sábado, 28 de dezembro de 2013

Capítulo 24

Olá Pessoal!
Agradeço pelos comentários aos capítulos anteriores. Sei que alguns de vocês gostem da história mas realmente o número de visualizações desceram assim como os comentários, que antes eram mais.
Será no dia 31 de Dezembro que o final de "O Colégio Interno" será postado, ou seja, o próximo post será o final da história.
Quero começar o novo ano com uma nova história e com algumas mudanças!

Sei que tenho alguns seguidores do Brasil e alguns podem não saber o que é PJ e onde é a Póvoa do Varzim.
PJ são as iniciais de Policia Judiciária que é o mesmo que a delegacia no Brasil.
Póvoa do Varzim é uma cidade portuguesa situada no norte do país. O colégio interno situa-se na capital, Lisboa, que é no centro do país. Espero ter ajudado.

Espero que gostem do capítulo.

Capítulo 24

Era Sexta feira, a PJ já estava a tentar resolver o caso e o detective iria falar com o dono do terreno. As aulas acabaram e o detective conduziu até casa do dono do colégio. Era uma grande vivenda. Ao caminhar até lá, bateu à porta. Um empregado da casa atendeu-lhe.
- Boa tarde! Queria falar com o senhor Júlio Domingues. Está?
- Claro, pode entrar, irei chamá-lo.
O detective entrou dentro de casa e sentou-se num enorme sofá que estava na sala. A casa era enorme, mas não teve muito tempo para analisar a casa. O dono do terreno tinha acabado de chegar à sala.
- Boa tarde!
O detective levantou-se do sofá e apertou a mão ao dono da casa. Ambos, depois, sentaram-se no sofá.
- Muito bem. O que quer falar comigo?
- Eu chamo-me Eduardo Almeida.
- Muito bem. Quer falar comigo sobre o quê?
- A sua filha.
- A Manuela está bem.
- Não estou a falar da Manuela Domingues -deu ênfase na palavra Domingues.
- Então está a falar da Maria, a mais nova.
O detective abanou a cabeça.
- Estou a falar da Emília Alves, ou melhor dizendo, Emília Pires. Não se recorda deste apelido?
O corpo de Júlio ficou imóvel.
- A minha ex namorada tinha esse apelido.
O detective afirmou com a cabeça.
- Vive aqui sozinho? -perguntou ele olhando para a casa.
- Não, mas neste momento a minha mulher está a trabalhar.
- E os filhos que tem no seu casamento?
- O que quer dizer com isso?
- Vejo que vou ter que lhe explicar.
- É da Povoa certo? Sabe do caso que tive... - Júlio olhou para todos os lados - Venha comigo para o meu escritório.
Eles levantaram-se do sofá e encaminharam-se para o escritório. Ao entrarem, Júlio fechou a porta. Sentaram-se nas cadeiras calmamente.
- É da Povoa? Sabe do caso que tive com a Cecília. Já não a vejo à anos.
O detective afirmou com a cabeça.
- Sabe o que aconteceu depois de ela se ir embora?
- Não. Ela foi-se embora sem me dizer nada. A culpa foi minha, não devia ter casado com a filha dos pais milionários. Quando a perdi é que vi o mal que tinha feito. Agora ela deve ter casado e deve ter filhos.
O detective riu discretamente.
- Filhos. Imagino que o que lhe vou dizer seja preciso fazer um teste de ADN pois duvido que acredite em mim.
- Como assim?
O detective respirou fundo.
- A sua namorada, quando saiu da Povoa do Varzim estava grávida de si.
Júlio levou a mão à boca apavorado.
- Como tem a certeza?
- A sua filha trabalha no seu colégio. É a professora de Espanhol. Chama-se Emília Pires, como está casada disse-lhe Alves.
- Como sabe isso?
O detective respirou fundo.
- Eu sou detective mas professor de informática no seu colégio. A directora contratou-me a fim de descobrir quem é o autor desta confusão. Estive a pesquisar e isto vem até si.
- A mim? Porquê?
- Com conhecimentos pude descobrir que a professora não tinha nome de pai e ao chegar à Povoa do Varzim pude ter a certeza que conhecia a mãe da professora. O senhor conhecia mesmo a Cecília?
- Sim.
- Queria que me dissesse a verdade, que colaborasse comigo, sei que é um assunto delicado mas queria que me ajudasse neste caso para ser mais rápido.
- Claro.
- O senhor realmente esteve com a Cecília?
- Sim, na Povoa tínhamos namorado por um tempo.
- E o que aconteceu depois?
- Uma rapariga com pais ricos apareceu para umas férias.
- E?
- Essa rapariga apaixonou-se por mim e eu, que na altura interessava-me mais por dinheiro, desisti da Cecília.
- E o que aconteceu depois?
- A minha relação com a Cecília piorou. Depois de umas semanas, ela desapareceu.
- E não sabia porque razão ela tinha desaparecido?
- Só agora. Gostaria de voltar a vê-la.
- Receio que não poderá ser possível, está casado.
- Eu sei, mas eu nunca me apaixonei pela mulher com quem estou casado, sempre gostei da Cecília.
- Pois, imagino como deve se estar a sentir.
- Não poderei só vê-la?
- Lamento mas a Cecília, a mãe da professora, faleceu já faz algum tempo.
- Como é que isso aconteceu?
- Lamento.
O detective baixou a cabeça.
- Então está dizendo que a Cecília teve uma filha e que a filha é minha?
- Sim.
Nesse momento, o telemóvel do detective toca. Ele desculpa-se ao dono do terreno e atende a chamada.
- Fala Eduardo Almeida! ... Está a falar a sério? Vou já para aí.
O detective termina a chamada.
- Desculpe mas vou ter que sair.
- Claro.
- Obrigado pelo seu tempo.
- Nada. Quando quiser algo avise e tem aqui o meu contacto.
O detective pegou no cartão.
- Obrigado.
O detective saiu de casa do dono do terreno. A directora tinha ligado para ele. Tinham descoberto a aluna desaparecida e o culpado.

Aqui está o capítulo.
Espero que tenham gostado.
No dia 31 de Dezembro cá estou eu para postar o final desta história.

Bjs :)

22 comentários:

  1. quer dizer que o pai gostava da namorada dele da altura?
    gostei!

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  2. tá lindo.
    posta logo.

    Beijos,
    Natasha Alyosha.

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  3. Fico a pensar quem será o culpado.Será mesmo a professora?Espero pelo final na terça feira.

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  4. Estou muito ansiosa para esse final!
    Posta logo!

    Beijos,
    Juh :)

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  5. Parece que foi ontem que começou a história :(
    Espero que chegue depressa o final!

    Beijos.

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  6. Que lindo!Fiquei curiosa no final.Será a professora a culpada?
    Posta logo.

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  7. A professora é a culpada,isso é óbvio.
    Espero pelo final,o que vai acontecer a ela.

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  8. Estou curiosa!
    Espero pelo final ansiosamente!
    Beijos.

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  9. vai ser um bom final de ano com o final da história.

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  10. espero um final perfeito.a história é diferente das outras mas gosto dela.
    beijos.

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  11. espero pelo final com curiosidade!

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  12. Esse mistério faz sentido!Ela vinga-se do pai por não ter nada.Só pode ser a professora.

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  13. A história é diferente mas eu gosto dela.
    Espero pelo final!

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  14. perfeito!
    adorámos!
    queremos o final Diana!

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  15. estou ansiosa para o final,espero ansiosamente por terça.

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  16. É já o final? :( Que pena,espero que a próxima seja igualmente boa!

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  17. Espero pelo final.A história foi pequena mas vi o trabalho que tiveste para escrever.
    Espero que a próxima seja igualmente boa!

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  18. Ficou ótimo este capitulo. Agora vou aguardar pelo último. Beijinhos!

    galerafashion.com

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  19. Começa com uma nova história hehe^^ vc escreve mt bem, eu amo ♥

    http://historiaimperfeita.blogspot.com.br/

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