quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Desafio de Agosto (Parte 2/2)

Olá, Pessoal!
Aqui está segunda parte do Desafio de Agosto.

O Desafio de Agosto consistia em fazer descrições de acordo com as imagens que surgiam.

Em baixo de cada descrição, eu digo o que achei do desafio do dia.

Vamos então aos três últimos dias.

Dia 5:


"Um quarto no topo de uma torre. Uma única janela. Paredes escuras. Porém, para quem estava do lado de fora, era uma janela linda e típica de castelos. Mal sabiam que do lado de dentro da janela estava um lugar desagradável. Uma jovem foi mantida lá em cativeiro durante toda a sua infância enquanto a madrasta usava o seu rosto no rosto da sua adorada filha. Literalmente falando. A madrasta era cirurgiã plástica e cortou o rosto da pobre jovem a deixando à mercê da escuridão. Vários segredos aquele quarto tinha. E não eram segredos bons."

- Este desafio foi um dos mais fáceis. Em vez de levar para o romantismo, levei para o mistério/suspense. Talvez desenvolve esta ideia num futuro longínquo.

Dia 6:


"- Querida neta, vou contar-te uma história de seu título "A máquina de escrever suicida". Era uma vez um escritor antisocial que escrevia de forma inocente e ingénua. O homem era um romântico e a sua escrita também revelava isso. Todos os dias às 14 horas sentava-se na sua cadeira habitual e escrevia três parágrafos, enquanto engolia pequenos goles de café quente. Certo dia, estava a escrever a palavra "agradável viagem" quando a máquina, misteriosamente, escreveu "agradável virgem". O escritor raramente se enganava e achou estranho esse seu erro. Vários dias seguintes se passaram e ele continuou a errar. Certa vez, os erros passaram a tornar-se "graves". Palavras como "morte", "mutilação", "suicídio", "assassinato" apareciam como erros. O homem ficou possesso e transformou-se por completo. Falou para a máquina: "Queres policiais?! Então, terás!". No dia seguinte, escreveu um policial inteiro sem erros por parte da máquina de escrever. O escritor sorriu e colocou o seu plano diabólico em prática. Depois desse dia, iria tentar matar a máquina de escrever. Iria escrever algo sobre uma máquina morta pelo seu escritor. Bem, nesse dia o escritor bem tentou, mas a máquina sempre o deixava enganar-se. Até que, repentinamente, dá um salto de espanto na sua cadeira. A máquina estava a escrever mais que uma palavra. Estava a escrever frases inteiras. Não teve sequer tempo para saber o que ela escrevia pois acabou caindo da cadeira, inanimado. Tinha acabado por morrer. Sabes o que estava escrito, querida neta?
A jovem abanou a cabeça, negando.
- "Era uma vez uma máquina que matou o seu escritor"

- Apresento-vos a melhor descrição! Este, provavelmente, foi o melhor dia.

Dia 7:


"Os dois exércitos misturaram-se. A guerra tinha começado. De um lado, espadas Katana, do outro, Desert Eagle calibre 50. Tiros e corpos cortados. A guerra pelo poder estava instalada. Um dos exércitos queria vencer, queria ser dono daquelas terras. E a disputa começou no lago limpo e de águas claras que se tornaram escuras e vermelhas com o tempo. Quando o último homem de um dos exércitos foi morto apenas um homem do outro exército também estava vivo.
O único sobrevivente olhou em volta, calado. Apenas a sua respiração pesada se fazia ouvir. Corpos caídos no lago agora vermelho. Não havia ninguém para ajudar o sobrevivente. E agora? Ele iria sozinho tomar o lugar? Foi no meio de perguntas que entendeu que a guerra era desnecessária. Sobreviver apenas um homem não era o que esperava. E, assim, matou-se com a sua Desert Eagle calibre 50 e jazeu naquele lago agora gelado e coberto de corpos."

- Esta descrição foi baseada no filme "Sucker Punch", pelo menos a ideia das armas usadas. A cena que descrevi não está presente no filme.

Estarei, provavelmente, a participar do Desafio de Setembro.

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