sexta-feira, 29 de maio de 2015

Atualização + Avisos

Olá Pessoal! Espero que tenham passado uma boa semana.

Tal como vos tinha dito, aqui estou eu a dar-vos algumas informações. Vi os vossos comentários ao capítulo 14 e entendi a vossa indecisão. Respondendo à pergunta da Ana Beatriz, não, não haverá comédia no último capítulo. Decidi que se os primeiros capítulos tinham comédia, os últimos teriam mistério. Mas espero que continues a ler na mesma.

Atualizei as datas dos próximos posts:

Confirmação da nova história: Quinta-Feira, 4 de Junho.
Capítulo 15 (Último): Sexta-Feira, 5 de Junho.

Falando sobre a votação que está a ocorrer para a nova história, vocês podem votar no blog e na Página do Facebook no entanto, só irei contabilizar dois votos caso votem nesta postagem na página do Facebook: AQUI. Caso votem em outros posts da página eu irei ignorar e não contabilizarei o segundo voto.
Quanto ao blog, podem votar em que post quiserem (dos mais recentes, obviamente).

História de uma Adolescente - Parte II continua a vencer, mas tudo ainda pode mudar (talvez).

Lembrando que as histórias são:
Dupla Fatal;
História de uma Adolescente - Parte II (A primeira parte pode ser lida AQUI, caso ainda não tenha lido)
OU
Memórias Guardadas.
Para puderem tomar a decisão têm o género delas na página "Histórias".

Este próximo mês de Junho vai ser difícil para mim pois vou ter outras obrigações que me podem tirar alguma atenção ao blog mas caso vença História de uma Adolescente - Parte II, devido ao facto de ter de vos dar alguns dias para lerem/relerem a primeira parte, eu terei mais algum tempo para mim.
Depois do fim de Memórias Aterradoras, irei dar-vos uma semana (e a mim também) de descanso para depois pudermos olhar para uma outra história. Não sei quanto tempo ao certo pois tudo vai depender da história que ganhar.

OBSERVAÇÃO: Pude perceber que se Memórias Aterradoras tivesse mais de 15 capítulos, iria conseguir alcançar as visualizações e comentários de Encontro com o 666, que é a segunda história com mais visualizações e comentários. Ou seja, Memórias Aterradoras é a terceira história com mais visualizações e comentários. Obrigada!

Resta-me esperar pelo dia 5 de Junho e logo vos direi com mais clareza os próximos dias de post.

Não deixem de ver o excerto/trecho (PT-BR) do Capítulo 15 que está AQUI.

Beijos.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Capítulo 14 - O Culpado (Penúltimo)

Olá Pessoal! Tudo bem? Eu estou um pouco constipada mas fora isso está tudo bem.
Obrigada pelos comentários.

Quanto à votação para a próxima história, História de uma Adolescente - Parte II continua a vencer.
Quem ainda não votou pode ainda votar.

Lembrando que as histórias são:
Dupla Fatal;
História de uma Adolescente - Parte II (A primeira parte pode ser lida AQUI, caso ainda não tenha lido)
OU
Memórias Guardadas.
Para puderem tomar a decisão têm o género delas na página "Histórias".

Quanto ao capítulo: Não se enganem! O culpado pode não ser o que este capítulo mostra.
Espero que gostem.

Capítulo 14 - O Culpado

O Bruno e o César caminhavam pelas ruas daquelas terras.
- Amigo, acreditas mesmo que eram os cadáveres da Raquel e do Simão? - perguntou o Bruno.
- Não é possível.
- Também acho que não. Elas estavam a brincar.
- Mas elas estavam com um ar apavorado.
O Bruno mudou de assunto.
- Sou o único que estou aflito para urinar?
O César riu-se.
- Na verdade não. A cerveja tem destas coisas. Vamos ali para aquelas árvores. É o bom de sermos homens! - disse.
Os dois afastaram-se...não voltaram a reencontrar-se.

***

O João Paulo continuava à procura da Monalisa, que também tinha desaparecido. A noite já se tinha instalado e ele foi obrigado a andar de lanterna pelas ruas. Entrou no local onde tinha ocorrido a festa e viu os cadáveres da Raquel e do Simão. Colocou a mão nos lábios, apavorado. Nesse momento, o velho aparece à sua frente e o João Paulo deixa cair a sua lanterna, graças ao susto.
- Tu já viste o espírito! Tu sabes do que falo! - disse o homem empurrando-o contra a parede e apontando uma faca a ele.
- O que é que fez à Monalisa? Largue-me! - disse ele, tentando escapar.
A Monalisa apareceu por trás do velho com uma foice, um instrumento para cavar a terra.
- Largue-o! Tu não vais matá-lo! - disse ela.
O João Paulo afastou-se do velho e tentou agarrar a foice.
- Agradeço, mas acho que devias ter cuidado com isso! - disse ele para Monalisa. Ela continuou a agarrar a foice.
- Achas que ela é inofensiva? O espírito chama! - disse o velho.
- Eu vou chamar a polícia. - disse ela.
- Não! Vai ele! Tu ficas aqui a vigiar-me com essa foice - começou o velho - Duvido é que continues com isso!
O João Paulo olhou para o homem como se fosse louco. E virando-se para a Monalisa:
- Eu venho já! - e saiu.
O homem agarrou na foice dela e a empurrou contra a parede.
- Tira esse espírito dentro de ti! Ele está lá dentro!
Ele tirou uma faca do seu bolso e tentou apunhalá-la. A Monalisa dá-lhe um pontapé e, enquanto o velho se queixava, ela agarrava de novo a foice que tinha sido atirada ao chão. Espetou a foice no peito dele, já sob o olhar do João Paulo. Depois do velho realmente morrer... silêncio!
- Acabou! - disse ele, segundos mais tarde.
Ela respirou fundo.
- Acabou. - repetiu ela, abraçando-o.

Aqui está. Pronto.
Será que é mesmo o velho o assassino?! Alguma ideia?
Não se esqueçam que o último capítulo ainda aí vem.

O excerto/trecho (PT-BR) do Capítulo 15 vem na próxima sexta, 29 de Maio. Irei divulgar a data do último capítulo depois deste dia.

Beijos.

domingo, 17 de maio de 2015

6 anos de blog

Olá Pessoal!
Vocês não fazem ideia do quanto estou feliz por saber que hoje, 17 de Maio, o blog completa seis anos de existência.

Em seis anos muita coisa já passou, leitores e seguidores vieram e foram, alguns escritores que tinham blogs excluíram os seus blogs e eu, espantosamente, continuo com este blog ativo, às vezes com poucas visualizações, outras vezes com mais visualizações, mas sempre por aqui a sobreviver.
Parece algo ridículo mas, nos dias de hoje, manter um blog ativo por seis anos é um trabalho árduo. E não falo só a nível de tempo do autor! Psicologicamente, a pessoa fica extremamente esgotada por pequenas coisas: quando as visualizações descem, quando o número de comentários começa a baixar, enfim... tudo isto faz a pessoa pensar em excluir o blog, mas eu nem por isso o fiz e já passei, talvez, mais que duas vezes por isso.

Mas fico feliz por saber que continuo aqui, vendo leitores novos e esperando pelos leitores antigos, vendo o Blogger a mudar a cada dia que passa (infelizmente, para pior!), vendo os blogs antigos a serem excluídos e o Mundo Blogger a ficar cada vez mais escuro. Mas isso não me vai deter porque enquanto existir antigos autores no blog, por muito poucos que sejam, ainda fazem a diferença!
Agradeço a todos que me apoiaram nestes seis anos, aqueles que tiveram sempre comigo, aos poucos antigos leitores que ainda tenho que viram o blog crescer, assim como eu, e agradeço também aos meus novos leitores por continuarem nesta minha nova jornada comigo.

Estes seis anos de blog não servem só para mim ou para ajudar os novos escritores a não excluírem os seus próprios blogs, mas sim também para os antigos escritores cujos blogs eu vi, infelizmente, desaparecer. Por favor, regressem e mudem o Blogger, pois só assim podemos mudar o mundo a preto que se está a formar.

Beijos e obrigada!

Aviso: O excerto/trecho (PT-BR) do capítulo 14 vai ser postado na Página do Facebook daqui a pouco. E já atualizei mais dias de post. O Capítulo 14, que será o penúltimo, virá na próxima sexta-feira, 22 de Maio.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Capítulo 13 - "Eles morreram!"

Olá Pessoal!
Obrigada pelos comentários. Li todos com carinho. Agradeço a quem já vai dando palpites. Não posso dizer se alguns acertaram ou não, obviamente, mas espero que continuem a ler.
A comédia vai continuar, mesmo havendo o mistério presente, respondendo especialmente à Ana Beatriz, a leitora do Vasco.

Sophia: Obrigada pelo comentário. Andas desaparecida! Do que é feito do teu blog?

Quanto à votação para a próxima história, História de uma Adolescente - Parte II continua a vencer.
Quem ainda não votou pode ainda votar.

Lembrando que as histórias são:
Dupla Fatal;
História de uma Adolescente - Parte II (A primeira parte pode ser lida AQUI, caso ainda não tenha lido)
OU
Memórias Guardadas.
Para puderem tomar a decisão têm o género delas na página "Histórias".

E fiquem agora com o Capítulo 13. O título em si já parece desvendar alguma coisa... ou não?

Capítulo 13 - "Eles morreram!"

Enquanto cada vez mais anoitecia, mais as situações estranhas ocorriam. O Bruno e o César apresentaram o seu último jogo, que teve a "aparição" do tal velho que se dizia dono do terreno.
- Vocês nunca mais param com essa brincadeira?!
Foi com esta frase que ele apareceu com um olhar cortante e afastou-se logo de seguida.
- O que diabos foi isto? - perguntou o André, engolindo em seco.
- Está doido! É um psicopata! - exclamou o Bruno.
- Isto é demasiado louco para mim. Já chega de festa. Vou-me embora daqui! - disse a Luísa.
- Também eu. - falou a Cátia.
- Não sejam paranóicas. Era só um homem! - disse o André.
- Paranóicas? - começou a Luísa - Não têm olhos? Estão doidos! Aquele louco entrou aqui de meter medo! Fiquem se quiserem. Eu vou-me embora.
- E a Raquel? - perguntou o André.
- O quê?
- Não a podem deixar aqui.
- Provavelmente deve andar por aí. - disse o César.
- Sim, e o Simão também. - acrescentou o Luís.
- Também não o viste? - perguntou o André ao amigo.
O Luís negou com a cabeça.
- Onde é que estás, "anjo de Charlie"? - gritou o Bruno.
- Podes ser sério durante 5 minutos, pelo menos? - perguntou a Luísa ao Bruno.
Ele aproximou-se da Luísa.
- Quanto tempo disseste?
- Porque não cresces?
- Não quero. Queres brigar?
- Ei, calma! Sem discussões! Vamos fazer o seguinte: Iremos lá fora procurar a Raquel e o Simão, depois voltamos todos aqui e quem quiser ficar, fica, quem quiser ir, vai. - disse o André.
Todos afirmaram e saíram, separando-se cada um para um lado.

***
- Viste-a? - perguntou a Luísa vendo a Cátia, minutos mais tarde.
- Não, ainda não. - respirou fundo - Não posso crer que ela tenha feito isto connosco.
A Luísa riu-se.
- Sabes que ela fez ao André?
- O quê? A sério?
- Sim. Ouvi ele a falar ao Luís e ao Simão.
- Pois, também estou à procura do Simão. Onde é que ele se meteu?
A Luísa parou de andar. A Cátia, que estava distraída ainda a rir, percebeu mais tarde que a amiga tinha parado.
- O que se passa?
- Aquilo ali é uma cabana? - perguntou, a apontar.
A Cátia seguiu o dedo da amiga e avistou também a pequena casa.
- Temos vizinhos aqui? - perguntou a Cátia.
- Parece que sim. Talvez eles saibam onde está a nossa amiga.
Elas aproximaram-se da pequena casa e de seguida olharam-se.
- Quem vai abrir a porta? - perguntou a Luísa.
- Tu. - respondeu a outra com medo.
- Abro eu. - disse a Luísa.
- E se estiver alguém lá dentro?
A Luísa respirou fundo e simplesmente abriu a porta. Levou um choque quando viu a Raquel e o Simão a caírem em cima dela, mortos. Ela quase sem pele e ele, sem cabeça. Ambas gritaram e saíram dali a correr.
Os rapazes ficaram assustados com os gritos delas.
- O que é que aconteceu? - perguntou o André, que estava ao lado do Luís.
- Nós, nós vimos...
Elas não tiveram capacidade de dizer nada, apenas os arrastaram para perto do Bruno e do César que estavam no local da festa.
- E se tudo isto que nos está a acontecer seja um sonho? Tudo desapareceu, tudo evaporou e nós aqui, abandonados no mundo. - dizia o Bruno, um pouco bêbado.
- Não, não pode ser.
- Porque não?
- É impossível sonharmos o mesmo. Os outros desapareceram porquê?
- Porque acordaram.
O César olhou para o amigo e sorriu.
- Agora tiveste razão.
Os dois já não se importavam em encontrarem o Simão e a Raquel, estavam completamente bêbados.
- Estás a ouvir alguma coisa? - perguntou o Bruno a ouvir os gritos das raparigas.
- Eles morreram! - gritaram elas quando já estavam perto deles.
- Quem? - perguntou o César, assustado.
O André e o Luís trocaram olhares.
- Vocês têm a certeza disso? - perguntou o André.
Elas arrastaram-os para a pequena casa, onde tinham visto os dois. Nada! Eles já não estavam lá.
- Mas...mas...nós não estamos malucas! Nós vimos os dois mortos. O Simão estava sem cabeça e a Raquel estava...estava... - dizia a Cátia.
- Estavam mesmo aqui.
- Pois já não estão. - disse o Bruno parecendo pouco preocupado.
- Pára de beber, idiota! Larga essa cerveja! - revoltou-se a Luísa atirando a garrafa de cerveja da mão do Bruno e atirando-a para o chão.
- Oh! A minha cerveja! - exclamou ele, baixando-se para apanhar a garrafa.
Ela colocou a mão na cabeça e virou-se para o André e para o Luís.
- Eles estavam aqui! Eu não iria mentir.
- Poderiam estar a brincar! - exclamou o André, não acreditando em nada daquilo.
- Não, não acho que elas brincavam com uma coisa destas. - defendeu o Luís.
- Por favor! Devemos ir à polícia! - disse a Cátia.
- Vão vocês. Não vão acreditar. Ninguém vai acreditar. Nós não vimos nada. - disse o César.
Elas olharam-se desesperadas.
- Isso deve ser brincadeira! - exclamou o César.
- Alguém os matou! Não é nenhuma brincadeira! - gritou a Luísa.
- E onde estão os cadáveres? - perguntou o Bruno.
- Não quero saber, eu vou-me embora. Sem cadáver como dizemos à polícia? - perguntou a Cátia para a amiga.
- Não sei, só sei que esta festa está muito estranha e que vou-me embora! - disse a Luísa - Vocês vêm connosco?
O Bruno e o César riram-se.
- Vocês são uns psicopatas! - exclamou a Luísa.
- Eu vou convosco. - disse o André.
- Então vamos embora. - disse a Luísa levando consigo a Cátia e o André para o seu carro, afastando-se do Bruno e do César.
Os dois amigos riram-se.
- Oh, os cadáveres! - exclamou o Bruno, a rir.

Aqui está. Pronto.
Espero que tenham gostado.
O que acharam? Quem é o assassino?! Alguma ideia mais elaborada?

O excerto/trecho (PT/BR) do Capítulo 14 vem no Domingo, 17 de Maio. E apenas será postado na Página do Facebook.
Até lá.
Beijos.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Informações

Olá Pessoal!
Espero que tenham tido uma boa semana.

Vinha informar-vos que o excerto/trecho do capítulo 13 vai ser postado daqui a pouco na minha Página do Facebook.

Vinha também dar uma outra informação: O excerto/trecho do capítulo 14 vai ser postado também na página do Facebook no dia 17 de Maio, Domingo. Nesse dia irei também fazer um post especial sobre os seis anos de blog.

Fiquem atentos!
Até ao dia 8 de Maio. Fiquem com o excerto/trecho do capítulo 13.

Beijos.