(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).
– Porque eu ainda gosto dele. – Respondeu a Carolina.
– Está bem. – Disse ele, perdendo a raiva.
Entretanto o Bernardo estava na rua a pensar no que tinha feito à Carolina. Ao longe, estava a Angelina que ao vê-lo triste foi ter com ele.
– O que é que se passa? – Perguntou ela.
– Porque é que queres saber isso? – Quis saber ele, zangado.
– Quero saber porque faço parte da turma e somos todos colegas. – Respondeu ela, sem estar zangada.
– O que é que tu queres saber? Queres saber a minha vida para contares à turma, é? – Perguntou ele.
– Bernardo, eu só quero falar contigo. – Disse ela.
– Para quê? – Perguntou ele, ainda zangado.
– Para não ficares triste. – Respondeu a Angelina.
– Desculpa, mas não vou falar contigo.
E dizendo isto, foi-se embora deixando a Angelina preocupada com ele.
Fim do Capítulo 22.
Questionário:
1- O que será que o Miguel vai fazer ao Bernardo? Será que o Miguel obedece à Carolina?
2- E o Bernardo? Estará a sofrer verdadeiramente? Pela conversa dele e da Angelina acham que ele sofre com tudo isto?
3- E a Angelina? Teria segundas intenções ao ir ter com ele?
quinta-feira, 14 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Capítulo 22 (Parte 1)
(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).
(Este capítulo foi dividido em dois na altura devido ao aniversário da Pâmela Gomes, uma leitora assídua do blogue)
Pam (Before The Storm)
Enquanto o José pensava em alguma coisa para dizer à Sofia, o Miguel estava a bater à porta de casa da Carolina. A Carolina estava em casa e depressa abriu a porta. Ela estava a chorar. O Miguel entrou logo dentro de casa e abraçou-a. A Carolina fechou a porta e agarrou-se a ele a chorar.
– O que é que aconteceu? – Perguntou ele.
– É o Bernardo. – Respondeu a Carolina.
– O que é que esse sacana te fez? – Perguntou o Miguel, zangado.
– Ele falou comigo hoje de manhã... e ele disse que não podia namorar comigo.
O Miguel parou de a abraçar e olhou para a Carolina com cara parva.
– É só por isso que estás a chorar?
– Não, Miguel, achavas que sim? Gritou ela.
– Pronto, está bem. Continua, mas antes vamos nos sentar.
Eles foram sentar-se no sofá da sala de jantar e ela continuou a contar o que aconteceu.
– O Bernardo disse que não podia namorar comigo, porque seria uma vergonha.
– Uma vergonha? – Perguntou o Miguel, sem perceber.
– Sim. Uma vergonha. Ele disse-me que a Mafalda e o Gonçalo não queriam que eu namorasse com ele porque eu era feia.
O Miguel ficou uns segundos calado a tentar perceber bem o que a Carolina tinha dito e depois zangado disse:
– Eu vou matar o Bernardo.
A Carolina parou de chorar.
– Não faças isso! – Pediu ela.
– Mas porquê?
(Este capítulo foi dividido em dois na altura devido ao aniversário da Pâmela Gomes, uma leitora assídua do blogue)
Pam (Before The Storm)
Enquanto o José pensava em alguma coisa para dizer à Sofia, o Miguel estava a bater à porta de casa da Carolina. A Carolina estava em casa e depressa abriu a porta. Ela estava a chorar. O Miguel entrou logo dentro de casa e abraçou-a. A Carolina fechou a porta e agarrou-se a ele a chorar.
– O que é que aconteceu? – Perguntou ele.
– É o Bernardo. – Respondeu a Carolina.
– O que é que esse sacana te fez? – Perguntou o Miguel, zangado.
– Ele falou comigo hoje de manhã... e ele disse que não podia namorar comigo.
O Miguel parou de a abraçar e olhou para a Carolina com cara parva.
– É só por isso que estás a chorar?
– Não, Miguel, achavas que sim? Gritou ela.
– Pronto, está bem. Continua, mas antes vamos nos sentar.
Eles foram sentar-se no sofá da sala de jantar e ela continuou a contar o que aconteceu.
– O Bernardo disse que não podia namorar comigo, porque seria uma vergonha.
– Uma vergonha? – Perguntou o Miguel, sem perceber.
– Sim. Uma vergonha. Ele disse-me que a Mafalda e o Gonçalo não queriam que eu namorasse com ele porque eu era feia.
O Miguel ficou uns segundos calado a tentar perceber bem o que a Carolina tinha dito e depois zangado disse:
– Eu vou matar o Bernardo.
A Carolina parou de chorar.
– Não faças isso! – Pediu ela.
– Mas porquê?
sábado, 2 de abril de 2011
Capitulo 21
(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).
Passou-se quatro dias depois do dia em que a Diana tinha ligado para o Bernardo sobre a novidade que tinha sabido pelo Miguel. Nesses quatro dias, os professores marcaram os seus testes e deram a sua aula habitual. O primeiro teste que se iria fazer era o de História no dia 19 de Outubro. Muitos alunos já estavam a pensar no dia, outros ainda pensavam que era muito cedo para se estudar. Nesses quatro dias, não houve nada de especial, a não ser a parte da Diana relembrar ao Bernardo que teria de fazer a condição dela rapidamente. O Diogo e a Inês estavam a ficar cada vez mais sozinhos e distanciados da turma. A Angelina, a Cristiana, a Mariana e a Carolina não estavam a gostar desta atitude da Inês, pois elas eram amigas e agora a Inês estava a passá-las para segundo plano. O Luís, irmão do Tiago, iria tentando seguir a Inês com o Diogo e a Mafalda discutia quase sempre com o Gonçalo. Estes quatro dias foram para esquecer...
Era Sábado e o José tinha marcado com a Sofia às 15:00 em casa dele. Os pais do José estavam a trabalhar e só chegavam à noite. Ela chegou à hora prevista em casa dele.
– Olá! – Disse ele, assim que abriu a porta.
– Olá!
– Entra. – Disse ele, fazendo um gesto com a mão para que ela entrasse.
A Sofia entrou. O José fechou a porta e foi sentar-se com ela no sofá da sala.
– Então... está tudo bem? – Perguntou a Sofia.
– Quando chega o fim de semana eu estou sempre bem. – Disse ele, a sorrir.
– Já estás a estudar história? – Perguntou a Sofia.
– Eu? Claro que não. – Respondeu ele.
– Eu já.
– Tu já? Mas é tão cedo. – Disse o José.
– Para ti parece cedo, mas para mim não. – Respondeu a Sofia, a sorrir.
Eles fizeram silêncio por um momento e depois a Sofia perguntou:
– Lembras-te daquele dia no parque?
O José fez um sim com a cabeça.
– E lembras-te que eu te perguntei se vocês tinham regras e tu disseste que sim?
O José engoliu em seco e fez um sim com a cabeça.
– Queria saber quais são essas regras. – Pediu a Sofia.
O José engoliu de novo em seco. Porque é que ela tinha de se lembrar das regras?
Ficou uns segundos calado a pensar em alguma mentira para lhe dizer.
Fim do Capítulo 21.
Mini resumo da história até ao momento:
- O Bernardo foi apanhado pela Diana a beijar a Carolina e tem que cumprir a condição que ele combinou com a Diana, ou seja, o Bernardo está com a vida complicada;
- O José foi ao parque com a Sofia e ela percebeu que eles tinham regras de grupo.
Neste capitulo, a Sofia quer saber quais são. O José não sabe o que fazer: Se não contar e inventar uma mentira, a Sofia pode tentar descobrir por outros meios ou até pode deixar passar até um tempo. Caso ele conte, a Sofia poderá ter duas reacções, ou reage mal contando a toda a gente que o grupo da sua turma é um grupo de assassinos ou até reage bem e tenta fazer com que o grupo fique anónimo.
Questionário:
1- O que será que o José irá fazer? Qual acham que será a melhor atitude do José? (não contar e inventar uma mentira ou contar independentemente da reacção dela?).
Passou-se quatro dias depois do dia em que a Diana tinha ligado para o Bernardo sobre a novidade que tinha sabido pelo Miguel. Nesses quatro dias, os professores marcaram os seus testes e deram a sua aula habitual. O primeiro teste que se iria fazer era o de História no dia 19 de Outubro. Muitos alunos já estavam a pensar no dia, outros ainda pensavam que era muito cedo para se estudar. Nesses quatro dias, não houve nada de especial, a não ser a parte da Diana relembrar ao Bernardo que teria de fazer a condição dela rapidamente. O Diogo e a Inês estavam a ficar cada vez mais sozinhos e distanciados da turma. A Angelina, a Cristiana, a Mariana e a Carolina não estavam a gostar desta atitude da Inês, pois elas eram amigas e agora a Inês estava a passá-las para segundo plano. O Luís, irmão do Tiago, iria tentando seguir a Inês com o Diogo e a Mafalda discutia quase sempre com o Gonçalo. Estes quatro dias foram para esquecer...
Era Sábado e o José tinha marcado com a Sofia às 15:00 em casa dele. Os pais do José estavam a trabalhar e só chegavam à noite. Ela chegou à hora prevista em casa dele.
– Olá! – Disse ele, assim que abriu a porta.
– Olá!
– Entra. – Disse ele, fazendo um gesto com a mão para que ela entrasse.
A Sofia entrou. O José fechou a porta e foi sentar-se com ela no sofá da sala.
– Então... está tudo bem? – Perguntou a Sofia.
– Quando chega o fim de semana eu estou sempre bem. – Disse ele, a sorrir.
– Já estás a estudar história? – Perguntou a Sofia.
– Eu? Claro que não. – Respondeu ele.
– Eu já.
– Tu já? Mas é tão cedo. – Disse o José.
– Para ti parece cedo, mas para mim não. – Respondeu a Sofia, a sorrir.
Eles fizeram silêncio por um momento e depois a Sofia perguntou:
– Lembras-te daquele dia no parque?
O José fez um sim com a cabeça.
– E lembras-te que eu te perguntei se vocês tinham regras e tu disseste que sim?
O José engoliu em seco e fez um sim com a cabeça.
– Queria saber quais são essas regras. – Pediu a Sofia.
O José engoliu de novo em seco. Porque é que ela tinha de se lembrar das regras?
Ficou uns segundos calado a pensar em alguma mentira para lhe dizer.
Fim do Capítulo 21.
Mini resumo da história até ao momento:
- O Bernardo foi apanhado pela Diana a beijar a Carolina e tem que cumprir a condição que ele combinou com a Diana, ou seja, o Bernardo está com a vida complicada;
- O José foi ao parque com a Sofia e ela percebeu que eles tinham regras de grupo.
Neste capitulo, a Sofia quer saber quais são. O José não sabe o que fazer: Se não contar e inventar uma mentira, a Sofia pode tentar descobrir por outros meios ou até pode deixar passar até um tempo. Caso ele conte, a Sofia poderá ter duas reacções, ou reage mal contando a toda a gente que o grupo da sua turma é um grupo de assassinos ou até reage bem e tenta fazer com que o grupo fique anónimo.
Questionário:
1- O que será que o José irá fazer? Qual acham que será a melhor atitude do José? (não contar e inventar uma mentira ou contar independentemente da reacção dela?).
sábado, 19 de março de 2011
Capítulo 20
(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).
O resto das aulas correu bem. A professora Teresa e a professora Piedade deram as suas aulas sem problemas. Os alunos foram para casa, mas nem todos. A Diana foi ter com o Miguel para saber informações sobre a Carolina.
– Preciso de falar a sós, pode ser? – Perguntou ela.
– Sim. – Respondeu o Miguel, indo para um sitio da escola em que ninguém da turma os pudesse ver.
– Já podes falar. – Disse ele.
– Diz-me o que sabes sobre a Carolina. – Pediu a Diana, com cara séria.
– O que queres saber exactamente?
– Quero saber os pormenores do seu namoro com o Bernardo. – Respondeu a Diana.
– O namoro deles não era segredo? – Perguntou o Miguel, admirado.
– Sim, mas sabes como é... os amigos contam aos amigos. – Respondeu ela, a inventar.
– Pois. Eles beijaram-se no Sábado e parece que o namoro deles não ficou lá muito bem. De momento é tudo o que sei. – Disse o Miguel.
– Beijaram-se no Sábado? – Perguntou a Diana, não querendo acreditar.
– Sim. – Respondeu ele.
A Diana ficou uns segundos a tentar digerir tudo o que tinha ouvido, depois começou a falar.
– Ah... obrigado. – Disse ela, indo embora.
A Diana foi para casa e pegou logo no telemóvel. Tinha de ligar ao Bernardo o mais depressa possível. O Bernardo e a Carolina beijaram-se e ela não soube de nada? Ela estava muito zangada. O Bernardo não demorou muito a atender a chamada.
– Olá! – Disse ela.
– Olá! Nós vimo-nos na escola, Diana.
– Eu sei, mas aquilo que acabei de saber foi um choque.
– O que é que acabaste de saber? – Perguntou ele.
– Tu e a Carolina beijaram-se no Sábado e eu não soube de nada?
– Diana, a tua condição foi: se eu e a Carolina nos beijarmos eu tinha de fazer a tua condição que era raptar a Alexandra. Não disseste para eu te dizer quando beijei ou não a Carolina. são coisas diferentes. – Disse o Bernardo, com voz zangada.
– Bernardo, pensa comigo se tens cérebro, eu disse: se tu e a Carolina se beijarem. Tu terias de me contar.
– Desculpa Diana, mas como tu andas muito cusca por estes dias, eu pensava que já soubesses. – Disse o Bernardo, irónico.
– Não me irrites! – Gritou a Diana.
– Então não me ligues.
E dizendo isto, o Bernardo terminou a chamada. A Diana pensava: "Ai, Bernardo, isto não fica assim".
Fim do Capítulo 20.
Questionário:
1- O que fará a Diana?
O resto das aulas correu bem. A professora Teresa e a professora Piedade deram as suas aulas sem problemas. Os alunos foram para casa, mas nem todos. A Diana foi ter com o Miguel para saber informações sobre a Carolina.
– Preciso de falar a sós, pode ser? – Perguntou ela.
– Sim. – Respondeu o Miguel, indo para um sitio da escola em que ninguém da turma os pudesse ver.
– Já podes falar. – Disse ele.
– Diz-me o que sabes sobre a Carolina. – Pediu a Diana, com cara séria.
– O que queres saber exactamente?
– Quero saber os pormenores do seu namoro com o Bernardo. – Respondeu a Diana.
– O namoro deles não era segredo? – Perguntou o Miguel, admirado.
– Sim, mas sabes como é... os amigos contam aos amigos. – Respondeu ela, a inventar.
– Pois. Eles beijaram-se no Sábado e parece que o namoro deles não ficou lá muito bem. De momento é tudo o que sei. – Disse o Miguel.
– Beijaram-se no Sábado? – Perguntou a Diana, não querendo acreditar.
– Sim. – Respondeu ele.
A Diana ficou uns segundos a tentar digerir tudo o que tinha ouvido, depois começou a falar.
– Ah... obrigado. – Disse ela, indo embora.
A Diana foi para casa e pegou logo no telemóvel. Tinha de ligar ao Bernardo o mais depressa possível. O Bernardo e a Carolina beijaram-se e ela não soube de nada? Ela estava muito zangada. O Bernardo não demorou muito a atender a chamada.
– Olá! – Disse ela.
– Olá! Nós vimo-nos na escola, Diana.
– Eu sei, mas aquilo que acabei de saber foi um choque.
– O que é que acabaste de saber? – Perguntou ele.
– Tu e a Carolina beijaram-se no Sábado e eu não soube de nada?
– Diana, a tua condição foi: se eu e a Carolina nos beijarmos eu tinha de fazer a tua condição que era raptar a Alexandra. Não disseste para eu te dizer quando beijei ou não a Carolina. são coisas diferentes. – Disse o Bernardo, com voz zangada.
– Bernardo, pensa comigo se tens cérebro, eu disse: se tu e a Carolina se beijarem. Tu terias de me contar.
– Desculpa Diana, mas como tu andas muito cusca por estes dias, eu pensava que já soubesses. – Disse o Bernardo, irónico.
– Não me irrites! – Gritou a Diana.
– Então não me ligues.
E dizendo isto, o Bernardo terminou a chamada. A Diana pensava: "Ai, Bernardo, isto não fica assim".
Fim do Capítulo 20.
Questionário:
1- O que fará a Diana?
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