AVISO...

Olá Pessoal!

Já avisei na Página do Facebook e decidi avisar no blogue também.

Na página Livros têm os links onde poderão comprar o livro "A Escola do Terror".


Aviso mais uma vez que tem alterações ao que está no blogue!


Obrigada.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Capítulo 25 e Capítulo 26 (Final)

Olá Pessoal!
Aqui está o final da história "O Colégio Interno".
Espero que gostem.

Capítulo 25

O detective chegou ao colégio e viu já a PJ no local. A directora foi ter com o detective.
- A Daniela esteve presa este tempo todo na cave do colégio. A polícia viu que a professora Emília foi à cave com comida para dar à aluna.
O detective afirmou com a cabeça. Foi ter com o inspector Daniel Machado.
- Vão prendê-la?
- Claro, é um crime pôr uma aluna dentro de uma cave fechada.
- Antes disso queria resolver um caso familiar.
- Claro, já imaginava por isso ainda não a levámos. Só a prendemos.
O detective afastou-se do inspector e ligou para o dono do terreno.
- Será que podia vir aqui ao colégio? Ficarei à sua espera.
O detective terminou a chamada e foi ter com o inspector.
- Onde está a professora Emília?
- Lá dentro com os meus colegas.
O detective foi ter com a professora.
- Professor Eduardo?
- Professor? Não, antes detective.
- Então foi o senhor. Porquê?
- Algo estava estranho com os alunos e eu fui contratado para resolver o caso.
Nesse momento entra o dono do terreno.
- Mas o que se passa aqui?
- Pai?
O detective ficou imóvel, espantado pela reacção da professora Emília.
- Afinal sempre conhece o seu pai. -disse o detective.
- Claro, foi ele que não me deu o seu apelido, foi ele que não quis me encontrar. Foi ele que se casou com uma rica.
- Por isso é que fez esta vingança. Acabando com a maior fonte de rendimento.
- Eu não sabia. - disse o homem.
- Senhor Júlio, converse com ela mais tarde.
O detective olhou para a polícia.
- Levem-na!
A directora foi ter com o detective.
- Obrigado por ter resolvido isto. Agora o colégio está em paz. Meninos, vão para a cama. Amanhã voltam para casa dos pais e não fica bem irem com olheiras.
A Vânia e os outros afirmaram com a cabeça.
- Obrigado pela ajuda. -disse ela ao detective.
O dono do terreno olhou para o detective.
- Eu vou fazer o teste de ADN.
O detective afirmou com a cabeça e olhou para o professor de literatura, Artur, o marido da professora Emília.
- Sabia disto?
O professor negou. O detective saiu dali. 
O caso estava resolvido.

Capítulo 26

Meses mais tarde, a directora falou com o detective no seu gabinete.
- O senhor Júlio já colocou o seu apelido à professora Emília.
- E quanto à mulher dele?
- Contou a verdade à mulher e eles continuam casados.
- E os alunos?
- Oh, eles estão muito bem e mudei um pouco as regras.
- O que fez?
- Permiti namoros no colégio mas discretos não quero descaramentos.
O detective sorriu.
- Claro!
- Eduardo, obrigado por nos ter resolvido este caso. Agora o colégio está em paz.
- É o meu trabalho.
- Desde já, obrigado. 
O detective e a directora deram um aperto de mão e o detective saiu do colégio. Estava vento e o céu estava escuro. O detective caminhou por entre os pingos de água que caíam do céu. 
O caso estava resolvido...ou talvez não.

E este é o fim!
Eu queria agradecer a todos que leram esta história. Não só os que comentaram, mas a todos os leitores. Obrigada! De verdade.
Esta história foi uma das que mais trabalho me deu e empolguei-me completamente. Tive vários planos para ela que tentei concretizar mas alguns não foram possíveis.
Quero agradecer a todos que estiveram a comentar e a ler. Sei que esta história não foi tão boa quanto as outras mas espero que esta nova história, Uma Vida Eterna, seja melhor.

Amanhã vou fazer algumas mudanças no blog, colocar o cabeçalho/banner e mudar um pouco as páginas.

Bom Ano 2014!

sábado, 28 de dezembro de 2013

Capítulo 24

Olá Pessoal!
Agradeço pelos comentários aos capítulos anteriores. Sei que alguns de vocês gostem da história mas realmente o número de visualizações desceram assim como os comentários, que antes eram mais.
Será no dia 31 de Dezembro que o final de "O Colégio Interno" será postado, ou seja, o próximo post será o final da história.
Quero começar o novo ano com uma nova história e com algumas mudanças!

Sei que tenho alguns seguidores do Brasil e alguns podem não saber o que é PJ e onde é a Póvoa do Varzim.
PJ são as iniciais de Policia Judiciária que é o mesmo que a delegacia no Brasil.
Póvoa do Varzim é uma cidade portuguesa situada no norte do país. O colégio interno situa-se na capital, Lisboa, que é no centro do país. Espero ter ajudado.

Espero que gostem do capítulo.

Capítulo 24

Era Sexta feira, a PJ já estava a tentar resolver o caso e o detective iria falar com o dono do terreno. As aulas acabaram e o detective conduziu até casa do dono do colégio. Era uma grande vivenda. Ao caminhar até lá, bateu à porta. Um empregado da casa atendeu-lhe.
- Boa tarde! Queria falar com o senhor Júlio Domingues. Está?
- Claro, pode entrar, irei chamá-lo.
O detective entrou dentro de casa e sentou-se num enorme sofá que estava na sala. A casa era enorme, mas não teve muito tempo para analisar a casa. O dono do terreno tinha acabado de chegar à sala.
- Boa tarde!
O detective levantou-se do sofá e apertou a mão ao dono da casa. Ambos, depois, sentaram-se no sofá.
- Muito bem. O que quer falar comigo?
- Eu chamo-me Eduardo Almeida.
- Muito bem. Quer falar comigo sobre o quê?
- A sua filha.
- A Manuela está bem.
- Não estou a falar da Manuela Domingues -deu ênfase na palavra Domingues.
- Então está a falar da Maria, a mais nova.
O detective abanou a cabeça.
- Estou a falar da Emília Alves, ou melhor dizendo, Emília Pires. Não se recorda deste apelido?
O corpo de Júlio ficou imóvel.
- A minha ex namorada tinha esse apelido.
O detective afirmou com a cabeça.
- Vive aqui sozinho? -perguntou ele olhando para a casa.
- Não, mas neste momento a minha mulher está a trabalhar.
- E os filhos que tem no seu casamento?
- O que quer dizer com isso?
- Vejo que vou ter que lhe explicar.
- É da Povoa certo? Sabe do caso que tive... - Júlio olhou para todos os lados - Venha comigo para o meu escritório.
Eles levantaram-se do sofá e encaminharam-se para o escritório. Ao entrarem, Júlio fechou a porta. Sentaram-se nas cadeiras calmamente.
- É da Povoa? Sabe do caso que tive com a Cecília. Já não a vejo à anos.
O detective afirmou com a cabeça.
- Sabe o que aconteceu depois de ela se ir embora?
- Não. Ela foi-se embora sem me dizer nada. A culpa foi minha, não devia ter casado com a filha dos pais milionários. Quando a perdi é que vi o mal que tinha feito. Agora ela deve ter casado e deve ter filhos.
O detective riu discretamente.
- Filhos. Imagino que o que lhe vou dizer seja preciso fazer um teste de ADN pois duvido que acredite em mim.
- Como assim?
O detective respirou fundo.
- A sua namorada, quando saiu da Povoa do Varzim estava grávida de si.
Júlio levou a mão à boca apavorado.
- Como tem a certeza?
- A sua filha trabalha no seu colégio. É a professora de Espanhol. Chama-se Emília Pires, como está casada disse-lhe Alves.
- Como sabe isso?
O detective respirou fundo.
- Eu sou detective mas professor de informática no seu colégio. A directora contratou-me a fim de descobrir quem é o autor desta confusão. Estive a pesquisar e isto vem até si.
- A mim? Porquê?
- Com conhecimentos pude descobrir que a professora não tinha nome de pai e ao chegar à Povoa do Varzim pude ter a certeza que conhecia a mãe da professora. O senhor conhecia mesmo a Cecília?
- Sim.
- Queria que me dissesse a verdade, que colaborasse comigo, sei que é um assunto delicado mas queria que me ajudasse neste caso para ser mais rápido.
- Claro.
- O senhor realmente esteve com a Cecília?
- Sim, na Povoa tínhamos namorado por um tempo.
- E o que aconteceu depois?
- Uma rapariga com pais ricos apareceu para umas férias.
- E?
- Essa rapariga apaixonou-se por mim e eu, que na altura interessava-me mais por dinheiro, desisti da Cecília.
- E o que aconteceu depois?
- A minha relação com a Cecília piorou. Depois de umas semanas, ela desapareceu.
- E não sabia porque razão ela tinha desaparecido?
- Só agora. Gostaria de voltar a vê-la.
- Receio que não poderá ser possível, está casado.
- Eu sei, mas eu nunca me apaixonei pela mulher com quem estou casado, sempre gostei da Cecília.
- Pois, imagino como deve se estar a sentir.
- Não poderei só vê-la?
- Lamento mas a Cecília, a mãe da professora, faleceu já faz algum tempo.
- Como é que isso aconteceu?
- Lamento.
O detective baixou a cabeça.
- Então está dizendo que a Cecília teve uma filha e que a filha é minha?
- Sim.
Nesse momento, o telemóvel do detective toca. Ele desculpa-se ao dono do terreno e atende a chamada.
- Fala Eduardo Almeida! ... Está a falar a sério? Vou já para aí.
O detective termina a chamada.
- Desculpe mas vou ter que sair.
- Claro.
- Obrigado pelo seu tempo.
- Nada. Quando quiser algo avise e tem aqui o meu contacto.
O detective pegou no cartão.
- Obrigado.
O detective saiu de casa do dono do terreno. A directora tinha ligado para ele. Tinham descoberto a aluna desaparecida e o culpado.

Aqui está o capítulo.
Espero que tenham gostado.
No dia 31 de Dezembro cá estou eu para postar o final desta história.

Bjs :)

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Capítulo 22 e Capítulo 23

Olá Pessoal!
Este ano não posto o capítulo à meia-noite como fazia todos os anos pois a história não é do agrado da maioria dos leitores. Muitos abandonaram o blog e a quebra do número de visualizações é visível. Sou capaz até de dizer que esta história, "O Colégio Interno", foi a que menos gostaram. Curiosamente, foi a história que mais trabalho me deu a escrever!
Mas enfim...esta história está prestes a terminar. Não vou continuar a postá-la em 2014. Pretendo terminar no final de Dezembro. Muitos de vocês não apreciam a história e não tem cabimento eu postar à meia-noite. Muitos de vocês ainda estão a pensar que todas as histórias serão iguais à "A Escola do Terror" ou "Encontro com o 666" mas estão enganados! Eu, como escritora, preciso de inovar e embora fique decepcionada com este ano que está a acabar (digamos que não foi o melhor) não tenho que estar sempre a fazer cópias das minhas antigas histórias que, aliás, fizeram muito sucesso. Embora o mês de Dezembro tenha sido melhor, com novos seguidores e algumas visualizações, acho que foi apenas graças à parceria que estou a fazer com o Vasco F. pois caso contrário não teria visualizações novas. E não fiz isto de propósito para receber visualizações, a minha parceria com o Vasco F. já estava a ser pensada antes de tudo isto acontecer.
Enfim...depois deste desabafo, desejo-vos um Feliz Natal!

Capítulo 22

Quarta feira...o detective encaminhou-se de novo para o café a fim de ter a certidão de nascimento da mãe da professora. No fim do dia, foi analisá-la. E para espanto descobriu algo no mínimo estranho. A mãe da professora tinha falecido.
“Como é que isto pode ter acontecido?”
Pegou nas outras certidões e viu algo que suscitava as suas questões. O local de nascimento da mãe da professora de Espanhol e do dono do terreno era o mesmo. Povoa do Varzim. Coincidência? O detective achava que não. E as suas ideias/opiniões de detective davam uma resposta muito óbvia. A professora poderia estar a fazer uma vingança. No dia seguinte iria falar com a directora. Teria que visitar a Povoa do Varzim a fim de saber informações sobre o passado do dono do terreno e da mãe da professora Emília.

No dia seguinte, o detective estava a falar com a directora.
- Queria sair da escola, retirar-me por umas semanas. Será possível?
- Claro. Neste momento, de preferência, antes dos testes dos alunos. Mas porquê?
- Preciso de ir para o norte, mais precisamente para a Povoa do Varzim.
- Ora muito bem. Vamos pôr baixa médica?
- Claro.
- Quanto tempo necessita?
- Não tenho tempo exacto mas mais de duas semanas.
- Muito bem. Três semanas chegam?
- Claro que sim. Obrigado.
- Pode ir já amanhã.
- Obrigado.
Apertou a mão da directora e saiu do gabinete.

Capítulo 23

Um dia passou, o detective estava a preparar a sua viagem para a Povoa do Varzim. Na escola, estava mais um dia de aulas. Sexta-feira, sem a aula de informática. Quanto aos alunos, esses estavam felizes mas confusos. O Tomás, o antigo amigo do Duarte, estava a namorar com a Melissa. Estranho...e talvez medo mas até agora estava a correr bem. Mais confusões tinham aparecido, canetas desapareceram, papéis com ameaças entre outras coisas...

As três semanas passaram e o detective regressou ao colégio. Tinha novidades para contar à directora e a directora também a ele.
- Encontrei informações valiosas. -disse ele.
- Eu tenho que lhe contar uma coisa.
- Claro diga.
- Uma das alunas da turma da menina Vânia, está desaparecida.
O detective ficou estático.
- Como é que isso aconteceu?
- Não sei bem, ninguém sabe. A menina chama-se Daniela.
- Fique tranquila, irei resolver o caso. Agora quanto à minha viagem, estive a questionar os idosos que ainda moravam lá e descobri coisas interessantes.
- O quê?
- A mãe da professora Emília e o dono do terreno eram vizinhos e parece que se apaixonaram. Namoraram durante um tempo, quando aparece uma rapariga, filha de pais milionários que esteve a passar férias ali. Parece que o dono do terreno acabou por se casar com essa rapariga deixando a mãe da professora. Um idoso disse-me que a mãe dela estava grávida e decidiu fugir daquela vila, indo para Lisboa. O local de nascimento da professora Emília é Lisboa. O idoso achava que a mãe dela iria ser maltratada se os vizinhos e principalmente ele, o dono do terreno, soubessem. Isto tudo vem a comprovar o que eu pensava.
- Então o que vai fazer agora?
- Questionar o dono do terreno e tentar provar que foi a professora Emília que fez desaparecer a aluna.
A directora afirmou com a cabeça.
- Tenho a sensação que a professora Emília está a fazer uma vingança. Como não teve o apelido do pai é bem provável que queira destruir a sua maior fonte de rendimento que é este colégio. Se não houver alunos não haverá trabalho, sem trabalho não haverá dinheiro. O colégio só funciona se tiver alunos.
- Claro.
- Quanto à aluna desaparecida, vá à PSP e comunique o caso.
- Eu já falei para o meu amigo, ele disse a mesma coisa.
- Ligue para ele e vá à esquadra, se quiser, eu tomo conta do colégio ou o professor de Literatura fará isso.
- Eu não ficarei muito tempo. Volto daqui a umas horas.
A directora foi à esquadra e os alunos continuaram as aulas.

Aqui estão os dois capítulos.
Está mais que sabido que algo está a acontecer. A professora de Espanhol está a vingar-se do pai, mas será que foi ela que fez desaparecer a aluna?

Saberão em breve.

Bjs :)

sábado, 21 de dezembro de 2013

Capítulo 20 e Capítulo 21

Olá Pessoal!
Os dias de postagem vão mudar tal como avisei na página do Facebook. Vão passar a ser às terças e sábados pois já estou de férias.
Hoje vão ser dois capítulos. Considero como sendo pequenos mas têm muita informação.
Agradeço pelos comentários e pelos parabéns no dia 15. É muito bom saber que os meus leitores não se esquecem de mim nem no dia do meu aniversário.
Espero que gostem.

Capítulo 20

Sábado chegou, às 16:00, o detective estava no café com o inspector.
- Boa tarde! -saudou o inspector.
- Boa tarde!
- Daniel Machado. Esperava pela sua chamada.
- Então é o seguinte: a directora do colégio deu-me o seu contacto para me dar as informações que necessito para este caso.
- Claro. Há alguém que se arma em engraçado.
- Ando a tentar ter acesso à certidão de nascimento da professora de Espanhol.
O inspector afirmou com a cabeça.
- Por isso é que me adiantei e tenho aqui a cópia da certidão de nascimento dessa tal professora.
O inspector entregou os papéis ao detective.
- Obrigado. Irei analisar estes papéis e logo lhe comunico algo se precisar de mais informação.
O detective saiu dali e foi ter ao seu escritório. Sentou-se na sua cadeira e começou a ver a certidão.
“Hum...Emília Alexandra Pires Alves. Nome da mãe, Cecília, nome do pai...Que raio?! Onde está o nome do pai? Ela é filha de pai incógnito? Que estranho! É filha única e é casada. Casada com Artur...Alves. Isto é o nome do professor de Literatura. Que coisa mais estranha!”
De uma coisa, o detective agora tinha a certeza: ela estava casada com o professor de Literatura. E se ela não tinha nome de pai então ela podia ser filha ilegítima do dono do terreno.

Capítulo 21

Segunda-feira chegou e o detective foi falar com a directora antes das aulas.
- Quando tive acesso à certidão de nascimento dela descobri algo.
- O quê?
- A professora de Espanhol está casada com o professor de Literatura.
- Eles dão-se tão mal.
- Deve ser só um disfarce, algo mais estranho ainda foi ver que ela não tem o nome de pai. Só tem o nome da mãe, o que pode significar que ela pode ser a filha ilegítima do dono do terreno. Mas não diga nada do que ouviu aqui.
- Claro.
- Queria lhe fazer umas perguntas.
- Claro, diga.
- É a dona disto ou foi arrendado?
- Foi arrendado.
- Hum...e sabe onde mora o dono?
- Mora aqui perto, chama-se Júlio Domingues.
- Obrigado pela sua informação.
Apertou a mão da directora e saiu do gabinete. Caminhou por entre o corredor e entrou na sala dos professores.
- Eduardo, será que o colega podia me ajudar aqui? -perguntou a professora de Espanhol ao falso professor de informática.
- Claro. -ele encaminhou-se para perto dela.
- Como faço isto?
- Clique no ficheiro, clique na terceira opção e está feito.
- Obrigado Eduardo.
- Quando quiser, disponha. -disse ele sorrindo.
As aulas começaram e depois de os professores saírem todos, o detective ligou ao inspector.
- Bom dia! Preciso de uma certidão de um homem chamado Júlio Domingues, dono do terreno. Encontramo-nos no café amanhã às 20:00. Agora tenho uma aula. Até amanhã!
O detective desliga a chamada e vai dar a sua aula.

Um dia depois, de manhã, o detective vai ter com a directora.
- Desculpe incomodá-la mas podia me dizer como é o historial do dono do colégio?
- Porque razão quer saber isso?
- Acho que talvez o pai da professora de Espanhol seja o dono do colégio. Se não for, porque razão ela faria isto?
- A professora está casada com o professor de Literatura mesmo sabendo que é contra as regras.
- Sim mas duvido que seja só pelas regras que impôs.
- Bem, o Júlio é um homem muito simpático, tem um feitio muito...digamos que é um homem muito fechado.
O detective afirmou com a cabeça.
- Obrigado.
Apertou a mão da directora e saiu do gabinete.

Eram 19:49 quando o detective entra no seu carro. O céu estava escuro e prometia chuva. O vento já estava a soprar levemente. Girou a chave na ignição e conduziu até ao café. A distância era curta. Assim que chega, estaciona no parque e sai do carro. O estacionamento estava quase vazio. Quando entra no café, encontra o inspector já sentado.
- Boa noite! Desculpe o atraso, nestas horas torna-se complicado sair do colégio.
- Não há problema.
O inspector entrega-lhe a certidão de nascimento de Júlio Domingues.
- Obrigado. Em breve lhe comunicarei para conseguir mais informações.
Deu um aperto de mão ao inspector e saiu do café. Entrou dentro do carro e conduziu até ao seu escritório. Ao entrar, pegou na pasta que continha a certidão de nascimento da professora de Espanhol e colocou as certidões, uma ao lado da outra na sua secretária. Sentou-se na cadeira e viu...enfim...nada. Nada era igual, nada comprovava que a professora fosse filha do dono do terreno. O detective respirou fundo vendo que tinha voltado à estaca 0, mas não se fizera de vencido. Algo estava estranho. A professora não tinha nome de pai na sua certidão e se o pai dela não fosse o dono do terreno porque razão ela estava a fazer isto? Pegou no seu telemóvel e ligou ao inspector.
- Boa noite! Desculpe incomodá-lo outra vez mas podia me arranjar a cópia da certidão de nascimento da mãe da professora Emília? A que tem o nome de Cecília? Obrigado.
O detective terminou a chamada e respirou fundo. Não conseguia descobrir por um lado, iria por outro.

Aqui está. Pronto. Espero que tenham gostado. 
Será que é a professora de Espanhol a culpada pelas "assombrações" no colégio?
Irão ter resposta a isto muito em breve.
Se gostaram, ou se não gostaram, comentem por favor. Quero a vossa opinião.

Bjs :)

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Capítulo 18 e Capítulo 19

Olá Pessoal!
Aqui estão dois capítulos. Considerem o capítulo 19 um especial aniversário. Embora não ser de nenhum leitor é da escritora.
O capítulo 18 é pequeno, apenas a apresentação do detetive.
Espero que gostem.

Capítulo 18

Uma semana passou. A directora tinha contratado um detective. Era quarta-feira e o detective iria se apresentar no colégio. Ao entrar, a directora saudou-o.
- Seja bem-vindo!
- Obrigado.
- Venha ao meu gabinete. -disse ela andando.
O homem seguiu-lhe e ao entrar no gabinete foi lhe pedido que sentasse.
- Chamo-me Eduardo Almeida.
A directora afirmou com a cabeça e contou o que se passava no colégio. No final, o detective disse:
- Queria lhe pedir uma coisa.
- Claro diga.
- Para me infiltrar no colégio poderia dar-me um cargo?
- Claro. Pode ser um professor de informática. Sente-se à vontade para isso?
- Claro.
- Então vou preencher uma hora nos horários dos alunos, misteriosamente só na turma da menina Vânia.
O detective agradeceu e saiu do gabinete da directora.

Capítulo 19

Uma semana passou, o detective tinha visto uma mensagem no espelho do quarto da Melissa e da Estela. Depois soube que a professora de Espanhol tinha dado um papel à Melissa que dizia a mesma coisa que todos os outros. Depois viu algo estranho e falou com a directora. 
- Neste colégio os seus alunos podem se relacionar com as suas alunas?
- Não.
- E os professores?
- Não. É totalmente proibido. Porquê?
- Descobri que o professor de literatura, Artur, tem um caso ou talvez esteja casado com a professora de Espanhol, Emília. Além do mais essa mulher de cabelo preto que assusta os alunos pode muito bem ser a professora.
- Como soube isso?
- Tive de entrar descobrir os processos dos alunos e conhecer algo sobre os professores. Descobri algo muito estranho. Ela é filha ilegítima de um casal de ricos. Antes de este local ser um colégio, isto era uma terra pertencente a uma família rica. E se reparar, a mulher que assusta os alunos tem cabelo preto e a professora Emília tem cabelo preto.
- E se for mesmo a professora Emília porque razão ela faria isso?
- Por ser filha ilegítima, não tem direito a nada sendo que, os seus irmãos herdariam tudo.
A directora ficou chocada.
- Isto não é uma certeza mas pode muito bem ser verdade. Vou tentar saber mais e logo lhe comunico alguma certeza.
- Claro.
- Vou tentar ter acesso à certidão de nascimento dela.
- Eu vou lhe dar o contacto de um amigo meu que é inspector na polícia judiciária. Vá ter com ele que ele sabe o que se passa aqui dentro. Ele o ajudará a obter a informação que necessita.
A directora deu-lhe o contacto e o detective saiu do gabinete.

Um dia passou, era quinta-feira, a Camila estava a entrar no seu quarto e vendo a sua cama viu uma das suas camisolas com uma tinta e algo que dizia o seguinte:
“És a próxima!”
A Camila gritou. Os amigos e a directora apareceram no quarto.
- O que se passa menina Camila?
A Camila apontou para a camisola dela em cima da cama.
- Dê-me essa camisola!
A Camila deu-lhe a camisola e a directora saiu do quarto.
- Agora é a Camila, a seguir será quem?
A Zélia reparou que tinha desaparecido de novo a sua caneta de tinta vermelha.
- Mas onde é que ela foi parar?
Os amigos encolheram os ombros.
- Bem que eu gostava de saber quem é. -disse a Vânia.
A Camila abriu a sua caixa com brincos.
- É esta a tua caneta?
- Sim, foste tu que a levaste?
- Claro que não. Eu não sabia onde ela estava.
- Foi essa engraçadinha que te tirou a caneta e a colocou na caixa da Camila para vocês discutirem. -disse o Nélson.
- Que raiva dessa mulher, quem quer que seja.

Entretanto com o detective.
Marcou o número do inspector da PJ que a directora lhe deu.
- Bom dia! Daqui fala Eduardo Almeida, professor de informática do colégio.
- Bom dia! Estava à espera da sua chamada. Que acha de nos encontrarmos no café “A Bica” às 16:00 no Sábado?
- Claro. Lá estarei, com licença.
Ele terminou a chamada. No Sábado lá estaria.

Aqui está.
Gostaram? Comentem abaixo.

Bjs :)

Selo

Olá Pessoal! Antes do capítulo, deixo aqui o selo que a Yumi, a Rafa e a Nanda me mandaram.


Regras:

Tem que passar a tag para 5 blogs;
Repassar com o selo (imagem);
Colocar o link de quem criou e de quem passou;
Assim que receber a tag, tem que repassá-lo no prazo de 1 semana;
Avisar ao blog que tem tag para eles;
Tem que criar 5 perguntas das quais os blogs escolhidos terão de responder.

Quem Criou: Lado Negro
Quem passou: The Rocker That Holds Me e Histórias Fanfics

Perguntas da Nanda:

1. Um dia inesquecível.
R: Quando nasci!

2. O que você jamais fazia?
R: Não faço ideia.

3. O que lhe faz ser especial? (Algo que você tem ou faz que lhe defina ou que lhe diferencie das pessoas que lhe rodeiam)
R: Ouço Eminem 25 horas por dia!

4. Você se lembra de quando recebeu seu primeiro comentário do blog? Se sim, como você se sentiu?
R: Sim. Achei que finalmente alguém via o meu trabalho.

5. Qual foi a coisa mais estranha que você já fez na vida?
R: Não faço ideia.

Perguntas da Rafa e da Yumi:

1- Qual foi a melhor história (sendo de livro ou fanfic) que você já leu?
R: Não tenho favorita.

2- Com quem você teria certeza que passaria o dia rindo (sendo famoso ou não)?
R: Não tenho ninguém em mente.

3- Qual é a música tema da sua vida?
R: Ahah! Seria alguma do Eminem, muito provavelmente.

4- Quem você chamaria para o seu casamento se pudesse? O Obama ou a rainha Elizabeth II?
R: Elisabeth II.

5- O que achou do filme Em chamas? Se não assistiu, se sinta envergonhado. E se não gostou, leia o livro, porque tenho certeza que mudará de ideia em 413 páginas (:
R: Não vi o filme nem tenciono ler o livro. Não aprecio o género.

5 perguntas:

1- Que género de livro gosta mais?
2- É pior ser leitor/a ou escritor/a?
3- Escreve ou lê mais?
4- Tenciona ter o blog por quanto tempo?
5- O que deseja fazer em termos profissionais?

Blogs:

(Quem quiser comente abaixo).

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Capítulo 17

Olá Pessoal!
Obrigada pelos comentários e pelos selos que me mandaram.
No próximo post eu irei postar o selo. Não tenho tido muito tempo.

Capítulo 17

Um dia passou. A Camila tinha chegado ao seu quarto com a amiga e colega de quarto, Zélia. Viu um papel na sua cama. Ao pegar nele, leu-o. Dizia o seguinte:
“És a próxima! Não pensas que foges!”.
- Zélia, estou com medo!
- Deve ser só uma miúda idiota que nos quer assustar.
- Espero que sim.
A Zélia viu o seu saco com canetas.
- Para onde foi parar a minha caneta de tinta vermelha?
A Camila encolheu os ombros.
- Tu não mexeste?
- Não. Para que é que queria a tua caneta vermelha se tenho a minha?
- Isto é estranho.
Não era, efectivamente, nenhuma tragédia, uma vez que podia pedir aos seus pais que lhe levassem uma. No entanto, era estranho. Nesse momento a Estela entra no quarto.
- Camila, esta caneta é tua? -perguntou ela mostrando a caneta.
- É minha. -respondeu a Zélia pegando na caneta da mão da Estela -onde a encontraste?
- Digamos que, estava em cima de um papel escrito em cima da minha cama.
- Eu também recebi um papel, dizia que eu era a próxima.
- Há alguém que anda a gozar connosco. A policia está a começar a investigar. Bem, tenho de ir.
Ela saiu do quarto delas.

Entretanto na esquadra da polícia. Um homem alto e moreno de seu nome César Oliveira estava a falar com o seu colega.
- Temos um interessante problema em mãos Rogério.
- Então?
- O colégio interno mais conhecido de Lisboa tem um engraçadinho.
- Como assim?
O colega deu-lhe uns papéis. Depois de os analisar, o polícia Rogério Pereira disse:
- Isto é muito estranho.
- E temos um gravador.
O polícia entregou o objecto ao colega.
- Tens a certeza que resolveremos este caso?
- Não sei, vou questionar as vítimas e veremos o que fazer mas tenho pensado cada vez mais que um detective faria mais jeito nestes casos.
O colega afirmou com a cabeça.

Um dia passou e o polícia questionou os alunos e professores da turma. Algo não batia certo. Um aluno não levaria um gravador para o colégio. Se bem que os alunos já andavam a afirmar que poderia ser a Daniela, a rapariga solitária da turma, embora a policia não se convencesse. Depois do interrogatório, a polícia falou com a directora.
- Se quer que seja sincero, eu recomendaria um detective neste caso. Se bem que, quando soubesse o culpado ligaria para a esquadra a fim de o levarmos.
A directora afirmou com a cabeça.
- Obrigado. Aqui tem o gravador.
O polícia deu um aperto de mão à directora e saiu do colégio.

Aqui está. Pronto.
Espero que tenham gostado.

Bjs :)