sexta-feira, 12 de abril de 2013

Capitulo 35 e Capitulo 36


Olá Pessoal!
Aqui estão os capítulos 35 e 36. Acho que vocês merecem estes dois capítulos pelos comentários. Em breve, irei dar a data para o final da história.
Espero que gostem dos capítulos.


Capitulo 35

Os bombeiros chegaram mas a sala ficou destruída. Levaram a Diana e a Juliana para o hospital. Os nervos estavam à flor da pele. Mas ficou tudo bem. O Ricardo pediu ao médico se podia ver a Juliana. O médico disse que sim. O Ricardo entrou devagar no quarto. A Juliana já estava acordada e pediu-lhe que entrasse. Ela queria justificações.
- O que se passa?
Ele não estava a perceber o que ela tinha perguntado.
- Tu salvaste-me.
Ele sentou-se numa cadeira perto da cama dela.
- Eu sei que pode ter sido estranho.
- Pode ter sido estranho? Foi muito estranho Ricardo.
- Eu sei mas eu...
- Tu o quê?
- Eu preciso de ti e é complicado dizer isto assim.
- Precisas de mim?
Ele afirmou com a cabeça.
- Acho que já não consigo viver sem as tuas...sem me fazeres frente.
- Espero que tenhas alta depressa.
Ele levantou-se da cadeira e ia em direcção à porta quando ela chamou-o. Ele virou-se para ela.
- Tens que contar ao grupo que não mataste ninguém.
Ele encolheu os ombros.
- Eu já saí do grupo.
- Sim, mas as amizades ficam.
Ele sorriu para ela e de seguida saiu do quarto.

Capitulo 36

Um dia passou. A Diana e a Juliana saíram do hospital. A escola estava a funcionar embora com obras a decorrer. O funeral da Márcia ainda não estava marcado. A Juliana tinha convencido o Ricardo a falar com o grupo. Ele foi falar com eles num intervalo das aulas.
- Pessoal, eu queria dizer-vos uma coisa.
- Sim Ricardo, diz. -disse o Gonçalo.
O Ricardo falou da professora de E.F que não matou, do professor de Geografia que não drogou, na mentira sobre a professora de F.Q, Gabriela. Enfim...ele não tinha morto ninguém.
- Era provável. -disse o José.
- Era de imaginar. -disse o Bernardo.
O Gonçalo estava estranho.
- O que fazemos Gonçalo? Não vais castigar o Ricardo já que ele saiu do grupo. -disse a Juliana.
- Claro que não. Já penso no que vou fazer.
E dizendo isto saiu. Ele estava definitivamente estranho.
Chegou a casa e encaminhou-se para o quarto. Foi a uma gaveta e tirou de lá o anel que lhe recordava a Mafalda. Foi ao espelho, olhou para o anel e disse:
- Quando estavas cá era muito mais fácil.
A figura da Mafalda apareceu no espelho. O Gonçalo por momentos assustou-se.
- Mafalda!
- Sim, sou eu. Eu vim para te dizer algumas coisas importantes.
- Sim claro, tu estás morta.
A Mafalda sorriu.
- Eu não sinto rancor pela Márcia, eu perdoei-a. Eu tinha a certeza que mais cedo ou mais tarde acabarias por perceber.
- Eu matei-a!
A Mafalda afirmou com a cabeça.
- Sim, eu sei. E ela mereceu, ela está no Inferno.
- A Elisa e a Bruna eram ajudantes dela e eu não as matei.
- Não precisavas Gonçalo, elas estão bem na prisão. Elas não foram as culpadas pela minha morte, foi a Márcia que me matou.
- Se eu tivesse percebido mais cedo...
- Não Gonçalo. A minha morte estava a chegar, ninguém podia fazer nada.
O Gonçalo respirou fundo.
- Estou com saudades tuas Mafalda, eu não tenho forças para continuar com o grupo.
- Era de prever e chamei a Diana para te ajudar mas se o grupo de assassinos não continuar sabes que o grupo de amigos continua.
- O Ricardo não matou ninguém e eu também não e tu sabes disso. A morte da professora não fui eu, eu simplesmente me fiz passar por assassino.
- Eu já sabia.
- Já sabias do Ricardo?
- Sim mas não em vida. Eu acho que deverias contar a verdade a eles e eles contarão as suas.
- Como assim?
O Gonçalo não estava a perceber.
- Mais tarde saberás do que falo. -ela sorriu.
Ele mudou de assunto.
- Quanto a nós, eu não te vou ter ninguém a te substituir.
- Vais.
- Não vou. Eu amava-te e ainda amo.
- Sim, e vais ver na cara de uma rapariga que eu sou ela. Eu antes odiava-a mas agora amo-a.
O Gonçalo olhava para a figura da Mafalda atentamente.
- Eu não vou sair da tua vida Gonçalo, isso eu te prometo. Eu vou te proteger do mal. A ti e a essa rapariga.
- Mas quem é?
- Com o tempo saberás. Eu agora tenho de ir, não tenho muito tempo. Tenho de ir falar com essa rapariga. Toma conta de ti.
- Mafalda, fica mais um pouco por favor. 
A figura da Mafalda desapareceu do espelho. O Gonçalo sentou-se numa cadeira e respirou fundo. Ele sentia muitas saudades da Mafalda. 
“A rapariga só pode ser a Diana. A Mafalda odiava-a.” -pensou ele.

Aqui está. Pronto.
O reaparecimento da Mafalda...o que acharam?

Bjs :)

18 comentários:

  1. tá fixe.
    fiquei chocado com o regresso da Mafalda,ela reencarnou do mundo dos mortos.medo!

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  2. Adorei.Lindo!Já tinha saudades da Mafalda.

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  3. ficou giro.
    nunca pensei que a mafalda voltasse.

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  4. Adorei.
    Posta logo.

    Beijos,
    Natasha Alyosha.

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  5. Adorei!
    Nunca pensei que a Mafalda reaparecesse na história.Foi pesadelo só pode.Ela não podia ter reaparecido das cinzas.
    Posta logo.

    Beijos,
    Juh :)

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  6. adorámos.foi surpreendente.

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  7. O aparecimento da Mafalda na altura certa da história.Agora fez tudo sentido.
    Continua!

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  8. Gostei muito dos capitulos.
    Nunca pensei que a Mafalda aparecesse.
    Posta logo.

    Beijos.

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