quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Novos projetos

Olá, Pessoal!
Alterei novamente a página "Projetos".

Clique na imagem para a ver em tamanho maior

Ainda não posso dar muitas informações sobre "Segredo de Sangue" e "Uma Vingança", no entanto decidi divulgar já o que terminei.
Avisando que não são contos!

Novas informações em breve!

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

História de uma Adolescente - Parte I

Olá, Pessoal!
Durante os dias de Setembro e Outubro estive a alterar alguns post antigos do blogue. Alguns erros ortográficos, coisas que me passaram na altura, foram alterados. No entanto, o enredo eu não modifiquei.

Deixo-vos, então, aqui os links do antigo projeto "História de uma Adolescente - Parte I" escrito em 2007, para que todos voltem a ler.

Capa de História de uma Adolescente - Parte I

História De Uma Adolescente (Escrito em 2007)
Sinopse: Carla é uma rapariga que deseja ir para uma universidade tendo como sua grande paixão a música, mas esconde ao pai porque ele não quer que a filha cante. A dor de ter perdido a mãe dela, cantora, foi um choque grande para ele. Entrar num relacionamento não fazia parte dos planos de Carla. Embora a sua melhor amiga, Luísa, vivesse empurrando rapazes para cima dela, ela não gostava de nenhum deles. Pelo menos até conhecer um certo rapaz. Era um amor impossível, devido ao facto de ele ser um dos alunos mais conhecidos da escola e ter, principalmente, Marta, a rapariga mais popular, de olhos nele.
Carla terá que lutar contra o seu sonho devido ao pai e contra o seu coração devido a Marta.
Género: Romance.

Post único com todos os capítulos: (Apenas para o blogue)

História de uma Adolescente - Parte I


Boa leitura! (novamente, para alguns).

domingo, 4 de novembro de 2018

Um ano do lançamento do livro Encontro com o Passado

Olá, Pessoal!
Foi há um ano o lançamento do livro "Encontro com o Passado" e não podia deixar de avisar aqui no blogue.


Obrigada a todas as pessoas que compraram o meu livro (que passou também a ser vosso) e a todas as pessoas que me acompanharam e acompanham, mesmo aquelas que não conheço pessoalmente, apenas aqui no blogue.

Para recordarem:
As fotos do lançamento: AQUI.
As palavras de agradecimento: AQUI.
Os discursos da noite: AQUI.
As perguntas e as respostas do dia do lançamento: AQUI.
O Spot Televisivo do livro: AQUI.

Obrigada!

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Descoberta Macabra (Conto)

Olá, Pessoal!
Deixo um conto que fiz para a página Ficwriter Facts.

Informações:
- Título: Descoberta Macabra

Sinopse: Teresa era uma criança quando perdeu o bisavô. A vizinha dela, uma mulher de sessenta anos com fama de ser bruxa, via o futuro, lia as cartas e falava com os mortos. Teresa não acreditava em rituais, nem em bruxaria, mas queria reencontrar o ente querido. Mal sabia o passado do familiar dela e o problema que seria em voltar a ter o espírito dele na terra.
Género: Mistério, Terror.
Classificação etária: +14.
Número de palavras: 631.


Capa de "Descoberta Macabra"

Tinha chegado a noite do dia 30 de Outubro. O vento batia nas árvores, violentamente. Teresa encaminhou-se para a casa da vizinha. A senhora de sessenta anos tinha a fama de falar com os que partiram. As más línguas falavam que ela era bruxa. A jovem não se importava com isso. Nunca acreditou nessas coisas do além, era certo, mas a vontade que tinha era maior do que isso.
Após saber que a vizinha conseguia conversar com os familiares falecidos, a rapariga de vinte anos decidiu experimentar. Não podia ser uma perda de tempo, pensava ela.
Entrar na casa da vizinha deu-lhe calafrios. Estava tudo cheio de velas, caveiras, bruxas em miniatura, cartas de tarô e mais umas quantas coisas estranhas. Respirou fundo e corou quando percebeu que a vizinha olhava para ela, séria.
– Difícil entrar aqui?
Teresa sorriu, envergonhada.
– Não. – Mentiu.
A mulher riu-se.
– Todos mentem quando entram aqui.
A vizinha pediu que entrasse e se sentasse numa cadeira em frente a uma mesa com uma vela acesa no centro. Teresa obedeceu. A mulher demorou uns segundos a sentar-se em frente a ela. Trazia um baralho de cartas e uns dados.
– Vens fazer uma leitura?
Teresa negou com a cabeça.
– Vim falar com o meu bisavô. Ele morreu há uns anos. Morreu de pneumonia. Eu gostava muito dele.
A mulher olhou Teresa, séria.
– Muito bem. Eras muito pequena quando o teu bisavô morreu. Tens alguma coisa dele?
Teresa afirmou com a cabeça e tirou um apito velho do bolso das calças.
– Coloca junto à vela, no centro da mesa. – Pediu a vizinha.
A jovem assim fez. A bruxa fechou os olhos. Silêncio fez-se sentir. Teresa assustou-se quando a vizinha abriu os olhos.
– Coloca as tuas mãos sobre as minhas com as palmas viradas para cima.
A Teresa obedeceu, novamente.  A vizinha voltou a fechar os olhos. A vela acesa estremeceu. Teresa olhou para a janela da sala. Estava fechada. Nenhuma rajada de vento poderia fazer aquilo. Voltou a olhar para a vizinha. A bruxa abriu os olhos, novamente. Parecia amargurada com alguma coisa.
– Desculpa, querida, não posso!
A vizinha levantou-se da cadeira e pediu que a jovem se levantasse também.
– Vai para casa e não fiques sozinha amanhã.
A Teresa ficou incrédula.
– A vizinha não é nada disso que dizem, pois não?
– Sou, querida, mas não posso estragar-te as memórias. Tem cuidado contigo!
A mulher fechou a porta de casa, mostrando uma certa frieza. Teresa ficou de boca aberta do lado de fora da porta. O que tinha acabado de acontecer?
Teresa voltou para casa. Não conseguiu adormecer. Passou o dia 31 com os amigos. Chegou a casa às 19 horas. As luzes da estrada já estavam acesas. Jovens pediam doce ou travessura. O irmão mais novo de Teresa tinha saído com os amiguinhos. Teresa queria ir, mas as palavras da vizinha ecoavam na mente. Olhou para a casa. Estava tentada. Queria bater à porta. Desistiu e entrou em casa.
– Mãe?
A mãe saiu de casa. A mãe da Teresa não gostava do Halloween. A jovem estava sozinha em casa. Chegou à sala. A vela perto da chaminé estava acesa. A mãe deixou aquilo aceso? Aproximou-se da vela e assoprou-a. Não conseguiu apagar a chama. Olhou para a parede branca. O reflexo da luz da chama fazia sombra. Uma frase estava legível na parede. "Morte aos Judeus" – Flávio. Flávio era o nome do bisavô. Flávio tinha matado vários judeus na Segunda Guerra Mundial. Era um homem cruel. Teresa não podia pedir para falar com o bisavô. O espírito dele não era bom. Causava dor.
A vela acesa caiu ao chão. Começou a queimar o tapete da sala. Teresa assustou-se. Não houve tempo para responder. Teresa acabou por morrer na noite do dia 31.
O espírito maligno do bisavô continuou "vivo".