sábado, 28 de maio de 2011

Capitulo 25

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Entretanto em casa da Carolina, o Miguel já estava de saída para voltar para casa. Tinham conversado acerca dos professores, do Bernardo, dos colegas. A Carolina tinha parado de chorar, o que tinha deixado o Miguel feliz. Ele não tinha ainda acabado com a raiva que sentia do Bernardo e queria encontrá-lo o mais rápido possível.
Depressa o encontrou, pois o Bernardo ia a caminho da garagem. Foi ter com o Bernardo e deu-lhe um murro. O Bernardo ia quase cair ao chão, mas conseguiu ainda estar de pé.
 O que se passa contigo? Chegas aqui e bates, não te fiz nada. – Disse o Bernardo, zangado.
 A mim não, mas à Carolina sim. – Disse o Miguel.
 Ah, à Carolina – Perguntou o Bernardo  E o que é que tu tens a ver com isso?
 Sou amigo dela e ela contou-me que vocês namoravam. – Respondeu o Miguel, zangado.
 O quê? Pára, pára, pára. – Disse o Bernardo, muito depressa.
O Bernardo ficou uns momentos calado a tentar digerir o que tinha acabado de ouvir.
 A Carolina disse-te que eu e ela namorávamos?
 Sim. Ela disse que deveria ser segredo, mas contou-me.
 E deveria ser mesmo segredo. Agora quem devia levar um par de estalos era ela.
 Não fales assim dela e peço desculpa pelo que fiz, na verdade estava muito exaltado.
 Tudo bem. Da próxima vez vai haver porrada. – Avisou o Bernardo.
O Miguel não respondeu.
O Bernardo começou a andar e deixou o Miguel parado na rua.

***

Entretanto a Alexandra recebe uma chamada de um número desconhecido.
– Estou?
– Estou! O Bernardo diz que quer falar contigo na garagem que está perto de casa da Carolina.
Estava a dizer a Diana, mas a Alexandra não reconheceu a voz e perguntou:
 Quem é?
 É a Diana da tua turma.
 Ah! Está bem.
A Alexandra terminou a chamada e saiu de casa sem pensar no que lhe iria acontecer.


Fim do Capítulo 25.


Neste capitulo, o Bernardo e o Miguel agrediram-se e o Bernardo descobriu que a Carolina o mentiu. Será que ela vai sofrer?

Entretanto a Diana cumpre metade do plano. A Alexandra está em perigo de vida.

O que acontecerá a seguir?

sábado, 21 de maio de 2011

Capítulo 24

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Enquanto o Bernardo estava traumatizado com o que tinha ouvido, o Diogo estava à porta de casa da Inês. A Inês viu que ele estava à porta de casa e foi ter com ele.
 Olá! O que é que estás aqui a fazer?
 Eu estava a ver se querias sair. – Respondeu o Diogo.
 Eu não sei. – Disse a Inês, pensando nas suas amigas.
 Porquê?
 Porque...
A Inês queria arranjar uma desculpa depressa, mas o seu telemóvel que estava no seu bolso, salvou-a.
 Estou?
 É a Mariana. Vais fazer alguma coisa hoje à tarde?
A Inês olhou para o Diogo.
 Ah... não.
 Então vem a minha casa e vamos fazer alguma coisa.
 Está bem.
 Xau.
 Xau.
A Inês terminou a chamada e depois olhou para o Diogo.
 Desculpa, mas hoje não vai dar.
 Vais para onde?
 Vou para a casa da Mariana.
 Está bem. Xau.
 Xau.
A Inês saíu e o Diogo ainda ficou parado à porta de casa.

***

Entretanto em casa do José, o Bernardo estava ainda traumatizado com o que tinha ouvido.
 Podes repetir o que disseste, por favor? – Perguntou o Bernardo.
 Eu acho que a Sofia já sabe das regras do grupo.
 O quê? Como é que tu foste capaz, José...
 E a Carolina? Afinal não sou só eu que traí a regra nº 3 do grupo.
O Bernardo suspirou.
 José, uma coisa é eu estar com a Carolina e ela não saber de nada sobre nós, outra coisa é estar com uma pessoa e essa pessoa descobrir tudo sobre nós. A segunda coisa é o que está a acontecer entre ti e a Sofia. O que é que tu vais fazer se o Gonçalo descobrir? É uma boa pergunta, não achas?
 É, é uma boa pergunta. Mas e se o Gonçalo descobrir que tu andas com a Carolina?
 O quê? Como tu sabes isso?
O Bernardo pensava que o José já sabia que ele e a Carolina já tinham namorado, mas o José pensava que o Bernardo tinha perguntado como é que ele sabia que os dois já tinham estado juntos.
 No outro dia no parque eu vi-te com a Carolina. – Respondeu o José.
 Ah! – Disse o Bernardo.
"Ufa! Ainda bem que ele não sabe o resto da história." – Pensava o Bernardo.
Nesse momento, o telemóvel do Bernardo toca. O Bernardo vê no visor o nome da Diana. Ele foi para um sitio em que o José não o ouvisse e depois pensou: "Aqui vai bomba".
 Estou?
 Olá, Bernardo, é a Diana, era para saber quando é que vais fazer a minha condição.
 Vou ver se consigo fazê-la hoje. – Respondeu o Bernardo.
 Então, se queres saber onde está a Alexandra, ela agora está em casa. Queres que a leve para onde?
 És apressada.
 Estou a fazer isto para salvar a Carolina. Se eles sabem que tu andaste com a Carolina, o Gonçalo vai matá-la.
– Pois, eu sei.
 Então? Queres que leve a Alexandra para onde?
O Bernardo pensou um bocado e depois respondeu:
 Para aquela garagem abandonada que está perto da casa da Carolina, mas não é muito perto. A Carolina não conseguirá ouvir se a Alexandra gritar.
 Está bem, eu levo-a. Vai lá ter.
 Está bem.
O Bernardo termina a chamada e vai para a sala ter com o José.
 Então, quem era? – Perguntou o José.
 Era a Diana. – Respondeu o Bernardo.
 O que é que ela queria?
 Queria... que eu fosse a casa dela para... bebermos... bebidas alcoólicas. – Inventou o Bernardo.
 A Diana está louca. – Disse o José, a rir-se.
 Só agora é que sabes? – Perguntou o Bernardo, a rir-se.
 Por acaso não. Mas vai lá, falamos depois.
O Bernardo saiu da casa do José com um pensamento na cabeça...
O que acontecerá à Alexandra?


Fim do Capítulo 24.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Selo recebido

Olá, Pessoal!
Venho repassar o selo que recebi pela Flufy. Obrigado pelo selo :)


1º passo

Responder essas 3 perguntas pessoais:
1° Se fosse uma bolha de sabão, onde estouraria?
2° Se pudesse voltar no tempo para mudar algo que aconteceu contigo, o que mudaria?
3° Se fosse uma cor, que cor seria? Porquê?

1°: Se fosse uma bola de sabão, na verdade preferia nem estourar.
2°: Há dois anos atrás mudava o inicio do meu "cadastro" a nível sentimental.
3°: Seria o azul, porque adoro a cor e dá-me calma, principalmente o azul escuro.

2º Passo

Repassar esse selo para 5 blogs que te fazem flutuar.

Os meus indicados são:
Terror 666 (primeiros os de terror!)
Contos de terror (este blog é fantástico, mas para receber selos é complicado)
The Black hole (Vamos para as histórias com personagens conhecidas)
Uma vida, apenas (De uma amiga conhecida)
Novidades de famosos e mais... (Não podia me esquecer de algum dos blogs da Juliana Dindarova, a minha amiga e seguidora assídua).

3º Passo

Avisar a cada blogueiro o ganho do selo.
Já está a ser feito!

sábado, 23 de abril de 2011

Capítulo 23

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Em casa do José, a Sofia ainda estava à espera da resposta dele, mas alguém tinha batido à porta. Quando o José foi abrir a porta, viu o Bernardo. O José ficou com cara de "fui apanhado", mas quando viu a cara triste do Bernardo esqueceu-se que a Sofia estava em casa.
– Posso entrar? – Perguntou o Bernardo.
A Sofia gritou da sala.
 Quem é?
O Bernardo ao ouvir a voz da Sofia, olhou para o José com cara de admirado.
 Depois conto-te tudo. – Disse o José, baixo para o Bernardo, e depois gritou para a Sofia – É o Bernardo.
 Posso me ir sentar? – Perguntou o Bernardo.
 Sim. – Respondeu o José.
Eles foram para a sala de jantar e a Sofia levantou-se do sofá e disse:
 Bem, estava de saída, adeus. – Disse ela, saindo da casa do José.
O Bernardo foi sentar-se no sofá e o José fez o mesmo.
 Então? O que se passa? – Perguntou o José.
 Quero mudar as regras. – Respondeu o Bernardo.
 Do grupo?
O Bernardo fez um sim com a cabeça.
 Mas porquê? – Perguntou o José.
– Porque sim. – Respondeu ele.
O Bernardo não lhe ia contar do seu caso com a Carolina e da guerra com a Diana. O José iria contar ao resto do grupo.
 Mas como sabes eu não sou o chefe é o Gonçalo. – Disse o José.
 Aquele estúpido nem merecia ser o chefe. – Disse o Bernardo, com raiva.
 Estou de acordo.
 Para mim, quem deveria ser o chefe era eu. – Disse o Bernardo.
O José começou a rir. O Bernardo notou.
 Porque é que te estás a rir?
 Disseste uma anedota agora. – Respondeu o José, ainda a rir.
 Qual? – Perguntou o Bernardo, sem perceber.
 Tu disseste que para ti, quem deveria ser o chefe eras tu. – Disse o José, a rir.
 Ah, que engraçado. – Disse o Bernardo, com um sorriso falso.
O José ainda continuava a rir e o Bernardo lembrou-se da Sofia.
 Então, o que é que a Sofia queria de ti hoje?
O José parou de rir e ficou com cara séria.
 Ah, eu sabia que paravas de rir. – Disse o Bernardo, a rir-se.
 Pronto, está bem. – Disse o José.
 O que é que ela estava aqui a fazer? Tens a noção que ela não é do grupo, não tens? – Perguntou o Bernardo.
 Sim, tenho. Eu acho que ela já sabe das regras do grupo. – Respondeu o José.
 O quê? – Perguntou o Bernardo.
O Bernardo não estava a acreditar no que tinha ouvido.


Fim do Capítulo 23.