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Olá Pessoal!

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Na página Livros têm os links onde poderão comprar o livro "A Escola do Terror".


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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Capítulo 13 - "Eles morreram!"

Olá Pessoal!
Obrigada pelos comentários. Li todos com carinho. Agradeço a quem já vai dando palpites. Não posso dizer se alguns acertaram ou não, obviamente, mas espero que continuem a ler.
A comédia vai continuar, mesmo havendo o mistério presente, respondendo especialmente à Ana Beatriz, a leitora do Vasco.

Sophia: Obrigada pelo comentário. Andas desaparecida! Do que é feito do teu blog?

Quanto à votação para a próxima história, História de uma Adolescente - Parte II continua a vencer.
Quem ainda não votou pode ainda votar.

Lembrando que as histórias são:
Dupla Fatal;
História de uma Adolescente - Parte II (A primeira parte pode ser lida AQUI, caso ainda não tenha lido)
OU
Memórias Guardadas.
Para puderem tomar a decisão têm o género delas na página "Histórias".

E fiquem agora com o Capítulo 13. O título em si já parece desvendar alguma coisa... ou não?

Capítulo 13 - "Eles morreram!"

Enquanto cada vez mais anoitecia, mais as situações estranhas ocorriam. O Bruno e o César apresentaram o seu último jogo, que teve a "aparição" do tal velho que se dizia dono do terreno.
- Vocês nunca mais param com essa brincadeira?!
Foi com esta frase que ele apareceu com um olhar cortante e afastou-se logo de seguida.
- O que diabos foi isto? - perguntou o André, engolindo em seco.
- Está doido! É um psicopata! - exclamou o Bruno.
- Isto é demasiado louco para mim. Já chega de festa. Vou-me embora daqui! - disse a Luísa.
- Também eu. - falou a Cátia.
- Não sejam paranóicas. Era só um homem! - disse o André.
- Paranóicas? - começou a Luísa - Não têm olhos? Estão doidos! Aquele louco entrou aqui de meter medo! Fiquem se quiserem. Eu vou-me embora.
- E a Raquel? - perguntou o André.
- O quê?
- Não a podem deixar aqui.
- Provavelmente deve andar por aí. - disse o César.
- Sim, e o Simão também. - acrescentou o Luís.
- Também não o viste? - perguntou o André ao amigo.
O Luís negou com a cabeça.
- Onde é que estás, "anjo de Charlie"? - gritou o Bruno.
- Podes ser sério durante 5 minutos, pelo menos? - perguntou a Luísa ao Bruno.
Ele aproximou-se da Luísa.
- Quanto tempo disseste?
- Porque não cresces?
- Não quero. Queres brigar?
- Ei, calma! Sem discussões! Vamos fazer o seguinte: Iremos lá fora procurar a Raquel e o Simão, depois voltamos todos aqui e quem quiser ficar, fica, quem quiser ir, vai. - disse o André.
Todos afirmaram e saíram, separando-se cada um para um lado.

***
- Viste-a? - perguntou a Luísa vendo a Cátia, minutos mais tarde.
- Não, ainda não. - respirou fundo - Não posso crer que ela tenha feito isto connosco.
A Luísa riu-se.
- Sabes que ela fez ao André?
- O quê? A sério?
- Sim. Ouvi ele a falar ao Luís e ao Simão.
- Pois, também estou à procura do Simão. Onde é que ele se meteu?
A Luísa parou de andar. A Cátia, que estava distraída ainda a rir, percebeu mais tarde que a amiga tinha parado.
- O que se passa?
- Aquilo ali é uma cabana? - perguntou, a apontar.
A Cátia seguiu o dedo da amiga e avistou também a pequena casa.
- Temos vizinhos aqui? - perguntou a Cátia.
- Parece que sim. Talvez eles saibam onde está a nossa amiga.
Elas aproximaram-se da pequena casa e de seguida olharam-se.
- Quem vai abrir a porta? - perguntou a Luísa.
- Tu. - respondeu a outra com medo.
- Abro eu. - disse a Luísa.
- E se estiver alguém lá dentro?
A Luísa respirou fundo e simplesmente abriu a porta. Levou um choque quando viu a Raquel e o Simão a caírem em cima dela, mortos. Ela quase sem pele e ele, sem cabeça. Ambas gritaram e saíram dali a correr.
Os rapazes ficaram assustados com os gritos delas.
- O que é que aconteceu? - perguntou o André, que estava ao lado do Luís.
- Nós, nós vimos...
Elas não tiveram capacidade de dizer nada, apenas os arrastaram para perto do Bruno e do César que estavam no local da festa.
- E se tudo isto que nos está a acontecer seja um sonho? Tudo desapareceu, tudo evaporou e nós aqui, abandonados no mundo. - dizia o Bruno, um pouco bêbado.
- Não, não pode ser.
- Porque não?
- É impossível sonharmos o mesmo. Os outros desapareceram porquê?
- Porque acordaram.
O César olhou para o amigo e sorriu.
- Agora tiveste razão.
Os dois já não se importavam em encontrarem o Simão e a Raquel, estavam completamente bêbados.
- Estás a ouvir alguma coisa? - perguntou o Bruno a ouvir os gritos das raparigas.
- Eles morreram! - gritaram elas quando já estavam perto deles.
- Quem? - perguntou o César, assustado.
O André e o Luís trocaram olhares.
- Vocês têm a certeza disso? - perguntou o André.
Elas arrastaram-os para a pequena casa, onde tinham visto os dois. Nada! Eles já não estavam lá.
- Mas...mas...nós não estamos malucas! Nós vimos os dois mortos. O Simão estava sem cabeça e a Raquel estava...estava... - dizia a Cátia.
- Estavam mesmo aqui.
- Pois já não estão. - disse o Bruno parecendo pouco preocupado.
- Pára de beber, idiota! Larga essa cerveja! - revoltou-se a Luísa atirando a garrafa de cerveja da mão do Bruno e atirando-a para o chão.
- Oh! A minha cerveja! - exclamou ele, baixando-se para apanhar a garrafa.
Ela colocou a mão na cabeça e virou-se para o André e para o Luís.
- Eles estavam aqui! Eu não iria mentir.
- Poderiam estar a brincar! - exclamou o André, não acreditando em nada daquilo.
- Não, não acho que elas brincavam com uma coisa destas. - defendeu o Luís.
- Por favor! Devemos ir à polícia! - disse a Cátia.
- Vão vocês. Não vão acreditar. Ninguém vai acreditar. Nós não vimos nada. - disse o César.
Elas olharam-se desesperadas.
- Isso deve ser brincadeira! - exclamou o César.
- Alguém os matou! Não é nenhuma brincadeira! - gritou a Luísa.
- E onde estão os cadáveres? - perguntou o Bruno.
- Não quero saber, eu vou-me embora. Sem cadáver como dizemos à polícia? - perguntou a Cátia para a amiga.
- Não sei, só sei que esta festa está muito estranha e que vou-me embora! - disse a Luísa - Vocês vêm connosco?
O Bruno e o César riram-se.
- Vocês são uns psicopatas! - exclamou a Luísa.
- Eu vou convosco. - disse o André.
- Então vamos embora. - disse a Luísa levando consigo a Cátia e o André para o seu carro, afastando-se do Bruno e do César.
Os dois amigos riram-se.
- Oh, os cadáveres! - exclamou o Bruno, a rir.

Aqui está. Pronto.
Espero que tenham gostado.
O que acharam? Quem é o assassino?! Alguma ideia mais elaborada?

O excerto/trecho (PT/BR) do Capítulo 14 vem no Domingo, 17 de Maio. E apenas será postado na Página do Facebook.
Até lá.
Beijos.

22 comentários:

  1. "O André e o Luís trocaram olhares."
    Esta parte foi estranha. Podem ser eles.

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  2. Continuo a pensar que é o João Paulo.

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  3. tá lindo.
    posta logo.

    beijos,
    Nataha Alyosha.

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  4. A conversa do César e do Bruno eheheheh! Morri de rir!
    Postem logo! Estou a adorar esse mistério também.

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  5. olha, na verdade, continuo a pensar que é o joão paulo. ele nem foi falado nesse capitulo.

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  6. O velho deu medo.
    Ninguém acreditou nelas?! Coitadas!
    A história está a terminar? :(

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  7. Já não sei o que pensar...
    Só o André vai com elas para o carro? Será que ele é o assassino e quer fugir?

    Beijos.

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  8. Eu vou continuar a pensar no João Paulo.
    Fico chocada por saber que as duas amigas não mostraram que fosse verdade. Não podem ser o André e o Luís porque elas foram ter precisamente com eles, logo eles não poderiam estar ali ao mesmo tempo a levar os corpos embora enquanto elas foram a gritar à procura deles.

    Beijos.

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  9. será que é o André e o Luís?

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  10. Ou é o velho ou o João Paulo. Fico só com eles como suspeitos.

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  11. Eu continuo a pensar no João Paulo mas a troca de olhares entre o André e o Luís é suspeito.

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  12. Acho que é o João Paulo mas o André e o Luís... não sei não.
    Posta logo.

    Beijos,
    Juh :)

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  13. Continuo a pensar que seja o João Paulo. Parece o mais acertado e o que dá menos para perceber que seja.
    Continua!

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  14. como é possível ninguém ter acreditado nelas?!

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  15. Eu vou continuar a pensar que o assassino é o João Paulo.
    Beijos :)

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  16. já não sei de nada! e isso para mistério é bom :D

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  17. Eu vou continuar a votar no João Paulo.
    Ele parece ser o certo!

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  18. Acho estranho que fossem o André e o Luís pelo facto de elas andarem precisamente a gritar e à procura deles. Concordo com a Alícia.
    Posta logo.

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