AVISO...

Olá Pessoal!

Já avisei na Página do Facebook e decidi avisar no blogue também.

Na página Livros têm os links onde poderão comprar o livro "A Escola do Terror".


Aviso mais uma vez que tem alterações ao que está no blogue!


Obrigada.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Desafio de Abril (Parte 2)

Olá, Pessoal!
Deixo aqui as minhas respostas para o Desafio de Abril da página Ficwriter Facts.

Parte 1 Aqui.

Créditos a Ficwriter Facts

Desafio de Abril era sobre drabbles, aquelas histórias curtas com mínimo de 100 palavras e máximo de 200.

AVISO: Participei até ao último dia.

Dia 5: Família

"A Sandra sentiu frio quando saiu de casa e dirigiu-se para o carro. Estavam perto de 10 graus àquela hora da manhã. A jovem ouviu a irmã assim que entrou no calor acolhedor do carro.- Por tua causa vamos chegar atrasadas.
- Se chegássemos a culpa seria tua que não te preparaste cedo.
A Marta não conseguia irritar a irmã com a sua falta de pontualidade.
- Vai ser estranho ver-te na escola.
- Eu era aluna.
- Tu já foste aluna. O teu português está péssimo.
- Para quem é católica, adora falar dos erros dos outros. – Respondeu Sandra, à altura.
- É gosto muito, não é adoro. – Advertiu Marta.
- As palavras são sinónimas.
- És horrível!
- Somos irmãs. Está no sangue de ambas. Está bom para ti este português?! – A Sandra já brincava com a situação enquanto a Marta continuava chateada com o erro da irmã.
- Gostava de ter resposta rápida como tu.
- Devias ter tomado atenção às aulas de Filosofia. Os professores dessa disciplina ensinam uma coisa chamada retórica. É uma disciplina que vais precisar para a tua vida futura. Uma das poucas.
A Marta só revirou os olhos."

- Esta drabble até foi fácil, embora ter ficado pensativa durante alguns minutos em busca de ideias.

Dia 6: Amizade

"- O que tu fizeste foi ridículo!
- Mas querias que eu fizesse o quê? Que mantivesse um segredo ridículo quando estamos à procura de um assassino?
O João não respondeu e o Hélder continuou.
- Tu sabes como eu sou: distraído, um pouco idiota. Somos colegas. Eu admito que sou assim e tu sabes bem. Eu não me veria a trabalhar com mais ninguém sem ser contigo. Confio em ti para tomar as grandes decisões porque já nos conhecemos há muito tempo. Tenho uma sorte enorme por te ter conhecido.
O João sentiu os olhos húmidos graças às palavras do seu colega e amigo.
- Eu sei, eu sei. Eu também sinto o mesmo. Tu foste e és um grande colega e amigo. Às vezes ages sem pensar, é verdade, mas és tu e isso nunca irá mudar... – Ele fez uma breve pausa – E agora vamos parar com isto e voltar a ter cabeça para o caso.
- O nosso fofo assassino!
O João riu-se. O Hélder nunca mudou e nunca irá mudar. Às vezes o agente questiona-se como é que o colega conseguiu ser polícia. Pelo menos arriscar ele arrisca, uma qualidade para um agente."

- Eu declarei este dia como uma tentativa falhada de escrever uma drabble com este tema. Isto é amizade, mas, nos tempos que correm, poderia sugerir uma relação homossexual. Fica a vosso critério!

Dia 7: Uma cena que represente algo que você já viveu como escritor(a)

"A minha família decidiu socializar na sala e eu decidi ir para o meu quarto escrever. Sentei-me perto da secretária, peguei numa caneta e comecei a escrever. A inspiração estava a seguir o rumo certo e eu escrevia sem parar. Minutos depois, ouço passos perto do quarto. O meu pai entrou a perguntar pelos fones. Levantei-me da cadeira, peguei nos fones que estavam numa caixa perto da cama e entreguei-lhe.
Voltei-me a sentar na cadeira e retomei a escrita.
Segundos depois foi a minha mãe a entrar no meu quarto.
- Tens a revista desta semana contigo?
- Sim. Queres? – Perguntei, já a perder a paciência.
Ela afirmou e eu levantei-me novamente da cadeira, peguei na revista e dei à minha mãe. Ela saiu do quarto e eu voltei a escrever.
Minutos depois, o meu cão apareceu. Fiz de conta que não o vi a entrar no quarto e continuei a escrever. Ele ficou a olhar para mim, pressionando. Respirei fundo antes de olhar para ele.
- O que queres?
Ele só ficou a olhar para mim.
Levantei-me da cadeira e levei-o à rua. Já satisfeito, voltei ao quarto e sentei-me. Nesse momento, a inspiração desapareceu..."

- Esta foi simples demais. Só descrevi o dia a dia!

E foi assim o Desafio de Abril.

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