(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).
Em casa do José, a Sofia ainda estava à espera da resposta dele, mas alguém tinha batido à porta. Quando o José foi abrir a porta, viu o Bernardo. O José ficou com cara de "fui apanhado", mas quando viu a cara triste do Bernardo esqueceu-se que a Sofia estava em casa.
– Posso entrar? – Perguntou o Bernardo.
A Sofia gritou da sala.
– Quem é?
O Bernardo ao ouvir a voz da Sofia, olhou para o José com cara de admirado.
– Depois conto-te tudo. – Disse o José, baixo para o Bernardo, e depois gritou para a Sofia – É o Bernardo.
– Posso me ir sentar? – Perguntou o Bernardo.
– Sim. – Respondeu o José.
Eles foram para a sala de jantar e a Sofia levantou-se do sofá e disse:
– Bem, estava de saída, adeus. – Disse ela, saindo da casa do José.
O Bernardo foi sentar-se no sofá e o José fez o mesmo.
– Então? O que se passa? – Perguntou o José.
– Quero mudar as regras. – Respondeu o Bernardo.
– Do grupo?
O Bernardo fez um sim com a cabeça.
– Mas porquê? – Perguntou o José.
– Porque sim. – Respondeu ele.
O Bernardo não lhe ia contar do seu caso com a Carolina e da guerra com a Diana. O José iria contar ao resto do grupo.
– Mas como sabes eu não sou o chefe é o Gonçalo. – Disse o José.
– Aquele estúpido nem merecia ser o chefe. – Disse o Bernardo, com raiva.
– Estou de acordo.
– Para mim, quem deveria ser o chefe era eu. – Disse o Bernardo.
O José começou a rir. O Bernardo notou.
– Porque é que te estás a rir?
– Disseste uma anedota agora. – Respondeu o José, ainda a rir.
– Qual? – Perguntou o Bernardo, sem perceber.
– Tu disseste que para ti, quem deveria ser o chefe eras tu. – Disse o José, a rir.
– Ah, que engraçado. – Disse o Bernardo, com um sorriso falso.
O José ainda continuava a rir e o Bernardo lembrou-se da Sofia.
– Então, o que é que a Sofia queria de ti hoje?
O José parou de rir e ficou com cara séria.
– Ah, eu sabia que paravas de rir. – Disse o Bernardo, a rir-se.
– Pronto, está bem. – Disse o José.
– O que é que ela estava aqui a fazer? Tens a noção que ela não é do grupo, não tens? – Perguntou o Bernardo.
– Sim, tenho. Eu acho que ela já sabe das regras do grupo. – Respondeu o José.
– O quê? – Perguntou o Bernardo.
O Bernardo não estava a acreditar no que tinha ouvido.
Fim do Capítulo 23.
sábado, 23 de abril de 2011
A Escola Do Terror I
Foi feito um vídeo sobre a primeira parte da história "A Escola do Terror".
Não é muito "profissional", mas aqui está!
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Capítulo 22 (Parte 2)
(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).
– Porque eu ainda gosto dele. – Respondeu a Carolina.
– Está bem. – Disse ele, perdendo a raiva.
Entretanto o Bernardo estava na rua a pensar no que tinha feito à Carolina. Ao longe, estava a Angelina que ao vê-lo triste foi ter com ele.
– O que é que se passa? – Perguntou ela.
– Porque é que queres saber isso? – Quis saber ele, zangado.
– Quero saber porque faço parte da turma e somos todos colegas. – Respondeu ela, sem estar zangada.
– O que é que tu queres saber? Queres saber a minha vida para contares à turma, é? – Perguntou ele.
– Bernardo, eu só quero falar contigo. – Disse ela.
– Para quê? – Perguntou ele, ainda zangado.
– Para não ficares triste. – Respondeu a Angelina.
– Desculpa, mas não vou falar contigo.
E dizendo isto, foi-se embora deixando a Angelina preocupada com ele.
Fim do Capítulo 22.
Questionário:
1- O que será que o Miguel vai fazer ao Bernardo? Será que o Miguel obedece à Carolina?
2- E o Bernardo? Estará a sofrer verdadeiramente? Pela conversa dele e da Angelina acham que ele sofre com tudo isto?
3- E a Angelina? Teria segundas intenções ao ir ter com ele?
– Porque eu ainda gosto dele. – Respondeu a Carolina.
– Está bem. – Disse ele, perdendo a raiva.
Entretanto o Bernardo estava na rua a pensar no que tinha feito à Carolina. Ao longe, estava a Angelina que ao vê-lo triste foi ter com ele.
– O que é que se passa? – Perguntou ela.
– Porque é que queres saber isso? – Quis saber ele, zangado.
– Quero saber porque faço parte da turma e somos todos colegas. – Respondeu ela, sem estar zangada.
– O que é que tu queres saber? Queres saber a minha vida para contares à turma, é? – Perguntou ele.
– Bernardo, eu só quero falar contigo. – Disse ela.
– Para quê? – Perguntou ele, ainda zangado.
– Para não ficares triste. – Respondeu a Angelina.
– Desculpa, mas não vou falar contigo.
E dizendo isto, foi-se embora deixando a Angelina preocupada com ele.
Fim do Capítulo 22.
Questionário:
1- O que será que o Miguel vai fazer ao Bernardo? Será que o Miguel obedece à Carolina?
2- E o Bernardo? Estará a sofrer verdadeiramente? Pela conversa dele e da Angelina acham que ele sofre com tudo isto?
3- E a Angelina? Teria segundas intenções ao ir ter com ele?
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Capítulo 22 (Parte 1)
(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).
(Este capítulo foi dividido em dois na altura devido ao aniversário da Pâmela Gomes, uma leitora assídua do blogue)
Pam (Before The Storm)
Enquanto o José pensava em alguma coisa para dizer à Sofia, o Miguel estava a bater à porta de casa da Carolina. A Carolina estava em casa e depressa abriu a porta. Ela estava a chorar. O Miguel entrou logo dentro de casa e abraçou-a. A Carolina fechou a porta e agarrou-se a ele a chorar.
– O que é que aconteceu? – Perguntou ele.
– É o Bernardo. – Respondeu a Carolina.
– O que é que esse sacana te fez? – Perguntou o Miguel, zangado.
– Ele falou comigo hoje de manhã... e ele disse que não podia namorar comigo.
O Miguel parou de a abraçar e olhou para a Carolina com cara parva.
– É só por isso que estás a chorar?
– Não, Miguel, achavas que sim? Gritou ela.
– Pronto, está bem. Continua, mas antes vamos nos sentar.
Eles foram sentar-se no sofá da sala de jantar e ela continuou a contar o que aconteceu.
– O Bernardo disse que não podia namorar comigo, porque seria uma vergonha.
– Uma vergonha? – Perguntou o Miguel, sem perceber.
– Sim. Uma vergonha. Ele disse-me que a Mafalda e o Gonçalo não queriam que eu namorasse com ele porque eu era feia.
O Miguel ficou uns segundos calado a tentar perceber bem o que a Carolina tinha dito e depois zangado disse:
– Eu vou matar o Bernardo.
A Carolina parou de chorar.
– Não faças isso! – Pediu ela.
– Mas porquê?
(Este capítulo foi dividido em dois na altura devido ao aniversário da Pâmela Gomes, uma leitora assídua do blogue)
Pam (Before The Storm)
Enquanto o José pensava em alguma coisa para dizer à Sofia, o Miguel estava a bater à porta de casa da Carolina. A Carolina estava em casa e depressa abriu a porta. Ela estava a chorar. O Miguel entrou logo dentro de casa e abraçou-a. A Carolina fechou a porta e agarrou-se a ele a chorar.
– O que é que aconteceu? – Perguntou ele.
– É o Bernardo. – Respondeu a Carolina.
– O que é que esse sacana te fez? – Perguntou o Miguel, zangado.
– Ele falou comigo hoje de manhã... e ele disse que não podia namorar comigo.
O Miguel parou de a abraçar e olhou para a Carolina com cara parva.
– É só por isso que estás a chorar?
– Não, Miguel, achavas que sim? Gritou ela.
– Pronto, está bem. Continua, mas antes vamos nos sentar.
Eles foram sentar-se no sofá da sala de jantar e ela continuou a contar o que aconteceu.
– O Bernardo disse que não podia namorar comigo, porque seria uma vergonha.
– Uma vergonha? – Perguntou o Miguel, sem perceber.
– Sim. Uma vergonha. Ele disse-me que a Mafalda e o Gonçalo não queriam que eu namorasse com ele porque eu era feia.
O Miguel ficou uns segundos calado a tentar perceber bem o que a Carolina tinha dito e depois zangado disse:
– Eu vou matar o Bernardo.
A Carolina parou de chorar.
– Não faças isso! – Pediu ela.
– Mas porquê?
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