sábado, 26 de janeiro de 2013

Capitulo 15 - Ana Martins a salvo

Olá Pessoal!
Aqui está o capitulo 15 de Encontro com o 666.
Espero que gostem.

Henrique

- Eu não vos disse? O Diogo ficou com alguma das prostitutas. - disse eu.
O meu colega olhava para mim com um olhar reprovador. Eu apenas ria.
Encaminhámo-nos para dentro do quarto da Ana Martins. Com coragem, entrámos com as nossas armas em punho. A Ana, que estava a comandar, olhou repentinamente para trás com um ar de nojo. Olhámos os três para dentro do quarto. A Ana Carretas estava a vestir-se às pressas. Que imagem...
Saímos dali a correr antes que ela desse por nós.
Voltámos todos para a sala frustrados.
- Não acredito que o assassino escapou. - dizia a Ana.
- E não há rasto da minha irmã, será que foi ele? - dizia a Diana sentando-se no sofá.
Nessa altura, as luzes "vão-se".
- Ele ainda está cá. - disse o meu colega pegando de novo na arma que estava no bolso de trás das calças.
A Diana levantou-se do sofá e seguiu a Ana que foi andando para o pequeno corredor que levava aos quartos.
Ouvimos batucos no lado de dentro de um quarto. A Ana respirou fundo e virou-se para nós:
- Vou contar até 3, assim que chegar aos 3 eu abro a porta. Estejam atentos!
O meu colega dirigiu-se ao outro lado da porta enquanto eu e a Diana ficávamos à espreita. A Ana contou até 3 e abriu a porta. Vimos a Ana Martins amarrada a uma cadeira. A Diana foi ter com a irmã, pedindo explicações. A Ana olhava para mim e para o meu colega.
- Isto é obra do assassino! - disse ela.
Eu apenas afirmava com a cabeça. Eu respirei fundo. A Ana Martins estava salva.

Aqui está!
Um capitulo sobre a Ana Martins com pensamentos apenas do polícia Henrique. Gostaram?
Comentem!

Bjs :)

sábado, 19 de janeiro de 2013

Capitulo 14 - Um dia para esquecer

Olá Pessoal!
Aqui está o capitulo 14 de Encontro com o 666. Espero que gostem.

23:30

Diana

A confusão instalou-se na casa. Apenas ouvia gritos e pessoas a correrem. Eu apenas queria encontrar a minha irmã. O que se passava com ela? Nessa altura esbarro em alguém. Pego no meu telemóvel e ligo-o para ver quem era.
A minha colega Ana Rodrigues estava ao lado do Henrique e do João. Ela com um olhar quase apavorado assim como os outros dois. Queria uma explicação mas ela começou a falar.
- Isto é obra do assassino Diana. Temos que nos unir.
Eu fiquei sem saber o que dizer. Porque dizia aquilo à frente dos nossos dois colegas de turma?
- Eles são policias. Estão também a resolver o caso. Anda! - disse ela explicando.
Corremos os quatro para a sala e pedimos aos que estavam presentes na sala que saíssem. Ficou silêncio.

Ana Rodrigues

- Tu já viste a tua irmã? - perguntei à Diana.
- Não.
O João decidiu intervir.
- Eu e o Henrique já sabíamos que o assassino iria aparecer. Não esperávamos era que metade dos nossos colegas desaparecessem.
- O Diogo devia estar com a Ana Carretas e como a Ana Catarina também desapareceu diria que o Miguel ficou com ela também. - disse o Henrique.
A Diana olhou para mim. Ela apenas sabia que a Ana Carretas era acompanhante de luxo, não a Ana Catarina. Expliquei-lhe e continuámos a nossa busca. As luzes ainda não tinham voltado.
Nessa altura, ouvimos um barulho que vinha do quarto da irmã da Diana. Encaminhámo-nos os quatro para o local da casa. Todas as luzes da casa ligam-se nesse momento. Assustei-me admito. Vi o Diogo a correr apenas com os boxers. Fiquei parada enquanto o via a correr, amedrontado. Ouvi o Henrique a rir-se da figura do Diogo. Eu já não via mais nada. Fiquei com aquela imagem na cabeça. Ele tinha estado com a Ana Carretas?
Juro que quando chegar a casa este dia vai ficar na minha memória. É um dia para esquecer.

Aqui está!
Curiosos para o próximo capitulo? O que terá acontecido realmente à Ana Martins? Descobrirão isso no próximo capitulo.

Bjs :)

Capitulo 19

Olá Pessoal! Finalmente, aqui está o capitulo 19 de A Escola Do Terror III.
Espero que gostem.


A Diana não estava a acreditar no que tinha acabado de ouvir. Não foi ele que matou a professora? Então era tudo mentira?
- Desculpa. -pediu ele.
- Tudo bem, tudo bem. Então quem é que a matou?
O Bernardo encolheu os ombros.
- Não faço ideia mas se não fui eu então não foi ninguém do nosso grupo. O que mais ajuda ao que estamos a pensar mas quem da nossa turma é?
- Tenho três suspeitos.
- Quais?
- A Carolina, a Sofia e a Angelina que infelizmente já não está entre nós.
- Elas não faziam mal nem mesmo a Angelina a não ser que lhe tenhas dito alguma coisa.
- Não, não disse nada mas quem é que não diz que elas soubessem que nós éramos assassinos e para não ficarem excluídas começaram a matar pessoas?
- Não, não -disse ao abanar a cabeça -elas não eram capazes. Eu penso mais na Elisa e na Bruna.
- Sim, também elas dão para enganar um bocadinho.
- Vamos tentar descobrir?
- Era uma ideia.
- Então vamos. -disse ele estendendo a mão para agarrar a mão dela.

É um capitulo pequeno, eu sei mas foi apenas para terminar a conversa entre os dois personagens. O que será que vai acontecer?

Divulgação:

Project T.L
I'm Loving an Angel
 

sábado, 12 de janeiro de 2013

Capitulo 13 - Tensão no aniversário

Olá Pessoal!
Aqui está o capitulo 13 de Encontro com o 666.

22:00

Carolina

Estava a falar com a Diana. Já não via o meu irmão há algum tempo. Uma hora talvez. Só esperava que não estivesse a fazer nenhuma loucura. Também já não via a Ana Carretas há muito tempo também. Será que se passou alguma coisa com eles?
Comentei com a Diana e embora me mostrasse estar nervosa, assegurou-me que estava tudo bem com eles.

Diana

Talvez eles estejam juntos. Era o que pensava e era a única solução para o afastamento dos dois mas não eram os únicos. Há muito que também não via a Andreia e o Magalhães e a Madalena ia constantemente à casa de banho. Havia algo que não andava muito bem. A Ana Rodrigues também já andava de olho e afastava-se inúmeras vezes.

23:00

Diana

Deixei de ver a minha irmã e estava completamente preocupada. Tentava não transparecer, além disso ela era apenas minha vizinha aos olhos de muitos, pelo menos da turma. Ainda estava a conversar com a Carolina e há cerca de meia hora com o Guerra mas depressa me afastei deles e tentei encontrá-la. Nessa altura ouve-se um estrondo e as luzes da casa apagam. Agora eu tinha a certeza: isto era obra do assassino, isto era obra do 666.

Aqui está.
Espero que tenham gostado.

Bjs :)

sábado, 5 de janeiro de 2013

Capitulo 12 - Esteróides e aniversário

Olá Pessoal! Agora postei ao Sábado porque as minhas aulas estão a começar mas talvez na próxima semana só possa postar aos Domingos. Aqui têm o capitulo 12 de Encontro com o 666.

Henrique

Cheguei à escola e fui falar das noticias que tinha ao João. Ele contou-me o que estava a fazer na altura que liguei para ele. Fiquei a olhar para ele idiota. Com a prostituta da Ana Carretas?
- Não me digas que andaste a pedir a ela...- eu próprio não terminei a frase.
- Claro que não. Eu perguntei-lhe sobre o assassino.
- O nosso fofo assassino! Como anda ele?
O meu colega encolheu os ombros.
- Não faço ideia. Ela não me deu nenhuma pista. Apenas disse que talvez ele tenha sido o seu cliente mas não sabe de nada.
- Disseste-lhe que eras polícia?
- Óbvio que não.
- Ainda bem.
Nessa altura aparece a Catarina e a Simone.
- Vamos embora ou não? - perguntou a Catarina, impaciente.
Nós encaminhámo-nos para a sala. Era aula de Português.

Simone

Entrei na sala e sentei-me ao lado da Catarina.
- Então? Quando é que é o próximo jogo? - perguntou-me ela.
- Daqui a 3 dias. - respondi.
- Boa sorte então.

...

Catarina

3 dias passaram e decidi ir ver a Simone a jogar. Iria apoiá-la como amiga que sou. Fiz-lhe uma surpresa e fui ter com ela enquanto se mentalizava para o jogo. Não gostei do que vi em seguida...

...

Meses depois, já em Dezembro.

Diana

Era o meu aniversário. A minha colega Ana fez questão que eu não estivesse de serviço nesse dia. Um dia de folga para mim. De manhã acordei com gritos da minha irmã Ana Martins.
- Parabéns a você, nesta data querida... - cantava ela.
Ela cantava muito mal. Tive as minhas doses de paciência quando a ouvia a cantar com o melhor amigo dela, o Miguel.
- O que vais fazer hoje? - perguntou-me enquanto abria as cortinas do meu quarto.
- Não sei.
Ela olhou para mim séria.
- Não estás a falar a sério pois não?
Infelizmente estava a falar a sério. Eu não sabia o que era ter um dia de folga. A minha vida "girava" no assassino.
- Vamos, levanta dessa cama e vamos nos divertir. - disse ela já me arrancando o lençol e o cobertor de cima de mim.
Um pouco sonolenta ainda, fiz o que me ordenou. Arranjei-me mas antes de sair de casa não pude me conter e tive que olhar para o meu caderno azul. Já alguns meses passaram e 666 nada. Olhei com atenção tudo o que tinha escrito até à altura. As observações colocavam-me preocupada.

Caderno azul da Diana:

" Algumas observações:
Ana Carretas (Fantasia dos Prazeres) - Prostituta (Pedro Guerra é o único que sabe);
Ana Catarina - a descobrir;
Pedro Guerra - a descobrir;  (SUSPEITO)
Carolina Sagres e Diogo Sagres - (problemas com bebida) uma "ajuda" para encontrar o assassino.
Pedro Magalhães e Andreia - a descobrir; (SUSPEITOS)
Bruna - a descobrir; não é suspeita de momento.
Henrique e João - a descobrir; (SUSPEITOS)
Catarina e Simone - a descobrir; (SUSPEITAS)
César - traficante - um suspeito.
Madalena e Miguel Lázaro - a descobrir. não são suspeitos de momento.
Ana Gláucia, Cátia, Hugo, Ailton, Miguel, Joana e Marta;"

Já passaram alguns meses e só sabemos isto. É muito mau para um polícia.

Bloco de notas do Henrique:

"Ana Carretas e Ana Catarina - prostitutas;
Carolina e Diogo -  uma ajuda para o caso."

Henrique

Estava com o meu colega João. Hoje à noite seria a festa de aniversário de uma colega de turma nossa. Todos iríamos. Era o momento para nos prepararmos para trabalhar. O nosso fofo assassino em série estava lá.

...

20:00

Madalena

Vinha acompanhada pelo Miguel Lázaro e as irmãs dele. Chegámos a casa da Diana como combinado. Costumávamos chegar cedo às festas, principalmente o Miguel mas hoje foi diferente. Fomos os últimos a chegar. Estavam todos já a divertir-se. A Carolina andava atrás do irmão. Bebidas alcoólicas na mesa eram uma perdição para ele. Para ela também mas ele era mais inconstante. Não sabia pensar.

Ana Rodrigues

Estava com a Diana mas depressa me afastei para trabalhar. Aproximei-me dos dois amigos Henrique e João e meti conversa.
- Estão a gostar da festa?
Vi que o Henrique estava com um bloco de notas na mão e assustou-se com a minha aproximação. Estará a esconder algo? Olhei para a expressão do amigo dele e embora tentasse disfarçar também o senti nervoso. Passava-se aqui algo. Estava pronta para um passo em falso do assassino.

Aqui está. Espero que tenham gostado.

Bjs :)