(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).
A Mafalda foi para a sala e viu que eles já estavam todos levantados com as mãos na cabeça. A Patrícia foi fazer o pequeno almoço, pois eles não conseguiam sequer se mexer sem terem de meter as mãos na cabeça.
Quando tomaram o pequeno almoço, abriram as prendas e, de seguida, saíram da casa da Mafalda e da Patrícia e a Mafalda teve de arrumar toda a bagunceira que estava na sala. Por sorte, os pais não chegaram a ver a desgraça.
O Bernardo que já estava um pouco mais lúcido, foi a casa da Carolina. Bateu à porta e a Carolina foi abrir.
– Olá! – Exclamou a Carolina.
– Olá!
– Entra. – Pediu a Carolina.
– Obrigado.
O Bernardo entrou dentro de casa.
– Os teus pais estão? – Perguntou ele.
– Não. Fica descansado.
– Podemos conversar? – Perguntou ele.
– Sim, claro.
A Carolina fechou a porta e foram os dois para a sala.
– Queres falar do quê?
– Do dia 31 de Dezembro.
Eles foram se sentar no sofá.
– Queres passar a noite comigo? – Perguntou a Carolina.
– É mais o contrário.
– O quê? Não estou a perceber. - Perguntou a Carolina.
– Vou fazer uma festa no dia 31. Vou convidar o José, a Diana, as tuas amigas, mas não te posso convidar a ti.
– Porquê?
– Porque... – Estava a pensar numa mentira para lhe dizer – ... porque vou fazer-te uma surpresa.
A cara da Carolina iluminou-se.
– A sério?
O Bernardo afirmou com a cabeça.
– Então está bem. Eu não vou à tua festa.
– Bem, era isso que eu queria dizer. Tenho de ir.
– Está bem.
O Bernardo e a Carolina foram para a porta.
– Até logo.
– Até logo.
O Bernardo foi-se embora e a Carolina ficou a pensar.
Fim do Capítulo 37.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
Capitulo 36
(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).
No dia 26 de Dezembro, às 11:30, na casa da Mafalda, ela estava a despertar. Estava com uma ressaca. Assim que viu as horas, assustou-se. Os pais chegariam às 12:00 e a casa estava numa bagunceira.
Acordou os outros, excepto o Luís, que já estava acordado. Depois de os ter acordado, foi à procura do Luís. Quando abriu a porta do quarto da irmã Patrícia, viu os dois (Patrícia e o Luís) a conversarem. Ficou irritada.
– O que se está a passar aqui? – Perguntou ela, a falar alto, mas depois pôs a mão na cabeça, com dor, pois lembrou-se que tinha estado a beber.
– Estamos a falar. – Respondeu o Luís, depois saindo para fora do quarto.
– Não penses... – Pôs a mão na cabeça outra vez e continuou a falar mais baixo – ... que vais livrar-te de mim tão facilmente, Luís.
Depois, a Mafalda olhou para a irmã.
– Gostaste do que te fiz?
– Adorei. – Respondeu, irónica.
A Patrícia ia saindo do quarto, mas a Mafalda agarrou-lhe o braço e disse-lhe:
– Se os nossos pais não estivessem a chegar, tu ficavas aqui mais um bocado.
A Mafalda largou-lhe o braço e a Patrícia saiu do quarto.
Fim do Capítulo 36.
No dia 26 de Dezembro, às 11:30, na casa da Mafalda, ela estava a despertar. Estava com uma ressaca. Assim que viu as horas, assustou-se. Os pais chegariam às 12:00 e a casa estava numa bagunceira.
Acordou os outros, excepto o Luís, que já estava acordado. Depois de os ter acordado, foi à procura do Luís. Quando abriu a porta do quarto da irmã Patrícia, viu os dois (Patrícia e o Luís) a conversarem. Ficou irritada.
– O que se está a passar aqui? – Perguntou ela, a falar alto, mas depois pôs a mão na cabeça, com dor, pois lembrou-se que tinha estado a beber.
– Estamos a falar. – Respondeu o Luís, depois saindo para fora do quarto.
– Não penses... – Pôs a mão na cabeça outra vez e continuou a falar mais baixo – ... que vais livrar-te de mim tão facilmente, Luís.
Depois, a Mafalda olhou para a irmã.
– Gostaste do que te fiz?
– Adorei. – Respondeu, irónica.
A Patrícia ia saindo do quarto, mas a Mafalda agarrou-lhe o braço e disse-lhe:
– Se os nossos pais não estivessem a chegar, tu ficavas aqui mais um bocado.
A Mafalda largou-lhe o braço e a Patrícia saiu do quarto.
Fim do Capítulo 36.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Capitulo 35
(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).
A Mafalda foi ter com os amigos e contou-lhes o que fez à irmã. Depois de ter contado, a Mafalda deu copos com vodka aos amigos. Quando chegou as 24:00 eles já estavam todos a dormir e nem sequer foram abrir as prendas.
Entretanto na casa da Carolina, ela e o Miguel estavam a abrir as prendas. O mesmo acontecia com o Francisco e a Alexandra que também estavam a passar o Natal juntos na casa dele.
Na casa da Cristiana, ela, a Mariana e a Inês estavam a desembrulhar as prendas, mas a Sofia, o Diogo e o Luís estavam já a dormir. O Natal da turma foi "normal". Não houve nada de especial.
Fim do Capítulo 35.
A Mafalda foi ter com os amigos e contou-lhes o que fez à irmã. Depois de ter contado, a Mafalda deu copos com vodka aos amigos. Quando chegou as 24:00 eles já estavam todos a dormir e nem sequer foram abrir as prendas.
Entretanto na casa da Carolina, ela e o Miguel estavam a abrir as prendas. O mesmo acontecia com o Francisco e a Alexandra que também estavam a passar o Natal juntos na casa dele.
Na casa da Cristiana, ela, a Mariana e a Inês estavam a desembrulhar as prendas, mas a Sofia, o Diogo e o Luís estavam já a dormir. O Natal da turma foi "normal". Não houve nada de especial.
Fim do Capítulo 35.
sábado, 6 de agosto de 2011
Capitulo 34
(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).
Passou um dia, às 19:00 todos chegaram a casa da Mafalda para passarem o Natal como estava combinado. A irmã gémea da Mafalda, a Patrícia esteve sempre a incomodar a Mafalda e a Mafalda a meio da noite pede-lhe para ir com ela para o quarto dela. A Patrícia segue-a e entram as duas no quarto da Mafalda. A Mafalda pega na chave que estava em cima da cómoda e tranca a porta. A Patrícia não percebendo porque é que a irmã trancou a porta, perguntou:
– O que é que estás a fazer?
– Uma coisa que tem que ser feita.
Quando a Mafalda acaba de trancar a porta vira-se para a irmã.
– Deixa-me fazer a minha festa em paz. – Disse, zangada, a Mafalda.
– Mas vocês estavam a pegar em vodka.
– Não tens nada a ver com isso. E para castigo...
A Mafalda vai ter com a irmã e começa a bater-lhe. Depois, quando vê que a Patrícia não se ia mexer, vai à porta, destranca-a e sai, trancando a porta de novo.
Fim do Capítulo 34.
Passou um dia, às 19:00 todos chegaram a casa da Mafalda para passarem o Natal como estava combinado. A irmã gémea da Mafalda, a Patrícia esteve sempre a incomodar a Mafalda e a Mafalda a meio da noite pede-lhe para ir com ela para o quarto dela. A Patrícia segue-a e entram as duas no quarto da Mafalda. A Mafalda pega na chave que estava em cima da cómoda e tranca a porta. A Patrícia não percebendo porque é que a irmã trancou a porta, perguntou:
– O que é que estás a fazer?
– Uma coisa que tem que ser feita.
Quando a Mafalda acaba de trancar a porta vira-se para a irmã.
– Deixa-me fazer a minha festa em paz. – Disse, zangada, a Mafalda.
– Mas vocês estavam a pegar em vodka.
– Não tens nada a ver com isso. E para castigo...
A Mafalda vai ter com a irmã e começa a bater-lhe. Depois, quando vê que a Patrícia não se ia mexer, vai à porta, destranca-a e sai, trancando a porta de novo.
Fim do Capítulo 34.
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