domingo, 26 de dezembro de 2010

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Filmes de Terror (Especial Natal)

Quem disse que não existia filmes de terror no Natal?
Há e muitos e estes dois que têm aqui são de certeza de arrepiar. Quem gosta disto, desafio a verem.

Noite de Natal (Black Christmas)
1974



E...

Christmas Evil/You Better Watch Out




Trailer do filme
(Aconselho a pôr o vídeo em tela cheia, pois vai arrepiar-se)

Experimentem!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Capítulo 16

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Passou um dia, era Sábado, o primeiro Sábado desde que vieram para a escola. Eram 15:00. O José estava a sair de casa para ir buscar a Sofia a casa dela. Quando viu que o José estava lá fora, foi à porta e abriu-a.
– Olá! – Saudou ela.
 Olá!
 Vamos? – Perguntou ela.
– Sim – Respondeu o José.
A Sofia fechou a porta de casa e foi com ele para o parque.

Entretanto a Carolina tinha batido à porta de casa do Bernardo como o combinado. Ele abriu a porta e saudou-a.
 Olá!
 Olá, amor!
A Carolina envolveu os braços em volta do pescoço dele e ia para o beijar, mas ele desvia-se.
 Espera, anda lá para dentro, aqui pode estar algum dos nossos colegas.
Ela tirou os braços do pescoço do Bernardo e foi para dentro de casa. O Bernardo depois olhou para os lados e viu a Diana escondida atrás de uma árvore. Quando viu a pessoa que queria, fechou a porta. A Diana estava à espreita. A Carolina entrou na sala e sentou-se no sofá. O Bernardo foi sentar-se ao pé dela. A Carolina fez uma cara um pouco zangada.
 O que se passa contigo?
 Comigo nada. – Mentiu ele.
 Porque isto foi depressa? – Perguntou ela.
 Do que é que referes? – Perguntou o Bernardo.
 De nós. Foi depressa tudo isto, devíamos ficar pela amizade.
 Achas? – Perguntou o Bernardo – Sentes-te bem?
 Sim, Bernardo, isto foi depressa demais. Não achas? – Quis saber a Carolina.
O Bernardo suspirou sem que a Carolina percebesse e pensou: "Se a Diana estar a ver isto agora deve se estar a rir".
A Diana não estava sequer a ver aquilo. Os cortinados da sala não ajudavam para que a Diana visse "o espectáculo". Ela estava zangada.
A Carolina e o Bernardo beijaram-se e a Diana nem sequer soube de nada, mas ouvia a conversa dos dois.
 Podemos ir para o parque perto daqui? – Perguntou a Carolina.
 Está bem, vamos.
Eles saíram de casa e a Diana seguiu-os.

Entretanto a Inês, recebeu uma chamada:
 Estou?
 Estou, Inês é o Diogo, desculpa mas não vai dar a nossa saída.
 Porquê?
 Desculpa, mas a minha mãe obriga-me a fazer as tarefas de casa. Para um rapaz, o que é um erro, mas mãe é mãe.
A Inês riu-se.
 Está bem. – Disse ela.
 Desculpa.
 Não faz mal, vai lá fazer as tarefas de casa, menina.
 Eh! Não sou menina.
A Inês riu-se.
 Está bem.
 Adeus.
 Adeus.
 Beijinhos.
A Inês achou estranho os "beijinhos", mas também disse.
 Beijinhos.


Fim do Capítulo 16.

domingo, 12 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Capítulo 15

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


No dia seguinte às 8:45, os alunos da turma do 9º C estava prestes a ter F.C na sala 9. A Elisa, a Bruna e o Bernardo apareceram na escola. A Elisa e a Bruna tinham um olhar cúmplice, mas os únicos que conseguiam perceber foram os do grupo da Mafalda e do Gonçalo. A directora de turma chamava-se Alexandra e começou a falar com os alunos sobre a sexualidade. Os rapazes puseram-se a rir e as raparigas ficaram todas envergonhadas. O Miguel olhava para a Carolina, enquanto que a Carolina olhava para o Bernardo e o Bernardo para a Carolina. A Diana ria-se ao ver aquele triângulo amoroso e a Elisa, que estava ao lado dela, olhava para a Diana como se a colega fosse maluca.
A Diana, de vez em quando, deitava um olhar à sua colega de carteira Elisa, a ver o que ela estava a fazer. A Elisa era muito calada, mas também tinha um olhar muito suspeito. Isto era um caso para a Diana resolver, mas a Elisa era muito esperta e não se deixava apanhar. O mesmo se dizia da Bruna, a compincha da Elisa. Elas andavam sempre juntas nos corredores. E olhavam uma para a outra sempre muito cúmplices.
Quando a aula de F.C terminou, os alunos saíram da sala. Os alunos do grupo do Gonçalo e da Mafalda começaram logo a falar:
 O que acharam da nova professora? – Perguntou o Luís.
 Eh pá, eu vou matá-la. – Disse o Ricardo – Ela mete-me a trabalhar.
 O teu problema é o trabalho. Os homens são todos iguais. – Disse a Juliana, zangada.
 Estou de acordo. – Disseram as raparigas.
O Ricardo olhou com cara zangada para a Juliana.
 Não é verdade.
 Oh meu querido, fica descansado, não és o único. – Disse a Juliana, piscando-lhe o olho.
 Hey! – Disseram os rapazes.
 É verdade. – Disseram, em coro, as raparigas.
O Bernardo foi ter com a Diana e puxou um pouco o casaco dela para ela perceber que ele queria falar com ela a sós. A Diana percebeu e disse aos amigos:
 Eu e o Bernardo vamos falar. Precisamos de acertar contas.
 Contas?! – Perguntou a Mafalda.
 Não é contas de matemática, mas sim de outra coisa. – Disse a Diana.
 Está bem, podem ir. – Disse o Gonçalo.
A Mafalda olhou para o Gonçalo.
 Quem manda aqui sou eu. – Disse-lhe, zangada, a Mafalda.
 O Bernardo é rapaz, não te esqueças. – Relembrou-lhe o Gonçalo.
 Eu sei, mas a Diana é rapariga. – Disse a Mafalda.
 Mas quem manda sou eu, que sou rapaz. – Disse o Gonçalo.
 Não mandas, eu é que mando. – Gritou a Mafalda.
A Diana e o Bernardo foram embora, pois não queriam ouvir a discussão toda do Gonçalo e da Mafalda.
 O que queres? – Perguntou a Diana.
 Eu não vou fazer a tua condição. – Disse o Bernardo.
 Então que vais fazer? – Quis saber a Diana.
 Não vou beijar a Carolina. – Respondeu o Bernardo.
 E como vais fazer isso? – Perguntou a Diana.
 Não me perguntes como vou fazer – Pediu o Bernardo – mas vou fazer.
 Está bem. Quero ver isso. – Disse a Diana, a sorrir.
 O aperto de mão? – Perguntou o Bernardo, erguendo a mão.
 Aperto de mão. – Disse a Diana, levantando a mão para agarrar a mão do Bernardo.
A Carolina aparece nesse momento e vê-os a darem o aperto de mão.
 Olá! – Exclamou ela.
 Olá. – Disseram eles.
 Estou a incomodar? – Perguntou a Carolina.
 Não, nada disso. Estava de saída. – Disse a Diana, virando-se de costas para a Carolina.
A Carolina não voltou a olhar para a Diana e a Diana aí virou-se e fez um sinal ao Bernardo: pôs dois dedos perto dos olhos e depois apontou para ele e para a Carolina. Significa "estar de olhos neles". O Bernardo percebeu e, de seguida, olhou para a Carolina. Ele sabia que a Diana iria estar à espreita.
 Olá, amor! – Saudou a Carolina.
 Agora já sou rotulado? – Perguntou o Bernardo, a sorrir.
 É, parece que sim. – Disse a Carolina, se aproximando dele.
O Bernardo percebeu que a Carolina ia beijá-lo e inventou uma desculpa.
 Aqui não, Carolina. – Pediu ele.
 Mas daqui a pouco nunca temos nenhum momento sozinhos. – Queixou-se a Carolina. – Além disso tive saudades tuas, não vieste ontem, lembras-te?
 Sim, lembro-me. – Disse o Bernardo. – Mas tu prometes-te que o nosso namoro seria segredo.
 Eu sei, mas tenho saudades tuas, não achas? – Disse-lhe a Carolina.
 Eu sei, Carolina, mas não pode ser aqui na escola. – Avisou o Bernardo.
 Então encontramo-nos onde? Amanhã é Sábado, podemos nos encontrar. – Disse a Carolina.
 Hum... pode ser em minha casa, os meus pais e o meu irmão não estão em casa à tarde. – Disse o Bernardo.
 Perfeito! Eu amanhã não tenho nada para fazer. – Disse-lhe a Carolina, sorrindo.
Nesse momento a campainha toca e eles vão para a próxima aula: E.A na sala 10. E.A também era dada pela directora de turma, Alexandra. Na aula tiveram a fazer exercícios de matemática, o que deixou o Ricardo zangado. A Juliana só ria com as caretas que o Ricardo fazia.
A aula foi só de quarenta e cinco minutos e acabou depressa. De seguida iriam ter Inglês na mesma sala. A professora apareceu e começou a dar a sua aula. Alguns alunos acabaram por adormecer, felizmente a professora não chegou a dar por isso. A aula terminou depressa e eles saíram da sala. A Inês e o Diogo começaram a fazer planos para o fim de semana.
 Amanhã vais fazer o quê? – Perguntou o Diogo.
 Nada. Acho que vou ficar em casa sem fazer nada. – Respondeu a Inês, um pouco triste.
O Luís, irmão do Tiago, esbarrou na Inês quando ele ia a passar com o grupo.
 Vê lá por onde andas. – Avisou o Luís.
– Tu é que esbarraste comigo. – Disse a Inês, zangada.
Mas aí o Luís já não a ouviu. Estava a prestar atenção ao que a Mafalda dizia. O Diogo ficou como estátua ao ouvir aquilo tudo. A Inês retomou a conversa.
 E tu? O que vais fazer amanhã?
O Diogo abanou a cabeça e mexeu-se.
 Não vou fazer nada, por isso é que estava a perguntar se tu tinhas alguma coisa para fazer, porque se não tivesses podíamos sair.
 Então vamos sair amanhã. Para onde? – Perguntou a Inês, a sorrir.
 Talvez para o parque que está aqui perto.
 Está bem. A que horas? – Quis saber a Inês.
 Pode ser às 15:30? – Quis saber o Diogo.
 Sim.
 Está bem.
A campainha toca e eles vão para a aula de E.V. Como não tinham professora de E.V, apareceu a directora de turma, Alexandra, a dar mais exercícios de matemática. O Ricardo chateou-se com a professora e levou um recado para casa. A Juliana ria-se com o que se estava a passar com o Ricardo.
O Luís, irmão do Tiago, no meio da aula mandava bilhetinhos à Inês e todos os bilhetes diziam: "Vê por onde andas". A Inês chateou-se depois do quinto bilhete que lhe enviaram. O Tiago olhou para o irmão, que estava ao lado dele na mesa, e perguntou-lhe o que ele estava a fazer. O irmão apenas disse que estava a divertir-se. O Tiago não disse mais nada e continuou a fazer os exercícios de matemática.
Às tantas, o Luís já falava alto: "Vê por onde andas Inês". O Tiago olhava para o irmão como se ele fosse maluco, mas depois acabou por ajudá-lo. O Luís falava alto para a Inês e depois o Tiago dava "mais cinco" ao irmão. Não era preciso dizer que a aula de E.V para a Inês foi horrível. O Diogo olhava para o Tiago e para o Luís como se eles fossem malucos, ou melhor, não era só o Diogo, mas sim todos os alunos, excepto a Mafalda que olhava com cara de ciumenta para o Luís e a Patrícia que não se sabia ao certo o que queria dizer a sua expressão facial.
A aula de E.V terminou depressa e os alunos apressaram-se para ir almoçar...

***

Tinham passado quatro horas: eram 16:30 e as aulas tinham acabado. O José saiu da sala de A.P (a última aula) e foi ter com a Sofia. Pegou no braço dela e arrastou-a para um corredor onde o seu grupo não podia ouvir.
 O que queres, José? – Perguntou a Sofia.
 Estás disponível amanhã? – Quis saber ele.
 Sim, estou disponível à tarde. – Respondeu a Sofia.
 Podemos ir para o parque aqui perto? – Sugeriu ele.
 Para quê? – Perguntou ela.
 Para conversarmos.
 Está bem. Fica combinado.
 Venho te buscar a casa às 15:30.
E dizendo isto, ele saiu deixando a Sofia parada no meio do corredor ainda atrapalhada com o que aconteceu. O Gonçalo falou com a Mafalda para saírem no Sábado para terem novas ideias para o grupo. Também ficou combinado para se encontrarem às 15:30 no parque.
O que será que vai acontecer?


Fim do Capítulo 15.


Questionário:
1- O José será descoberto?
2- E entre a Inês e o Luís há mesmo um grande ódio?
3- E como correrá o encontro do Bernardo e da Carolina? E o encontro do Gonçalo e da Mafalda?
4- E entre a Mafalda e o Luís? Será que a Mafalda gosta do Luís? Ou é do Gonçalo que gosta?

sábado, 4 de dezembro de 2010

Selinho de qualidade


Obrigada Samantha!

Quem receber o selo tem que fazer o seguinte:
1º- Repassar o selo para 10 blogs.
2º- Avisar para cada blogueiro que o recebeu.
3º- Falar 10 coisas sobre vocês.

Bem aqui vão os blogs:

Novidades e muito mais... da Juliana.

!<3 Sisters Friends Or Enemies ?<3! da Glorinha Atanaskovitch.

Eu nunca quis perder você da Isa <3

You and your music are my soul da Pam :)

Músicas... da Míih.

Memórias e sentimentos da Rose-B.

L'amour, la vie et nous da Cathie.

Cortez da Caroline Cortez.

Melhores fan fics do mundo da Andressa.

Histórias... da Bia.

E ainda passaria para mais dois mas é só para 10.

10 coisas sobre mim: (por onde vou começar?)

1- Minha cor favorita é roxo e a minha segunda é verde.
2- Faço teatro desde os 6 anos, ou seja, há 8 anos.
3- Escrevo histórias desde 2006 e poemas desde 2007.
4- Odeio o Justin Bieber, Lady Gaga e Ke$ha.
5- A minha banda favorita são os Muse, mas não é por causa da saga Twilight, pois eu odeio essa saga.
6- A minha inspiração para as histórias de terror é a escritora Agatha Christie e o Sherlock Holmes, mas ás vezes as minhas ideias para as histórias vêm nos meus sonhos e pesadelos de noite.
7- Adoro fazer longas viagens de carro.
8- Não sou muito romântica e odeio rosas.
9- Perco a paciência muito facilmente.
10- Eu sou muito mandona comigo mesma quando algo não está bem e eu importo-me com aquilo eu apago tudo e faço de novo. Sou capaz de perder umas 5 horas naquilo mas não saio até não conseguir.

E é isto!