(
Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).
Tinha passado um dia. Era já segunda-feira. Todos os alunos do 9º C estavam na escola às 13:15, pois iriam começar a ter língua-portuguesa na sala 10. Era dia 21 de Setembro, a segunda semana de aulas.
Quando as campainhas tocaram, os alunos foram para a sala e sentaram-se nas cadeiras. A professora quando entrou na sala, saudou os alunos e disse logo o que se iria dar naquela aula: a organização da biblioteca de turma e a marcação dos testes para o 1º período. Os testes ficaram marcados para o dia 28 de Outubro e para o dia 2 de Dezembro. Logo de seguida falou em que é que consistia a biblioteca de turma. A biblioteca de turma era onde os alunos trocavam os livros entre si e liam até certo dia. A professora, no final da aula, pediu para que os alunos trouxessem livros que tinham em casa para ficarem na biblioteca de turma. Os alunos assim que ouviram a professora, saíram da sala e foram para o intervalo. A Carolina foi ter com o Bernardo, séria.
– Olá.
– Olá.
– Disse ele, com voz séria.
– Está tudo bem?
– Perguntou a Carolina.
– Sim. Vamos falar longe do Gonçalo e da Mafalda.
– Disse ele, avançando para um corredor onde os amigos não os pudessem ver.
– O que é que queres saber?
– Perguntou ele, um pouco zangado.
– Calma! Eu só quero falar.
– Avisou ela, notando que o Bernardo estava zangado.
– Então fala.
– Disse ele, não deixando de ficar zangado.
– Olha...
– Fez uns segundos de silêncio, olhando para o chão
– O que se passou no Sábado foi...
O Bernardo não a deixou terminar a frase.
– ... Foi uma tolice.
A Carolina olhou para ele.
– Para ti foi uma tolice?
– Perguntou-lhe.
– Não. Para mim foi um dia para esquecer.
– Respondeu ele.
– Para mim também.
– Concordou a Carolina, baixando o olhar para o chão.
– Deves agora estar a perguntar se este namoro vai dar alguma coisa, não é?
– Perguntou ele, deixando de ficar zangado.
A Carolina fez um sim com a cabeça.
– Eu acho que...
– O Bernardo fez uma pausa e olhou para o seu lado direito. A Diana estava lá... e sorria com a situação.
– Eu acho que devemos continuar.
– Disse a Carolina, voltando a olhar para ele.
O Bernardo olhou admirado para a Carolina.
– Continuar?
– Perguntou ele, olhando depois para o seu lado direito. A Diana tinha deixado de sorrir e estava a olhar séria para a situação.
– Sim. Eu sei que isto não começou na devida situação e quero ter pelo menos uma segunda hipótese.
– Disse ela.
A Diana ao ouvir: "Quero ter pelo menos uma segunda hipótese" começou a sorrir. O Bernardo deixou de olhar para a Diana e olhou para a Carolina.
– Eu concordo.
– Disse o Bernardo.
A Carolina beijou-o sem que o Bernardo pudesse travá-la e a Diana sorriu. A Diana pensava: "Agora é que o Bernardo tem de fazer a minha condição, se não a fizer vou contar a toda a gente o segredo dele".
A Carolina assim que acabou de beijá-lo, foi-se embora e deixou o Bernardo ainda parado a pensar. A Diana quando viu que a Carolina já estava longe, foi ter com o Bernardo.
– Estás preparado para cumprir a minha condição?
– Perguntou ela, com um sorriso falso.
– Aquilo não foi nada, Diana.
– Respondeu o Bernardo.
– Lá estás tu com as tuas ideias. Eu disse que se vocês se beijarem tu tinhas de cumprir a minha condição.
– Disse ela.
– Está bem. Eu faço a tua condição.
– Disse o Bernardo, a ir-se embora.
A Diana tinha o mesmo sorriso falso na cara.
Fim do Capítulo 19.
O Bernardo fará ou não a condição da Diana? E o que acontecerá à Carolina?
Se vocês tivessem que optar pela personagem da Diana ou do Bernardo optariam por qual? Digam qual a razão porque optaram essa personagem. Imaginem-se na pele de um e de outro e digam qual seria melhor/com qual sobreviveriam mais tempo.