. A Fantasia dos Prazeres, ou Ana Carretas gemia com o prazer que lhe proporcionava.
Percebendo que estava excitada não aguentei mais, coloquei-a de lado e comecei a penetrá-la devagar. Ela arrepiou-se e disse-me:
– Diogo, vai fundo! Vai fundo!
Então comecei a penetrar a Fantasia dos Prazeres sem perdão enquanto mordiscava e beijava o seu pescoço. Foi um momento delirante de prazer. Ficámos a olhar ternamente um para o outro depois do acto de prazer.
Vestimo-nos e paguei-lhe. Ela sorriu-me com um brilho no olhar e pondo o dinheiro na mala foi ter com a Ana Catarina saindo do quarto.

Henrique

Tinha me afastado para tentar encontrar o Diogo e a Ana Carretas. Ouvi gemidos num quarto e fui ver. Deu-me uma vontade de rir quando os vi em pleno acto sexual. Saí dali a correr antes que me ouvissem a rir. Fui ter com o meu colega e ele ficou estupefacto ao ouvir o que eu dizia.
– Tu viste-os a fazerem sexo? – Perguntou o meu colega surpreso.
– Sim.
Fiquei a rir por um tempo, enquanto o meu colega colocava a mão na cabeça e olhava para mim com um olhar de reprovação.


Fim do Capítulo 24.

sábado, 16 de março de 2013

Capitulo 23 - Bruna revela um segredo à Andreia

(Observação da autora no dia 18/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "Encontro com o 666". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" com o título "Encontro com o Passado" ).


Andreia

Estava em casa da Bruna. Estávamos a conversar. A Bruna era uma das minhas melhores amigas. Confiávamos uma na outra. Eu sabia que ela tinha algo para me contar, mas não a forcei a nada.

Bruna

Estávamos a falar, mas depressa decidi contar um dos meus segredos. Sim, era considerado segredo já que nós fazíamos questão que isso não fosse sabido.
– Andreia, eu tenho namorado.
Ela ficou sem reacção ao inicio, mas depois deu-me os parabéns. Eu pedi-lhe para que não o fizesse.
– Não digas isso! Continua a ser segredo já que nós não queremos que ninguém saiba.
– E quem é ele? Posso saber? – Perguntou a minha amiga, curiosa.
– Não posso, Andreia. Desculpa.
Ela aceitou e continuámos a nossa conversa.

***

A tarde do dia 19 de Dezembro passou, nada de estranho ocorreu. A turma decidiu sair toda junta, mas nenhum acontecimento estranho aconteceu.
Dias depois, já dia 24 de Dezembro, a Ana Rodrigues e a Diana decidiram fazer uma festa em casa da segunda. Convidaram a turma toda. Em principio, todos iriam.
O que será que iria acontecer nessa festa? Mais um "desaparecimento"?


Fim do Capítulo 23.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Capítulo 26

(Observação da autora no dia 18/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror III". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


A Mafalda caiu ao chão já incapacitada de levantar. O Gonçalo deixou cair a faca ao chão, mas o Bernardo apanhou-a e guardou-a no bolso das calças. As raparigas fugiram e a Patrícia gritou. O Gonçalo e os restantes membros do grupo trocaram olhares. A Patrícia chamou a polícia. 
– Desculpa, Patrícia, eu não atendi o telemóvel...  – Desculpou-se o Gonçalo.
– Não faz mal. 
– Patrícia! – Era a Mafalda, com uma voz fraca. 
– Mafalda, calma, está tudo bem. 
– Gonçalo, amigos! 
– Sim, Mafalda, nós estamos aqui. – Disse o Gonçalo. 
– Patrícia, ouve-me. – Disse a Mafalda, fazendo uma pausa – Toma conta de ti. 
– Eu tomo. – Disse ela, a sorrir. 
– E peço desculpa por não ter sido uma boa irmã para ti. 
– Irmãs são assim. 
A Mafalda sorriu. 
– Gonçalo! 
A Patrícia levantou-se e deu lugar ao Gonçalo. 
– O meu fim chegou e precisas de eleger uma líder. 
– Não, Mafalda, tu vais melhorar. – Disse o Gonçalo, a sorrir. 
– Se eu ir, não ponhas a Márcia como chefe, está bem? 
– Porquê? 
– Tu vais perceber mais tarde. Põe a Diana como chefe, por favor. 
– Eu faço. 
O Gonçalo não queria que a Mafalda morresse, mas a Mafalda viu o seu fim.
– Diana! – Chamou a Mafalda.
A Diana baixou-se para ouvir a colega de grupo.
– Tu vais ocupar o meu lugar, mas, por favor, tem cabeça, o que vem aí é terrível e com cabeça tu vais conseguir.
A Diana sorriu.
– Obrigada, Mafalda.
A Diana abraçou-a para espanto dos restantes membros do grupo.
– Gonçalo!
A Diana levantou-se.
– Gonçalo, eu não me vou embora até não dizer que te amo. O Luís não foi nada para mim e ele sabe isso.
– Eu sei  – Disse ele, a sorrir – Adorei trabalhar contigo, as tuas loucuras. Vou-me lembrar de tudo.
Os dois sorriram. O grupo ajoelhou-se perto da Mafalda, seguidos pela irmã da Mafalda, Patrícia.
– Amiga, quero que saibas que nós te amamos muito, obrigada por tudo o que fizeste por nós e à tua irmã Patrícia. Adoramos-te! – Disse a Diana, que antes odiava a Mafalda.
– Vocês foram as melhores coisas que aconteceram na minha vida, os melhores momentos foi ao lado de vocês, vocês foram a melhor família, os melhores amigos que um dia pude ter, eu vou, sabendo que vou largar de vez a pessoa que era antes e, independentemente de onde eu estiver, nunca se esqueçam que levo vocês e toda a turma da escola e, sem esquecer da Angelina, para sempre no meu coração.
A Mafalda pousou a mão na mão do Gonçalo.
– Prepara-te para a segunda parte do terror. Ele aproxima-se.  – Depois, para todos, diz:
– Eu adoro-vos.
Estas foram as suas últimas palavras.
A Mafalda morreu em Abril, 2010, num Sábado, às 11:30.


Fim do Capítulo 26.

terça-feira, 12 de março de 2013

Capitulo 22 - O Magalhães causa decepção

(Observação da autora no dia 18/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "Encontro com o 666". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" com o título "Encontro com o Passado" ).


Diana

Ele sabia de alguma coisa quanto ao assassino. Ele ficou nervoso, sem saber o que dizer.
– Então, só pode. Para não matar ninguém em um período só pode ser uma mulher.
Mas que raio? O Magalhães nunca foi pessoa de rebaixar as mulheres nesse aspecto. Foi uma resposta esfarrapada.
– Vou pensar que seja verdade. – Disse-lhe.
– E é Diana, podes ter a certeza. E agora vou ter que ir.
Percebi que ele queria ir-se embora depois de ter sido (quase) descoberto.
Ele foi-se embora de casa e a Ana foi ter comigo.
– Ouviste o que ele me disse?  – Perguntei-lhe.
– Sim, ouvi atrás da porta. Sei que isto nem parece meu, mas foi para conseguir descobrir alguma coisa do assassino.
– Eu sei.
Ficámos uns segundos caladas.
– Já estás a perceber que o Magalhães pode ter alguma coisa a ver com o assassino? – Perguntou-me.
– Eu não queria que isso acontecesse. Ele é meu amigo. Nunca pensei que ele tivesse alguma coisa a ver com o assassino.
– Até os nossos amigos nos podem dar uma facada nas costas. E tu também escondeste muita coisa dele. Nunca chegaste a dizer-lhe que eras policia, dás uma idade a ele diferente. Tu no fundo já sabias que ele não era de confiança.
– Mas é sempre complicado. Conheço-o há muito tempo.
– Nem pareces tu, Diana, eu é que devia ser mais sentimental, aliás nós fazemos uma bela dupla graças às nossas diferenças. Não te estou a reconhecer.
– É a convivência contigo, Ana.
Nós rimo-nos as duas. E continuámos à conversa.


Fim do Capítulo 22.

sábado, 9 de março de 2013

Capitulo 21 - Pisar terreno

(Observação da autora no dia 18/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "Encontro com o 666". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" com o título "Encontro com o Passado" ).


Alguns dias passaram, a Ana Rodrigues e a Diana nada tinham encontrado sobre o assassino. Estavam cada vez mais a achar que o Pedro Magalhães e a Andreia tinham algo a ver com o assassino.
Já o Henrique e o João, tentavam ter algumas informações sobre o grupo da Catarina. O João conversava imenso com o Hugo e o Henrique com o Ailton. Faltavam poucos dias para o Natal. Era dia 19 de Dezembro. Toda a turma combinou ir passear. A Ana e a Diana, nessa altura, conversavam no quarto da segunda com o Pedro Magalhães. Ele tinha ido visitar a Diana. Queria saber novidades. A Ana deixou-os à vontade para conversarem.

Pedro Magalhães

– Como vão as tuas férias? – Perguntou-me.
– Vão bem e as tuas?
– Também.
– Ouvi dizer que o Diogo namorava com a Carretas. – Disse-lhe.
– Eles namoram? – A minha amiga estava surpreendida.
– Sim. É estranho, visto que a Carretas não é realmente pessoa de estar presa numa relação.
– Sim, estranho.
– Disseste ao Henrique que ias? – Perguntei-lhe.
Ela afirmou com a cabeça.
– Vai a turma toda?
– Parece que sim, ninguém vai faltar.
Nesse momento, a televisão do quarto da Diana mostrava uma noticia de última hora. Chamou-nos à atenção.
– "O assassino da escola... foi visto a fazer mais..."
Era uma noticia sobre o meu "pai". Tentei parecer assustado e atento, como se não soubesse de nada do que se estava a passar. A Diana, assim que a noticia terminou, desligou a televisão.
– Estas noticias de um assassino à solta na escola assustam-me! – Disse-me ela.
– Não há-de ser nada.
– Magalhães, tu não tens medo? Ver que há um assassino à solta na mesma escola que tu e que está na mesma turma que tu?
– Não.
– Não tens medo que ele te rapte ou que te leve para fora da escola e que te tente matar? Ele é perigoso! E se ele leva a Andreia? Como te sentirias?
– A Andreia? – Comecei a rir, embora nervoso – Acho que ela até me faria um favor.
– Ela? Mas como é que sabes que é uma ela? E porque é que te faria um favor?
Fiquei uns segundos parado a tentar encontrar uma resposta. Respondi automaticamente à segunda pergunta dela, enquanto pensava o que responder à primeira.
– Eu não gosto da Andreia.
– Porque é que não gostas da Andreia? Vocês não namoravam?
– Acabámos. – Inventei do nada.
– Oh, mas vocês terminaram em bem, espero.
– Sim, talvez. Depende do que chamas de "terminar em bem".
– Ok. Espero que fique tudo bem contigo e com ela. Lamento. E quanto a "ela", como é que sabes que é uma assassina e não um assassino?
Agora não sei o que dizer. Sou descoberto agora!


Fim do Capítulo 21.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Capitulo 25

(Observação da autora no dia 18/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror III". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


O terror tinha-se alastrado na cara dos membros do grupo. A rapariga baixa levantou a Juliana do chão violentamente e empurrou-a para os restantes membros do grupo. A Mafalda foi amarrada pelos braços da rapariga.
– Dêem as últimas palavrinhas a esta criatura.
– Nem penses que isto vai ser assim!
Eles pegaram em facas e apontaram para a rapariga baixa. Quando estavam prestes a atirar, o barulho dos carros da polícia apanhou-os desprevenidos. O Gonçalo olhou espantado para os restantes membros do grupo.
– Quem é que chamou a polícia?
Os colegas encolheram os ombros. A rapariga baixa escolheu estes segundos para atirar no Gonçalo com a arma que tinha escondida. A Mafalda, que nessa altura estava no chão, reparou no gesto dela e atirou-se para proteger o rapaz.
Os restantes segundos foram de tensão. A Mafalda caiu no chão, totalmente ferida no braço. Ainda se conseguiu levantar, enquanto via o Gonçalo a ir a correr ter com a rapariga baixa, quando uma bala vinda do outro lado da garagem acertou a Mafalda.
Silêncio...


Fim do Capítulo 25.