AVISO...

Olá Pessoal!

Já avisei na Página do Facebook e decidi avisar no blogue também.

Na página Livros têm os links onde poderão comprar o livro "A Escola do Terror".


Aviso mais uma vez que tem alterações ao que está no blogue!


Obrigada.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Capítulo 9 - O Deus

Olá Pessoal!
Obrigada pelos comentários.

Era no dia 24 de Fevereiro de 1994 que nascia um rapaz de seu nome Vasco que iria mostrar o seu talento para escrever histórias de comédia no Blogger. Em 2012/2013 desistiu do seu blog devido à sua falta de tempo e também à sua dificuldade em conciliar a faculdade com o blog mas, mesmo assim, não se esqueceu de escrever e fez a parceria comigo!
Comecei bem, não acham?! Bem... hoje o Vasco faz 21 anos!
Parabéns para este incrível talento de quem eu sou fã (e tenho a certeza que não sou a única)! Obrigada por esta parceria. Fez-me melhorar enquanto escritora.

Este capítulo vai ser um pouco virado para o mistério, mais escrito por mim do que pelo Vasco.
Tentem entender o que está aqui.

Capítulo 9 - O Deus

Entretanto, João Paulo saía do local da festa com um dos três rapazes universitários.
- Estás bem? Como foi este primeiro dia aqui? - perguntou o rapaz.
- Correu bem. Vocês são grandes malucos!
- Universitários são assim! Bebem demais, comem pouco...embebedam-se facilmente!
- E a ti? Como correu?
- Bem. Os meus outros dois amigos andam atrás das nossas colegas - as que têm ar de prostitutas - e.. - riu-se - Enfim...queria ainda ir à procura dele. Pelo menos do Luís.
- Estranho, eu também não vejo a Monalisa.
- Vocês namoram?
João Paulo riu-se.
- Não! De maneira nenhuma. Somos amigos.
- Já agora, não me apresentei, sou o Simão. - disse ele, esticando o braço para dar um aperto de mão a João Paulo. Ele sorriu e despediu-se do rapaz.

Monalisa estava perto da cabana onde tinha sido vista pela primeira vez a Raquel. Estava escuro e ela não conseguia ver o que estava à sua frente. Um homem idoso acendeu uma vela e assustou-a.
- Calma! Não te vou morder! - exclamou ele.
- Quem é o senhor?
- Sou o dono destas terras. Sou o proprietário disto. O único velho aqui! - fez uma pausa - Sei tudo sobre estas terras e até sei das pessoas que vivem aqui. Cambada de universitários! Dão cabo de tudo isto quando veem de férias.
Monalisa respirou fundo.
- Estás apaixonada pelo homem que veio contigo, não é? - perguntou o velho.
O homem tinha uma aparência um pouco assustadora e vestia-se como um agricultor.
- Sabes rapariga, esse homem é um desperdício...até para te limpar o cu. Ouve o que te digo que eu não duro muito tempo. Estou velho e irei morrer em breve. - Tossiu e cuspiu para o chão - O que é que os médicos sabem?! Nada, não sabem nada.
Monalisa continuou calada.
- Não falas? És muda? - perguntou o homem.
Ela simplesmente abanou com a cabeça.
- Anda, vamos ver uma coisa que vais gostar.
O velho saiu da cabana mas voltou a olhar para Monalisa pois ela não se mexia.
- Vamos, filha! Estou-te a convidar para vires comigo, não para dançar contigo naquele baile estúpido.
Os dois andaram pela rua até irem ter a uma pequena casa. Parecia uma casa muito agradável vista de fora.
- Entra. - pediu o velho abrindo a porta da casa - Esta é a minha casa. É onde eu trabalho. Quando vim para aqui isto estava tudo abandonado. Ressuscitei esta terra. O Tennessee tem destas porcarias de terra. Depois de sair da porcaria do hospital onde estive, vim para aqui e levei a minha vida longe dos ares poluídos da cidade.
Monalisa olhou para a quantidades de facas que o velho tinha em cima de uma velha mesa.
- Gostas disso?
Ela olhou para o idoso com uma expressão estranha.
- Não.
O velho riu-se.
- Todos temos um Deus a comandar o nosso interior. Aqui dentro. - disse ele a apontar para a cabeça - Seja ele bom ou mau mas temos! E eu sei o olhar que deitaste a essas facas. Estão limpas. Não mato ninguém...a menos que seja preciso!
A Monalisa arrepiou-se. O homem era estranho.
- As pessoas que tentam se relacionar com outras que têm o seu passado manchado estão com o seu presente manchado, ou até mesmo o seu futuro.
- Ah...eu acho que tenho que ir... - disse ela um pouco amedrontada.
- Tu sabes do que falo! Não é a tua essência, mas assim o quiseste ao relacionares-te com quem não devias. Haverá uma altura em que não vais conseguir aguentar o Deus que está dentro de ti e o teu corpo vai ser apenas um instrumento.
Monalisa saiu dali a correr, transtornada. O velho riu-se.

Aqui está. Pronto.
Espero que tenham gostado.
Agora vou estudar!

O Capítulo 10 virá no dia 6 de Março pois a leitora Marina faz anos.

Haverá um excerto/trecho sobre este novo capítulo a meio da semana na minha página do Facebook que encontram logo abaixo dos seguidores.

Beijos.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Capítulo 8 - A Festa (Segunda Versão)

Olá Pessoal!
Obrigada pelos comentários.
Alguns de vocês pediram para eu postar e aqui está! Deixo-vos aqui a segunda versão que eu cheguei a escrever com o Vasco. Este capítulo foi um dos mais complicados de escrever e por isso mesmo as duas versões.
Esta versão era a que originalmente estava escrita para vir a ser o capítulo mas devido a alguns leitores sensíveis decidimos modificar um pouco.

Atenção: Capítulo com conteúdo sexual. Esta versão tem a descrição que faltava na primeira versão.

Capítulo 8 - A Festa

Tudo esteve preparado para a festa que iria ocorrer naquela noite. O Bruno e o César eram os cantores de serviço e as três raparigas tentavam seduzir os seus três "amigos". Um deles tentava namoriscar com a Raquel, a loira. A Monalisa e o João Paulo bebiam e tentavam passar um bom bocado na companhia de novas pessoas.

Raquel afastou-se do local onde todos estavam a divertir-se com o rapaz. Foram para uma cabana que estava ali perto.
- Eu percebi que querias alguma coisa de mim, André. - falou Raquel para o rapaz.
- Parece que fui bem explícito. - disse ele.
Os dois aproximaram-se. A Raquel tinha a certeza dos seus sentimentos por André. E sabia também o quanto o rapaz gostava dela. Não que quisesse magoá-lo de todo, mas sendo o último ano, sabia que ele acabaria por esquecer-se dela. Eram adolescentes e universitários.
- Toca-me. - pediu ela, enquanto se despia devagar. A Raquel mostra-se segura de si e pouco percebe que está prestes a cometer um erro. O coração do pobre rapaz dispara e o sangue é bombeado para todo o seu corpo em míseros segundos. Um desejo quente e intenso invade o corpo dele enquanto o mesmo toca no corpo de Raquel. O pedido dela parecia quase uma ordem para os ouvidos de André. Como o amor pode ser traiçoeiro! Em poucos segundos, ele estava já com as suas costas contra uma das paredes da cabana saciando o desejo dela. Ou o quer que fosse.
- Gostas? - perguntou a Raquel, uns segundos mais tarde.
- Sim. - respondeu ele, gaguejando a palavra com uma voz rouca.
- Toca-me. - pediu ela mais uma vez mas, em segundos, faz ele afastar-se dela. Ela podia perfeitamente neste momento pensar claramente no que estava a fazer mas, em vez disso, perguntou:
- Queres ver algo sensual?
- Sim.
O pobre rapaz, não estando já o mais excitado possível, ainda cedeu às ordens de Raquel. A rapariga, suavemente, deslizou as alças do seu pequeno fato para baixo.
- André...toca-me. - voltou a pedir ela, enquanto dançava sensualmente e tirava lentamente a sua roupa.
- Sim. Como queres que te toque?
Raquel aproximou-se dele e André começou a tocar-lhe nos ombros, descendo depois até ao peito. A respiração dele ficou presa por breves segundos possivelmente para tentar acalmar o desejo que sentia e que, claramente, era mais visível que o dela.
- Assim?
- Sim. - respondeu ela, baixando as alças do seu sutiã.
- Oh, Deus! - exclamou ele, não conseguindo tirar os olhos do corpo da universitária.
Pela primeira vez, o André tinha a Raquel "na mão", tal como ele queria. Pensava ele.
- Põe-te mais sensual para mim. - pediu, já não conseguindo acalmar o seu próprio desejo. Queria beijá-la e possuir o seu corpo.
- Sim... - sussurrou ela, não tendo a capacidade de perceber o que a próxima atitude dele iria causar-lhe.
André aproximou-se mais dela. A falta de espaço entre os corpos foi incomodativa para Raquel. Neste momento, ela começou a perceber o que tinha acabado de causar.
- Espera! - disse ela, um pouco alarmada.
Ele não fez caso. O seu desejo era muito para puder aceitar este pedido. Aproximou-se dela e beijou-a. A Raquel quis afastar-se. Na verdade, ela não queria fazer amor com ele, apenas quis excitá-lo de alguma forma. Deu-lhe uma ideia diferente.
- Não, não. Pára! Não André. Pára! - gritou ela, tentando afastar-se dele, sem êxito. Neste momento, era André quem estava a apertá-la contra a parede e não ele no lugar dela a tentar arrefecer o seu desejo encostando as suas costas na parede fria da cabana.
A seguinte atitude dele foi de obsessão. Tendo a certeza neste momento que ela estava apenas a excitá-lo, André tentou tapar a boca de Raquel mas ela deu-lhe um estalo. O ar de erotismo terminou para dar lugar ao ódio. Depois de uns segundos parados devido ao barulho e à dor que o estalo causou, ele afastou-se furioso da universitária e saiu da cabana.

Dentro do local onde ocorria a festa, os outros dois amigos notaram a falta do André.
- O que será que terá acontecido?
André aproximou-se dos amigos.
- O que é que te aconteceu? - perguntou um deles.
- Vocês tinham razão! Não poderia dar-lhe nem que estivesse em coma. Idiota! Prostituta! - exclamou ele, chateado.
Os dois amigos olharam-se e riram-se.
- Eu sabia que ela não iria querer nada contigo. Tu não nos deste ouvidos.
- Ela usou-me! - disse o André, cruzando os braços.
Um dos amigos colocou-lhe a mão no ombro.
- Não fiques assim! É o nosso último ano, daqui a umas semanas já não a vês. Elas são loucas! Só querem nos excitar e deitar fora.
- Nem praticar o acto sexual elas querem! - disse o outro amigo - Deve ser para se armarem em virgens! Mas elas já devem ter perdido a virgindade com outros fora da faculdade.
André riu-se.
- Vocês têm razão! Ela não me interessa. Só me usou! Não me devia ter apaixonado por aquela prostituta! Mas agora vamos esquecer isso, ainda temos uma festa pela frente!
- É assim que se fala! - disseram os amigos dando-lhe um copo com vodka.

***
Entretanto, Raquel, que ainda estava a vestir-se, ouve um barulho perto da cabana.
- André? - fez uma pausa - André? És tu?
Ela aproximou-se para a porta e espreitou. Não viu ninguém. Mas ela sabia que tinha ouvido algo.
- Olha André, se és tu...lamento ter-te batido. Vamos, a sério. - Raquel achou que fosse uma brincadeira dele e riu-se - André? Estou-te a ver...sai daí! André? - fez uma pausa - Vamos, a sério. Está frio. Por favor! - fez uma outra pausa - Bem...sabes que mais? Já me desculpei.
Ela voltou para dentro da cabana com frio e já um pouco assustada. Quando entrou lá dentro, uma pessoa com uma máscara preta atacou-a com uma faca. A Raquel gritou por socorro.
- Não me faças mal! Não!
Ela tentou correr mas a pessoa fechou a porta da cabana e agarrou-a.
- Deixa-me ir! Deixa-me ir, por favor!
A pessoa começou a atacá-la, a ferir-lhe o braço. A Raquel gritava. Segundos depois...silêncio.

Aqui está. Pronto.
Espero que tenham gostado desta segunda versão.
Devo dizer também que a palavra "possuir" é "imagem de marca" do Vasco. Eu não queria usar esta palavra ao descrever o erotismo entre estes dois personagens mas como ele pediu e ainda me ajudou a construir a morte da personagem eu não tive outra hipótese senão aceitar. Os fãs do Vasco vão, então, ficar contentes!

Só para relembrar, o Capítulo 9 vai ser postado no dia 24 de Fevereiro, Terça-Feira, pois é o aniversário do Vasco. Ele fará 21 anos!

Beijos.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Capítulo 8 - A Festa (Primeira Versão)

Olá Pessoal!
Obrigada pelos comentários.
Este capítulo tem mais comédia e mais...drama.

Ana Beatriz: Sim, é.

Atenção: Capítulo com conteúdo sexual. Confessamos que tentámos ser mais contidos com este capítulo porque alguns leitores não estão à vontade. Foi o máximo que conseguimos. Esperemos que não tenha ficado um tanto quanto para o ridículo devido à pouca descrição.

Devo confessar que até o Vasco está apreensivo com este capítulo.

Capítulo 8 - A Festa

Tudo esteve preparado para a festa que iria ocorrer naquela noite. O Bruno e o César eram os cantores de serviço e as três raparigas tentavam seduzir os seus três "amigos". Um deles tentava namoriscar com a Raquel, a loira. A Monalisa e o João Paulo bebiam e tentavam passar um bom bocado na companhia de novas pessoas.

Raquel afastou-se do local onde todos estavam a divertir-se com o rapaz. Foram para uma cabana que estava ali perto.
- Eu percebi que querias alguma coisa de mim, André. - falou Raquel para o rapaz.
- Parece que fui bem explícito. - disse ele.
Os dois aproximaram-se.
- Toca-me. - pediu ela, enquanto se despia devagar.
- Gostas? - perguntou, uns segundos mais tarde.
- Sim. - respondeu ele.
- Toca-me. - fez uma pausa - Queres ver algo sensual?
- Sim.
- André...toca-me. - voltou a pedir ela, enquanto dançava sensualmente e tirava lentamente a sua roupa.
- Sim. Como queres que te toque?
Ele começou a tocar-lhe nos ombros e depois desceu até ao peito.
- Assim?
- Sim. - respondeu ela baixando as alças do seu sutiã.
- Oh, Deus! - exclamou ele.
Pela primeira vez, o André tinha a Raquel "na mão", tal como ele queria. Pensava ele.
- Põe-te mais sensual para mim. - pediu ele.
- Sim... - sussurrou ela.
André aproximou-se mais dela.
- Espera! - disse ela.
Ele não fez caso. Aproximou-se dela e beijou-a. A Raquel quis afastar-se. Na verdade, ela não queria fazer amor com ele, apenas quis excitá-lo de alguma forma. Deu-lhe uma ideia diferente.
- Não, não. Pára! Não André. Pára! - gritou.
Ele tentou tapar-lhe a boca mas ela deu-lhe um estalo. O André afastou-se dela furioso e saiu da cabana.

Dentro do local onde ocorria a festa, os outros dois amigos notaram a falta do André.
- O que será que terá acontecido?
André aproximou-se dos amigos.
- O que é que te aconteceu? - perguntou um deles.
- Vocês tinham razão! Não poderia dar-lhe nem que estivesse em coma. Idiota! Prostituta! - exclamou ele, chateado.
Os dois amigos olharam-se e riram-se.
- Eu sabia que ela não iria querer nada contigo. Tu não nos deste ouvidos.
- Ela usou-me! - disse o André, cruzando os braços.
Um dos amigos colocou-lhe a mão no ombro.
- Não fiques assim! É o nosso último ano, daqui a umas semanas já não a vês. Elas são loucas! Só querem nos excitar e deitar fora.
- Nem praticar o acto sexual elas querem! - disse o outro amigo - Deve ser para se armarem em virgens! Mas elas já devem ter perdido a virgindade com outros fora da faculdade.
André riu-se.
- Vocês têm razão! Ela não me interessa. Só me usou! Não me devia ter apaixonado por aquela prostituta! Mas agora vamos esquecer isso, ainda temos uma festa pela frente!
- É assim que se fala! - disseram os amigos dando-lhe um copo com vodka.

***
Entretanto, Raquel, que ainda estava a vestir-se, ouve um barulho perto da cabana.
- André? - fez uma pausa - André? És tu?
Ela aproximou-se para a porta e espreitou. Não viu ninguém. Mas ela sabia que tinha ouvido algo.
- Olha André, se és tu...lamento ter-te batido. Vamos, a sério. - Raquel achou que fosse uma brincadeira dele e riu-se - André? Estou-te a ver...sai daí! André? - fez uma pausa - Vamos, a sério. Está frio. Por favor! - fez uma outra pausa - Bem...sabes que mais? Já me desculpei.
Ela voltou para dentro da cabana com frio e já um pouco assustada. Quando entrou lá dentro, uma pessoa com uma máscara preta atacou-a com uma faca. A Raquel gritou por socorro.
- Não me faças mal! Não!
Ela tentou correr mas a pessoa fechou a porta da cabana e agarrou-a.
- Deixa-me ir! Deixa-me ir, por favor!
A pessoa começou a atacá-la, a ferir-lhe o braço. A Raquel gritava. Segundos depois...silêncio.

Aqui está. Pronto.
Espero que tenham gostado.
A relação dos dois (personagens) fez com que o Vasco me desse alguma passagem de "manobra" para o final da personagem.

O Capítulo 9 vai ser postado no dia 24 de Fevereiro, Terça-Feira, pois é o aniversário do Vasco. Ele fará 21 anos!

Beijos.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Capítulo 7 - Preparativos

Olá Pessoal!
Obrigada pelos comentários. Já estou um pouco melhor, obrigada pela preocupação.
Percebo a razão de alguns de vocês acharem estranho o facto de o João Paulo e a Monalisa "fugirem" da cidade onde estavam sem se conhecerem muito bem mas foi uma atitude sem pensar. E isso vai se revelar ao longo dos capítulos.

Ana Beatriz: Sim, esse capítulo sim.
Helena: Em poucas doses mas sim.

Aqui têm o capítulo 7. Dou o aviso de que os próximos capítulos têm um pouco de erotismo.

Capítulo 7 - Preparativos

Perto dessa casa, três raparigas universitárias chamavam à atenção. Estavam vestidas com roupas sensuais, uns vestidos justos. Eram as típicas raparigas rebeldes.
- Não se metam connosco pois se se meterem levam um pontapé no traseiro! - dizia uma das raparigas a três rapazes que pareciam da mesma idade que elas.
- Sim, querida! Eu preciso de um pouco de amor! - disse um deles, a olhar para a rapariga loira.
Ela sorriu para o rapaz.
- Hey Raquel! Sempre passaste! Pensava que irias passar mais um ano na faculdade. - falou um deles.
- Ela é esperta! Não é por ser loira que é pior que tu! Nós somos como "Os anjos de Charlie"! - respondeu uma delas a defender a amiga.
As três fizeram um sinal de vitória.
- Bem, nós temos que ir! Temos que preparar tudo! Afinal, é a nossa formatura! - disse uma delas. E afastaram-se.
Um dos três rapazes respirou fundo e virou-se para os dois amigos.
- Definitivamente, posso dar-lhe forte! - disse referindo-se à loira.
Os dois amigos riram-se.
- Não poderias dar-lho nem que estivesse em coma. - respondeu um deles.

Entretanto, as três raparigas são encontradas por dois rapazes daquele local. Eles já se conheciam de outros anos. Passavam ali muitas vezes as férias.
- Enfim, chegaram! - falou um.
- Que susto, Bruno! - disse uma delas.
- O que tentaram fazer foi matar-nos. - falou a Raquel, a loira.
- Raquel, temos que dar ao Bruno e ao César o que merecem! - falou uma.
- A minha melhor amiga merece palmas por esta ideia fantástica! - exclamou Raquel. As três amigas bateram palmas.
- Lamentamos. Não temos culpa de sermos irresistíveis! - falou César.
Nesse momento, Monalisa e João Paulo aproximam-se deles.
- Belos disfarces! - falou César aos dois.
Os dois olharam-se.
- Porquê? - perguntou João Paulo.
- Durante este mês, todos os universitários se juntam aqui para passar umas férias. Mas desta vez é diferente, é a formatura! - explicou Bruno.
- Oh, a sério! Não sabíamos, somos novos aqui. - disse Monalisa.
- Nós percebemos isso. Mas vocês são novos. Quantos anos têm? 20 e tal? 30 anos? - perguntou César.
- 26 anos. - falou João Paulo - E a Monalisa tem 29.
- Trabalham? - perguntou Raquel.
- Sim. - respondeu João Paulo.
- Muito bem. Sejam bem-vindos! Eu e o César somos daqui e passamos as férias dos universitários com eles. Já nos conhecemos a todos! Não se assustem com o número de bebidas alcoólicas e outras substâncias ilícitas, porque nós também não.
- Ah, e claro, o número inferior na roupa. - acrescentou César apontando para as três raparigas.
- Hey! - disseram elas.
- Desculpem. - falaram eles.
Monalisa e João Paulo riram-se.
- E não há nada melhor do que estimular os neurónios do que uma festa! - gritaram os dois.
- Estão convidados! - acrescentou o César. E afastaram-se a gritar.
As três universitárias olharam para eles.
- Bem, todos juntos vamos acabar de arrumar isto tudo e fazer a festa. - falou uma delas.
- Porque é que se mudaram para aqui? - perguntou Raquel.
- Porque o fizemos? - perguntou João Paulo olhando de relance para Monalisa - Porque quisemos alguma paz. Somos amigos há algum tempo e... enfim, é isso!
- Para este fim do mundo no Tennesse? - perguntou Raquel, fazendo de conta que estava a vomitar.
- Mas ok, nem é assim tão mau.
Raquel mudou de assunto.
- Ainda não nos apresentámos! Eu sou a Raquel e elas são a Cátia e a Luísa. - disse a loira apontamos para suas amigas morenas.
- Olá! - cumprimentaram eles.
- O Bruno e o César são uns idiotas mas todos nós gostamos deles. Querem ser psicólogos, os dois. Nem sei como conseguiram passar a faculdade. - falou a Luísa.
A Monalisa e o João Paulo sorriram.
- Vão nos ajudar para a festa? - perguntou a loira.
- Claro, vamos lá. - respondeu a Monalisa.

Aqui está. Pronto.
Espero que tenham gostado.

O Capítulo 8 será postado na sexta-feira, 20 de Fevereiro.

Beijos e Bom Carnaval!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Capítulo 6 - Nova Vida

Olá Pessoal!
Espero que tenham passado uma boa semana. Quanto a mim, após ter uma grande falta de tempo para vos mostrar o excerto/trecho deste capítulo também fiquei doente. Enfim...
Obrigada pelos comentários. É bom saber que estão a gostar.
Fiquem com o capítulo.

Capítulo 6 - Nova Vida

João Paulo estava ainda a recuperar da morte da sua tia Beatrice. Por muito que ela estivesse louca, era a sua tia e deveria ser punida pela morte do seu amigo. Alguns dias se passaram até receber em sua casa a visita de Monalisa.
- Desculpe, não a conheço. Quem é?
- Chamo-me Monalisa e vim de San Diego para cá. Posso entrar?
- Claro. - João Paulo deu passagem para a mulher entrar na sua casa. Fechou a porta e pediu para que ela se sentasse no sofá da sala. Ele sentou-se perto dela.
- O que a traz por cá?
- Sei que o senhor é amigo do meu ex marido, Luís.
- Ah, o Luís! Eu soube da morte dele depois daquele terramoto. Não pude ir ao funeral. Peço imensa desculpa.
- Eu não o vinha crucificar por isso! Eu queria lhe falar da Sara, a mulher que apresentou ao Luís antes dele falecer.
João sentiu-se culpado por aquilo que fez no passado.
- Olhe, peço imensa desculpa por isso, o meu amigo estava arrasado com a vossa relação e desabafou comigo e... - Monalisa interrompeu.
- Não precisa de pedir desculpa. Eu entendi que foi por uma boa causa. Acho. Quer dizer...no início não achei.
- Eu ainda estou abalado pela morte da minha tia. Um amigo meu foi casado com ela e acabou por ser morto por ela e...
- Oh Meu Deus! - exclamou Monalisa colocando uma das mãos nos lábios - Isso é horrível!
- Pois. Ainda estou a recuperar do choque de ela se ter suicidado.
Monalisa pensou em algo que decidiu falar para João Paulo, um pouco tímida.
- E se fôssemos viver os dois noutro lugar? Eu também acabei de perder o meu marido e não sei para onde ir.
- Claro, não vejo porque não. Como se chama mesmo?
- Monalisa. Monalisa Santos. E o senhor?
- João Paulo Aguiar.
Os dois prepararam as malas e rumaram para o Tennesse.

***

Alguns dias mais tarde, já instalados na nova casa, desabafaram sobre as suas vidas.
- Sabe, a polícia, encarregada da investigação, declarou que esse incidente continuava por resolver. Não se sabe ao certo se foi suicídio o que ocorreu no hospital psiquiátrico. - falou João Paulo.
Monalisa respirou fundo.
- Sabe João...bem, acho que nos devíamos tratar por tu, o que acha?
- Com certeza, ia lhe fazer a mesma pergunta.
- Eu acho que o destino nos juntou. Depois da morte do meu marido e da morte da sua tia...não sei, acho que a Sara quis dizer alguma coisa com o papel que me deu.
João Paulo sorriu ao olhar para Monalisa.
- Claro, com toda a certeza. - ele olhou para toda a casa antes de continuar - Tens a noção que isto aqui em Tennesse, pelo menos este lugar, é muito rural, não achas?
- Não te parece bem? - perguntou preocupada.
- Sim, está bem.
- Ah, que bom! Sabes, nós temos que deixar o nosso passado e pensar no nosso futuro, ou então ficaremos completamente loucos.
- Oxalá pudesse. - falou João Paulo com uma tristeza na voz.
- Olha João, estamos noutro sitio, numa outra cidade, num mundo - olhou para a casa - um pouco rural e... - fez uma pausa - vamos fazer novos amigos.
João Paulo ficou sério.
- Vamos sair um pouco? - continuou ela -  Percebi que quando chegámos estava um amontoado de gente perto daquela casinha pequena.
João Paulo sorriu e saíram os dois da casa.

Aqui está. Pronto.
Espero que tenham gostado.
Vai começar uma segunda parte com comédia no próximo capítulo.

Não se esqueçam que esta semana o capítulo 7 será postado na terça-feira, 17 de Fevereiro.

Beijos.