Olá, Pessoal!
Foi criado um blogue apenas virado para o terror e o sobrenatural.
TERROR 666
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domingo, 20 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Música da Semana!
Olá, Pessoal!
A música desta semana é a do Will.I.Am.
Para a semana não haverá música da semana, e não sei quando retomará.
A música desta semana é a do Will.I.Am.
Para a semana não haverá música da semana, e não sei quando retomará.
domingo, 30 de janeiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
Capítulo 18
(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).
A Carolina foi para casa e viu o Miguel ao pé da sua porta.
– Olá! – Saudou ela.
– Olá! Queria falar contigo, por isso é que estou aqui. – Explicou o Miguel.
– Estás aqui há muito tempo? – Perguntou a Carolina.
– Não. – Respondeu ele.
– Ainda bem. – Disse ela.
A Carolina abriu a porta e disse:
– Entra.
– Obrigado.
O Miguel entrou em casa da Carolina.
– Então, o que queres falar? – Perguntou a Carolina, sentando-se no sofá.
– Os teus pais não estão cá? – Perguntou ele.
– Pelos vistos, não. Estão a trabalhar. – Respondeu ela.
O Miguel sentou-se ao lado dela no sofá.
– Como vai o namoro com o Bernardo? – Perguntou ele.
– Vai terrível. Isto de o namoro ser segredo dá comigo em doida. – Respondeu a Carolina.
– Vais aguentar. Acho eu. – Disse ele.
A Carolina riu-se.
– Nós até nos beijámos, mas depois no parque correu tudo mal. – Disse a Carolina, parando de rir.
– No parque? – Perguntou o Miguel.
– Sim. – Respondeu a Carolina.
A Carolina disse tudo o que tinha acontecido desde a ida à casa do Bernardo até que a Mafalda e o Gonçalo os apanharam no parque. Assim que acabou de contar tudo, o Miguel falou:
– Isso foi mau.
– Eu sei. Eu estou a ver que o nosso namoro vai acabar depressa. Mas o pior é que estou a gostar dele. – Disse a Carolina.
– Pois. Isso é muito mau. – Disse o Miguel.
Eles continuaram a falar o resto da tarde, muito contentes.
Entretanto em casa do Bernardo, a Mafalda, o Gonçalo, a Diana e o Bernardo estavam a conversar, ou melhor, a discutir.
– O que é que aconteceu a vocês os dois? – Perguntou o Gonçalo, zangado e a falar alto.
– Estávamos só no parque. – Respondeu o Bernardo.
– Porque é que a Carolina estava contigo, Bernardo? Ela não é do grupo. – Disse o Gonçalo, irritado.
– Nós vimo-nos por acaso. – Respondeu o Bernardo, a olhar para a Diana. Ele sabia que estava a mentir e não queria que a Diana dissesse a verdade.
– E tu, Diana? O que tens a dizer a isto? – Perguntou o Gonçalo.
A Mafalda virou-se para o Gonçalo.
– Quem faz as perguntas à Diana sou eu, Gonçalo. – Disse a Mafalda, depois virando-se para a Diana – Responde à pergunta que o Gonçalo te fez.
– Eu não tenho nada a dizer. – Respondeu a Diana.
– Espero bem que isto não se volte a repetir. Eu tenho de falar também com o José. – Disse o Gonçalo.
– Com o José? – Perguntou o Bernardo.
– Sim. Eu e a Mafalda vimos o José com a Sofia. – Respondeu ele.
O Bernardo fez uma cara de espantado.
– Que isto não se repita. – Avisou a Mafalda.
O Gonçalo e a Mafalda encaminharam-se para a porta e saíram da casa do Bernardo deixando a Diana e o Bernardo completamente sozinhos.
A Carolina foi para casa e viu o Miguel ao pé da sua porta.
– Olá! – Saudou ela.
– Olá! Queria falar contigo, por isso é que estou aqui. – Explicou o Miguel.
– Estás aqui há muito tempo? – Perguntou a Carolina.
– Não. – Respondeu ele.
– Ainda bem. – Disse ela.
A Carolina abriu a porta e disse:
– Entra.
– Obrigado.
O Miguel entrou em casa da Carolina.
– Então, o que queres falar? – Perguntou a Carolina, sentando-se no sofá.
– Os teus pais não estão cá? – Perguntou ele.
– Pelos vistos, não. Estão a trabalhar. – Respondeu ela.
O Miguel sentou-se ao lado dela no sofá.
– Como vai o namoro com o Bernardo? – Perguntou ele.
– Vai terrível. Isto de o namoro ser segredo dá comigo em doida. – Respondeu a Carolina.
– Vais aguentar. Acho eu. – Disse ele.
A Carolina riu-se.
– Nós até nos beijámos, mas depois no parque correu tudo mal. – Disse a Carolina, parando de rir.
– No parque? – Perguntou o Miguel.
– Sim. – Respondeu a Carolina.
A Carolina disse tudo o que tinha acontecido desde a ida à casa do Bernardo até que a Mafalda e o Gonçalo os apanharam no parque. Assim que acabou de contar tudo, o Miguel falou:
– Isso foi mau.
– Eu sei. Eu estou a ver que o nosso namoro vai acabar depressa. Mas o pior é que estou a gostar dele. – Disse a Carolina.
– Pois. Isso é muito mau. – Disse o Miguel.
Eles continuaram a falar o resto da tarde, muito contentes.
***
Entretanto em casa do Bernardo, a Mafalda, o Gonçalo, a Diana e o Bernardo estavam a conversar, ou melhor, a discutir.
– O que é que aconteceu a vocês os dois? – Perguntou o Gonçalo, zangado e a falar alto.
– Estávamos só no parque. – Respondeu o Bernardo.
– Porque é que a Carolina estava contigo, Bernardo? Ela não é do grupo. – Disse o Gonçalo, irritado.
– Nós vimo-nos por acaso. – Respondeu o Bernardo, a olhar para a Diana. Ele sabia que estava a mentir e não queria que a Diana dissesse a verdade.
– E tu, Diana? O que tens a dizer a isto? – Perguntou o Gonçalo.
A Mafalda virou-se para o Gonçalo.
– Quem faz as perguntas à Diana sou eu, Gonçalo. – Disse a Mafalda, depois virando-se para a Diana – Responde à pergunta que o Gonçalo te fez.
– Eu não tenho nada a dizer. – Respondeu a Diana.
– Espero bem que isto não se volte a repetir. Eu tenho de falar também com o José. – Disse o Gonçalo.
– Com o José? – Perguntou o Bernardo.
– Sim. Eu e a Mafalda vimos o José com a Sofia. – Respondeu ele.
O Bernardo fez uma cara de espantado.
– Que isto não se repita. – Avisou a Mafalda.
O Gonçalo e a Mafalda encaminharam-se para a porta e saíram da casa do Bernardo deixando a Diana e o Bernardo completamente sozinhos.
– Fomos apanhados. – Disse a Diana, passado uns segundos.
– A culpa foi tua, não devias andar atrás de mim e da Carolina. – Avisou o Bernardo.
– Ai, agora a culpa é minha? Tu é que trais a regra e eu é que sou a culpada. Linda conclusão. – Disse a Diana, irónica.
– Se tu não andasses atrás de nós, eles não desconfiavam de nada. – Gritou o Bernardo.
– Não grites comigo! – Gritou a Diana também.
Fizeram um momento de silêncio e a Diana continuou a falar normalmente.
– Eles viam-te na mesma com a Carolina, se eu não estivesse lá.
– Tens razão, estávamos todos no mesmo sitio, há mesma hora. – Concordou o Bernardo.
– É só para saberes que a minha condição ainda está viva. E podes ter de a fazer a qualquer momento. – Relembrou a Diana.
– Eu não a vou fazer – Disse o Bernardo – Acho que o meu namoro com a Carolina vai acabar. Acho que aquilo foi só uma 'curte' de quatro dias.
– Então as condições que eu fiz não valeram de nada? – Perguntou a Diana.
– Não valeram de nada. – Respondeu ele.
– Mas ela de certeza que quer fazer as pazes. – Disse a Diana, saindo de casa do Bernardo.
O Bernardo ficou parado, a pensar sobre tudo o que se tinha passado no parque.
Fim do Capítulo 18.
– A culpa foi tua, não devias andar atrás de mim e da Carolina. – Avisou o Bernardo.
– Ai, agora a culpa é minha? Tu é que trais a regra e eu é que sou a culpada. Linda conclusão. – Disse a Diana, irónica.
– Se tu não andasses atrás de nós, eles não desconfiavam de nada. – Gritou o Bernardo.
– Não grites comigo! – Gritou a Diana também.
Fizeram um momento de silêncio e a Diana continuou a falar normalmente.
– Eles viam-te na mesma com a Carolina, se eu não estivesse lá.
– Tens razão, estávamos todos no mesmo sitio, há mesma hora. – Concordou o Bernardo.
– É só para saberes que a minha condição ainda está viva. E podes ter de a fazer a qualquer momento. – Relembrou a Diana.
– Eu não a vou fazer – Disse o Bernardo – Acho que o meu namoro com a Carolina vai acabar. Acho que aquilo foi só uma 'curte' de quatro dias.
– Então as condições que eu fiz não valeram de nada? – Perguntou a Diana.
– Não valeram de nada. – Respondeu ele.
– Mas ela de certeza que quer fazer as pazes. – Disse a Diana, saindo de casa do Bernardo.
O Bernardo ficou parado, a pensar sobre tudo o que se tinha passado no parque.
Fim do Capítulo 18.
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