domingo, 26 de dezembro de 2010

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Filmes de Terror (Especial Natal)

Quem disse que não existia filmes de terror no Natal?
Há e muitos e estes dois que têm aqui são de certeza de arrepiar. Quem gosta disto, desafio a verem.

Noite de Natal (Black Christmas)
1974



E...

Christmas Evil/You Better Watch Out




Trailer do filme
(Aconselho a pôr o vídeo em tela cheia, pois vai arrepiar-se)

Experimentem!

domingo, 19 de dezembro de 2010

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Capítulo 16

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Passou um dia, era Sábado, o primeiro Sábado desde que vieram para a escola. Eram 15:00. O José estava a sair de casa para ir buscar a Sofia a casa dela. Quando viu que o José estava lá fora, foi à porta e abriu-a.
– Olá! – Saudou ela.
 Olá!
 Vamos? – Perguntou ela.
– Sim – Respondeu o José.
A Sofia fechou a porta de casa e foi com ele para o parque.

Entretanto a Carolina tinha batido à porta de casa do Bernardo como o combinado. Ele abriu a porta e saudou-a.
 Olá!
 Olá, amor!
A Carolina envolveu os braços em volta do pescoço dele e ia para o beijar, mas ele desvia-se.
 Espera, anda lá para dentro, aqui pode estar algum dos nossos colegas.
Ela tirou os braços do pescoço do Bernardo e foi para dentro de casa. O Bernardo depois olhou para os lados e viu a Diana escondida atrás de uma árvore. Quando viu a pessoa que queria, fechou a porta. A Diana estava à espreita. A Carolina entrou na sala e sentou-se no sofá. O Bernardo foi sentar-se ao pé dela. A Carolina fez uma cara um pouco zangada.
 O que se passa contigo?
 Comigo nada. – Mentiu ele.
 Porque isto foi depressa? – Perguntou ela.
 Do que é que referes? – Perguntou o Bernardo.
 De nós. Foi depressa tudo isto, devíamos ficar pela amizade.
 Achas? – Perguntou o Bernardo – Sentes-te bem?
 Sim, Bernardo, isto foi depressa demais. Não achas? – Quis saber a Carolina.
O Bernardo suspirou sem que a Carolina percebesse e pensou: "Se a Diana estar a ver isto agora deve se estar a rir".
A Diana não estava sequer a ver aquilo. Os cortinados da sala não ajudavam para que a Diana visse "o espectáculo". Ela estava zangada.
A Carolina e o Bernardo beijaram-se e a Diana nem sequer soube de nada, mas ouvia a conversa dos dois.
 Podemos ir para o parque perto daqui? – Perguntou a Carolina.
 Está bem, vamos.
Eles saíram de casa e a Diana seguiu-os.

Entretanto a Inês, recebeu uma chamada:
 Estou?
 Estou, Inês é o Diogo, desculpa mas não vai dar a nossa saída.
 Porquê?
 Desculpa, mas a minha mãe obriga-me a fazer as tarefas de casa. Para um rapaz, o que é um erro, mas mãe é mãe.
A Inês riu-se.
 Está bem. – Disse ela.
 Desculpa.
 Não faz mal, vai lá fazer as tarefas de casa, menina.
 Eh! Não sou menina.
A Inês riu-se.
 Está bem.
 Adeus.
 Adeus.
 Beijinhos.
A Inês achou estranho os "beijinhos", mas também disse.
 Beijinhos.


Fim do Capítulo 16.

domingo, 12 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Capítulo 15

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


No dia seguinte às 8:45, os alunos da turma do 9º C estava prestes a ter F.C na sala 9. A Elisa, a Bruna e o Bernardo apareceram na escola. A Elisa e a Bruna tinham um olhar cúmplice, mas os únicos que conseguiam perceber foram os do grupo da Mafalda e do Gonçalo. A directora de turma chamava-se Alexandra e começou a falar com os alunos sobre a sexualidade. Os rapazes puseram-se a rir e as raparigas ficaram todas envergonhadas. O Miguel olhava para a Carolina, enquanto que a Carolina olhava para o Bernardo e o Bernardo para a Carolina. A Diana ria-se ao ver aquele triângulo amoroso e a Elisa, que estava ao lado dela, olhava para a Diana como se a colega fosse maluca.
A Diana, de vez em quando, deitava um olhar à sua colega de carteira Elisa, a ver o que ela estava a fazer. A Elisa era muito calada, mas também tinha um olhar muito suspeito. Isto era um caso para a Diana resolver, mas a Elisa era muito esperta e não se deixava apanhar. O mesmo se dizia da Bruna, a compincha da Elisa. Elas andavam sempre juntas nos corredores. E olhavam uma para a outra sempre muito cúmplices.
Quando a aula de F.C terminou, os alunos saíram da sala. Os alunos do grupo do Gonçalo e da Mafalda começaram logo a falar:
 O que acharam da nova professora? – Perguntou o Luís.
 Eh pá, eu vou matá-la. – Disse o Ricardo – Ela mete-me a trabalhar.
 O teu problema é o trabalho. Os homens são todos iguais. – Disse a Juliana, zangada.
 Estou de acordo. – Disseram as raparigas.
O Ricardo olhou com cara zangada para a Juliana.
 Não é verdade.
 Oh meu querido, fica descansado, não és o único. – Disse a Juliana, piscando-lhe o olho.
 Hey! – Disseram os rapazes.
 É verdade. – Disseram, em coro, as raparigas.
O Bernardo foi ter com a Diana e puxou um pouco o casaco dela para ela perceber que ele queria falar com ela a sós. A Diana percebeu e disse aos amigos:
 Eu e o Bernardo vamos falar. Precisamos de acertar contas.
 Contas?! – Perguntou a Mafalda.
 Não é contas de matemática, mas sim de outra coisa. – Disse a Diana.
 Está bem, podem ir. – Disse o Gonçalo.
A Mafalda olhou para o Gonçalo.
 Quem manda aqui sou eu. – Disse-lhe, zangada, a Mafalda.
 O Bernardo é rapaz, não te esqueças. – Relembrou-lhe o Gonçalo.
 Eu sei, mas a Diana é rapariga. – Disse a Mafalda.
 Mas quem manda sou eu, que sou rapaz. – Disse o Gonçalo.
 Não mandas, eu é que mando. – Gritou a Mafalda.
A Diana e o Bernardo foram embora, pois não queriam ouvir a discussão toda do Gonçalo e da Mafalda.
 O que queres? – Perguntou a Diana.
 Eu não vou fazer a tua condição. – Disse o Bernardo.
 Então que vais fazer? – Quis saber a Diana.
 Não vou beijar a Carolina. – Respondeu o Bernardo.
 E como vais fazer isso? – Perguntou a Diana.
 Não me perguntes como vou fazer – Pediu o Bernardo – mas vou fazer.
 Está bem. Quero ver isso. – Disse a Diana, a sorrir.
 O aperto de mão? – Perguntou o Bernardo, erguendo a mão.
 Aperto de mão. – Disse a Diana, levantando a mão para agarrar a mão do Bernardo.
A Carolina aparece nesse momento e vê-os a darem o aperto de mão.
 Olá! – Exclamou ela.
 Olá. – Disseram eles.
 Estou a incomodar? – Perguntou a Carolina.
 Não, nada disso. Estava de saída. – Disse a Diana, virando-se de costas para a Carolina.
A Carolina não voltou a olhar para a Diana e a Diana aí virou-se e fez um sinal ao Bernardo: pôs dois dedos perto dos olhos e depois apontou para ele e para a Carolina. Significa "estar de olhos neles". O Bernardo percebeu e, de seguida, olhou para a Carolina. Ele sabia que a Diana iria estar à espreita.
 Olá, amor! – Saudou a Carolina.
 Agora já sou rotulado? – Perguntou o Bernardo, a sorrir.
 É, parece que sim. – Disse a Carolina, se aproximando dele.
O Bernardo percebeu que a Carolina ia beijá-lo e inventou uma desculpa.
 Aqui não, Carolina. – Pediu ele.
 Mas daqui a pouco nunca temos nenhum momento sozinhos. – Queixou-se a Carolina. – Além disso tive saudades tuas, não vieste ontem, lembras-te?
 Sim, lembro-me. – Disse o Bernardo. – Mas tu prometes-te que o nosso namoro seria segredo.
 Eu sei, mas tenho saudades tuas, não achas? – Disse-lhe a Carolina.
 Eu sei, Carolina, mas não pode ser aqui na escola. – Avisou o Bernardo.
 Então encontramo-nos onde? Amanhã é Sábado, podemos nos encontrar. – Disse a Carolina.
 Hum... pode ser em minha casa, os meus pais e o meu irmão não estão em casa à tarde. – Disse o Bernardo.
 Perfeito! Eu amanhã não tenho nada para fazer. – Disse-lhe a Carolina, sorrindo.
Nesse momento a campainha toca e eles vão para a próxima aula: E.A na sala 10. E.A também era dada pela directora de turma, Alexandra. Na aula tiveram a fazer exercícios de matemática, o que deixou o Ricardo zangado. A Juliana só ria com as caretas que o Ricardo fazia.
A aula foi só de quarenta e cinco minutos e acabou depressa. De seguida iriam ter Inglês na mesma sala. A professora apareceu e começou a dar a sua aula. Alguns alunos acabaram por adormecer, felizmente a professora não chegou a dar por isso. A aula terminou depressa e eles saíram da sala. A Inês e o Diogo começaram a fazer planos para o fim de semana.
 Amanhã vais fazer o quê? – Perguntou o Diogo.
 Nada. Acho que vou ficar em casa sem fazer nada. – Respondeu a Inês, um pouco triste.
O Luís, irmão do Tiago, esbarrou na Inês quando ele ia a passar com o grupo.
 Vê lá por onde andas. – Avisou o Luís.
– Tu é que esbarraste comigo. – Disse a Inês, zangada.
Mas aí o Luís já não a ouviu. Estava a prestar atenção ao que a Mafalda dizia. O Diogo ficou como estátua ao ouvir aquilo tudo. A Inês retomou a conversa.
 E tu? O que vais fazer amanhã?
O Diogo abanou a cabeça e mexeu-se.
 Não vou fazer nada, por isso é que estava a perguntar se tu tinhas alguma coisa para fazer, porque se não tivesses podíamos sair.
 Então vamos sair amanhã. Para onde? – Perguntou a Inês, a sorrir.
 Talvez para o parque que está aqui perto.
 Está bem. A que horas? – Quis saber a Inês.
 Pode ser às 15:30? – Quis saber o Diogo.
 Sim.
 Está bem.
A campainha toca e eles vão para a aula de E.V. Como não tinham professora de E.V, apareceu a directora de turma, Alexandra, a dar mais exercícios de matemática. O Ricardo chateou-se com a professora e levou um recado para casa. A Juliana ria-se com o que se estava a passar com o Ricardo.
O Luís, irmão do Tiago, no meio da aula mandava bilhetinhos à Inês e todos os bilhetes diziam: "Vê por onde andas". A Inês chateou-se depois do quinto bilhete que lhe enviaram. O Tiago olhou para o irmão, que estava ao lado dele na mesa, e perguntou-lhe o que ele estava a fazer. O irmão apenas disse que estava a divertir-se. O Tiago não disse mais nada e continuou a fazer os exercícios de matemática.
Às tantas, o Luís já falava alto: "Vê por onde andas Inês". O Tiago olhava para o irmão como se ele fosse maluco, mas depois acabou por ajudá-lo. O Luís falava alto para a Inês e depois o Tiago dava "mais cinco" ao irmão. Não era preciso dizer que a aula de E.V para a Inês foi horrível. O Diogo olhava para o Tiago e para o Luís como se eles fossem malucos, ou melhor, não era só o Diogo, mas sim todos os alunos, excepto a Mafalda que olhava com cara de ciumenta para o Luís e a Patrícia que não se sabia ao certo o que queria dizer a sua expressão facial.
A aula de E.V terminou depressa e os alunos apressaram-se para ir almoçar...

***

Tinham passado quatro horas: eram 16:30 e as aulas tinham acabado. O José saiu da sala de A.P (a última aula) e foi ter com a Sofia. Pegou no braço dela e arrastou-a para um corredor onde o seu grupo não podia ouvir.
 O que queres, José? – Perguntou a Sofia.
 Estás disponível amanhã? – Quis saber ele.
 Sim, estou disponível à tarde. – Respondeu a Sofia.
 Podemos ir para o parque aqui perto? – Sugeriu ele.
 Para quê? – Perguntou ela.
 Para conversarmos.
 Está bem. Fica combinado.
 Venho te buscar a casa às 15:30.
E dizendo isto, ele saiu deixando a Sofia parada no meio do corredor ainda atrapalhada com o que aconteceu. O Gonçalo falou com a Mafalda para saírem no Sábado para terem novas ideias para o grupo. Também ficou combinado para se encontrarem às 15:30 no parque.
O que será que vai acontecer?


Fim do Capítulo 15.


Questionário:
1- O José será descoberto?
2- E entre a Inês e o Luís há mesmo um grande ódio?
3- E como correrá o encontro do Bernardo e da Carolina? E o encontro do Gonçalo e da Mafalda?
4- E entre a Mafalda e o Luís? Será que a Mafalda gosta do Luís? Ou é do Gonçalo que gosta?

domingo, 5 de dezembro de 2010

sábado, 4 de dezembro de 2010

Selinho de qualidade


Obrigada Samantha!

Quem receber o selo tem que fazer o seguinte:
1º- Repassar o selo para 10 blogs.
2º- Avisar para cada blogueiro que o recebeu.
3º- Falar 10 coisas sobre vocês.

Bem aqui vão os blogs:

Novidades e muito mais... da Juliana.

!<3 Sisters Friends Or Enemies ?<3! da Glorinha Atanaskovitch.

Eu nunca quis perder você da Isa <3

You and your music are my soul da Pam :)

Músicas... da Míih.

Memórias e sentimentos da Rose-B.

L'amour, la vie et nous da Cathie.

Cortez da Caroline Cortez.

Melhores fan fics do mundo da Andressa.

Histórias... da Bia.

E ainda passaria para mais dois mas é só para 10.

10 coisas sobre mim: (por onde vou começar?)

1- Minha cor favorita é roxo e a minha segunda é verde.
2- Faço teatro desde os 6 anos, ou seja, há 8 anos.
3- Escrevo histórias desde 2006 e poemas desde 2007.
4- Odeio o Justin Bieber, Lady Gaga e Ke$ha.
5- A minha banda favorita são os Muse, mas não é por causa da saga Twilight, pois eu odeio essa saga.
6- A minha inspiração para as histórias de terror é a escritora Agatha Christie e o Sherlock Holmes, mas ás vezes as minhas ideias para as histórias vêm nos meus sonhos e pesadelos de noite.
7- Adoro fazer longas viagens de carro.
8- Não sou muito romântica e odeio rosas.
9- Perco a paciência muito facilmente.
10- Eu sou muito mandona comigo mesma quando algo não está bem e eu importo-me com aquilo eu apago tudo e faço de novo. Sou capaz de perder umas 5 horas naquilo mas não saio até não conseguir.

E é isto!

domingo, 28 de novembro de 2010

domingo, 21 de novembro de 2010

domingo, 14 de novembro de 2010

domingo, 7 de novembro de 2010

Música da Semana!

Olá, Pessoal!
A Música da Semana é...

M.I.A - Paper Planes

Vejam Aqui a música.

(A incorporação foi desativada).

sábado, 6 de novembro de 2010

Novo projeto!

Olá, Pessoal!
Hoje foi terminada a história "À Procura da Sobrevivência".

Aguardem mais informações em breve!

Capítulo 14

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).



Os alunos do 9º C foram para a sala 11 à espera da professora. A professora não tardou a aparecer. Chamava-se Teresa  e era simpática. Deu a nova matéria. Os alunos ficaram completamente cansados depois da aula. A professora fazia muitos exercícios, alguns alunos até dormiam na aula.
Quando a aula acabou, os alunos saíram a correr da sala e saíram da escola. Aquele dia de aulas tinha acabado, finalmente. A Diana, assim que entrou em sua casa, pegou no telemóvel e ligou ao Bernardo:
 Por que não vieste hoje à escola? – Perguntou a Diana.
Ele respondeu.
 Tive ocupado.
 Diz-me, por favor, que não foste tu que mataste a professora. – Pediu ela.
 Qual professora? – Perguntou o Bernardo.
- Ainda bem que não mataste a professora. – Disse a Diana, radiante, pensando que o Bernardo não sabia sequer que alguma professora tinha morrido.
 Espera. A professora de E.V?
O sorriso da Diana desapareceu.
 Não me digas que foste tu? – Disse a Diana, com uma voz triste.
 Claro que fui eu, pensavas no quê? Cumpri a tua condição. Agora posso namorar com a Carolina à vontade. – Disse ele, com uma voz alegre.
 Estúpido! E agora o que faço? – Perguntou a Diana.
 Sei lá. Agora só sei que tu não vais contar nada a ninguém sobre o meu namoro com a Carolina. – Respondeu ele, com uma voz alegre.
 Vou matar-te. – Disse a Diana, com raiva.
O Bernardo riu-se.
 Não, não. Eu cumpri a tua condição. Agora não me podes fazer nada.
 Ai posso sim. Eu inventei uma condição por tu e a Carolina estarem a poucos centímetros de distância. E se vocês se beijarem? Eu posso contar a todos isso. – Disse ela, a rir-se.
– Não eras capaz. – Disse o Bernardo, com uma voz de preocupado.
– Nunca digas que não sou capaz, tu não sabes do que eu sou capaz de fazer. – Avisou a Diana.
 O que é que queres desta vez? – Perguntou ele.
 Deixa-me pensar. – Pediu a Diana.
Houve um momento de silêncio.
 Rapta a Alexandra. – Disse a Diana, por fim.
 Estás louca?! – Disse o Bernardo  Ela é nossa colega.
 E então? Se matas professoras, então raptares colegas nossas é como tirar um rebuçado a um bebé. – Disse a Diana, a rir.
 Ok. Eu rapto a Alexandra. – Disse o Bernardo, por fim.
 Faz isso bem, aconselho. – Disse a Diana, a rir.
 E se eu só fazer isso mais tarde? – Perguntou o Bernardo.
 Se tu beijares a Carolina, tens de fazer isso o mais rápido possível. – Respondeu a Diana.
 Se ficar só perto dela já não dizes nada, não é? – Perguntou o Bernardo.
 Não. Infelizmente essa condição tu cumpriste. – Disse a Diana, triste.
 Obrigado, Diana.
 Estás a agradecer? – Perguntou a Diana, admirada.
 Sim. És diferente de alguns assassinos. – Disse o Bernardo.
 Eu gosto de ser diferente. – Disse a Diana, com voz alegre  Fizeste um bom trabalho, parabéns.
 Obrigado.
Os dois desligaram os telemóveis. Agora seria mais complicado.


Fim do Capítulo 14.


Questionário:
1- O que acharam do capítulo?
2- Será que foi mesmo o Bernardo que matou a professora depois desta conversa?
3- Será que o Bernardo vai mesmo raptar a Alexandra?

domingo, 31 de outubro de 2010

Halloween!


















Quem já viu filmes de terror com várias personagens lendárias?
É isso mesmo! Vou falar das 10 personagens lendárias de cinema.

Ora bem... Algumas são estranhas, mas todas elas têm algo em comum .... são arrepiantes e maléficas.
Quem é que se lembra destas personagens?


1- Drácula






















O que não falta na história do cinema são filmes do conde Drácula. Este que escolhi é de 1992. Este foi dos mais assustadores.





2- Jack Torrance


















No filme "Shining" havia uma personagem chamada Jack, um escritor lunático isolado com a família num hotel vazio. Quem é que consegue esquecer aquele olhar louco?




3- Hannibal


















Conhecemo-lo em "O Silêncio dos Inocentes" e nunca mais o conseguimos esquecer.





4- Voldemort






















Lord Voldemort, o arqui-inimigo de Harry Potter é a personagem mais aterradora recentemente da saga juvenil.

Para ver um vídeo veja Aqui

5- Regan





















A pequena Regan de "O Exorcista" que rodava totalmente a cabeça deu (e dá) pesadelos a muita gente.



6- Chucky





















Quem diria que um boneco seria o "mau"? Mas o diabólico Chucky metia medo, isso sim.

Para ver um vídeo veja Aqui

7- Saw















Jogos mortais. Quem diria que era um senhor já de idade a fazer aquelas armadilhas todas. Tudo em escolha de uma vida.

Para ver um vídeo veja Aqui

E vamos para os 3 mais assustadores....

8- Freddy Krueger





















Aquele "mão de tesoura", desfigurado de "Pesadelo em Elm Street", causava medo e arrepios.





9- The Creeper



















A criatura vindo do demónio de "Jeeper Creepers", o temível Creeper, que comia as suas vitimas, fez nos encolher na cadeira do cinema.

Para ver um vídeo veja Aqui

E, por último, o mais assustador deles....

1- Leatherface





















"Massacre no Texas" criou um dos maiores ícones do terror de sempre: Leatherface, um assassino que matava as suas vítimas com uma SERRA ELÉCTRICA.




E é isto!
Tenham um bom dia de Halloween!

Cantores mais pedidos no mês de Outubro

Olá, Pessoal!
A cantora mais pedida neste mês foi...

Isabelle Boulay


Música da Semana!

Olá, Pessoal!
A Música da Semana é...

Taylor Swift - Back to December




domingo, 24 de outubro de 2010

Música da Semana!

Olá, Pessoal!!
A Música desta semana foi a da cantora Isabelle Boulay.

Vejam Aqui

(A incorporação foi desativada)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Capítulo 13 (Parte 2)

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).



 O que acham disto? – Perguntou a Márcia, a segunda chefe do grupo das raparigas.
 Vamos ter aula. Que raiva! – Disse o Gonçalo.
 Não estava a falar disso, Gonçalo. – Disse a Márcia.
 Estava a desabafar. – Explicou o Gonçalo.
– Vocês vão ao funeral? – Perguntou o Luís.
 Achas que vamos? – Disse a Mafalda, fazendo uma pergunta retórica.
O Luís piscou-lhe o olho e a Mafalda sorriu-lhe.
 Podem parar com esses sinais amorosos? – Perguntou a Márcia, percebendo o que se estava a passar.
A Mafalda e o Luís desviaram o olhar.
 Que sinais? – Perguntou o Luís.
 Pois, eu não estou a ver aqui sinais amorosos. – Concordou a Mafalda.
 Está bem, vou me fazer de parva. – Disse a Márcia, com cara de "vocês não me enganam".
 Não é preciso fazeres-te de parva, tu já és. – Disse a Diana, entre dentes.
A Márcia olhou para ela com cara de cínica.
 Que disseste? – Perguntou a Márcia.
 Eu? Nada. – Respondeu a Diana, olhando para a Márcia.
 Eu ouvi bem o que disseste e é o seguinte: – Chegou mais para o pé da Diana – Se estás a fazer isto tudo porque queres nem que seja a 2º lugar, bem podes esquecer porque a mim ninguém derrota. Estamos entendidas?
Os amigos olharam todos boquiabertos para a "conversa".
 Entendidissimas, Oh chefe! – Respondeu a Diana, irónica.
Nesse momento, as campainhas tocam e os alunos foram para as aulas.


Fim do Capítulo 13 (Parte 2).


Questionário:
1- O que acharam?
2- O que acontecerá entre o Luís e a Mafalda?
3- O que poderá acontecer no futuro com a discussão de duas pessoas do grupo de assassinos (a Diana e a Márcia)?

domingo, 17 de outubro de 2010

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Capítulo 13 (Parte 1)

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Os alunos foram para o pátio e o director disse:
 Temos mais uma morte na nossa escola. A professora Maria João de E.V morreu hoje em casa. Ainda não sabemos quem poderá ter matado a professora, se é que foi morta. Neste momento é só o que sei. Podem ir para o intervalo.
O director retirou-se e o grupo do Gonçalo e da Mafalda começou a comentar:
 Eu acho que a professora morreu. – Disse a Márcia.
 O Bernardo não veio hoje à escola, deve ter sido ele. – Disse o Tiago.
 NÃO!– Gritou a Diana.
Todos olharam para ela, boquiabertos.
 Digo não, porque ele deve estar doente. Como sabem a gripe A está a instalar-se. – Salvou-se.
Os amigos deixaram de olhar para a Diana. E a Diana só pensava: "Ai, se for verdade o que eles dizem, eu já não posso contar nada a ninguém, assim estaria a trair a regra nº 5 do grupo. Espero que aquele desgraçado do Bernardo não tenha pensado em matar a professora."

***

No corredor, a Inês e o Diogo estavam a conversar sobre a notícia do dia: a morte da professora de E.V, Maria João.
 Parece incrível, na nossa turma já morreram três professoras. E ainda só estamos no quarto dia de aulas do 9º ano. – Disse o Diogo.
 É verdade. – Concordou a Inês.
 Nós também temos uns colegas estranhos. – Relembrou o Diogo.
 O que queres dizer com isso? – Perguntou a Inês a olhar para ele.
 Nada. Só disse que parecem estranhos. – Respondeu o Diogo.
 Está bem. – Disse a Inês.
A campainha tocou e os alunos foram para as aulas. Os alunos do 9º C iriam ter história na sala 9. A professora Piedade não apareceu e tiveram aula de substituição com outra professora de história que também se chamava Piedade. Não fizeram nada de especial, até porque aquela aula só durava quarenta e cinco minutos e depois teriam de almoçar. Assim que a aula terminou, todos os alunos saíram para o refeitório da escola e para o bar. Outros ainda iam para casa almoçar, pois a casa era perto da escola. O Diogo ia com a Inês para o refeitório, enquanto que o Miguel apressava-se para ir ter com a Carolina e acompanhá-la também ao refeitório. A Diana via cada movimento da Carolina e as investidas do Miguel. Ela ria-se discretamente do Miguel a tentar chamar a atenção da Carolina.
O tempo de almoço foi rápido e depressa tiveram de ir para a próxima aula: Francês na sala 10. A professora chamava-se Carla e parecia ser simpática. Deu revisões da matéria do ano passado. Na sala, ninguém parecia estar minimamente interessado ao que a professora dizia: a Carolina falava por papéis com o Miguel e a Diana olhava cada movimento dos dois, a Inês e o Diogo trocavam olhares e os restantes alunos dormiam.
Finalmente a aula acabou depressa e os alunos saíram rapidamente das salas. A próxima aula da turma do 9º C seria matemática na sala 11. Mas antes, a voz do director apareceu nas campainhas:
 Os alunos que tinham matemática com a professora Susana vão a partir de agora ter aula com uma nova professora. O funeral da professora Susana é amanhã às 10:30.
A voz do director desapareceu e os alunos, como sempre, começaram a comentar. O grupo do Gonçalo e da Mafalda era o que comentava mais.
 O que acham disto? – Perguntou a Márcia, a segunda chefe do grupo das raparigas.


Fim do Capítulo 13 (Parte 1).


Questionário:
1- O que será que a Márcia queria dizer com aquilo?

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Para Cathie

Obrigada!
Gosto de Taio Cruz, Eminem, algumas da Rihanna, gosto de quase todas as músicas que passaram na música da semana menos uma ou outra dos Tokio hotel.
Eu ouço de tudo um pouco, não tenho assim favoritos, mas há uns que "me saltam à vista" claro :)

A surpresa é o post que está em baixo do capitulo que postei antes disto, mas vocês têm de me dizer o que acham ou não.

Bjs :)

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Para (as novas seguidoras) Cathie, Niley, Pam :) Andressa e Glorinha Atanaskovitch

Cathie, Niley e Pam :) Obrigada por seguirem o blog (mais para a Niley e para a Cathie, porque para a Pam :) já dei as boas vindas).

Para Cathie:
Ainda bem que adorou a história, eu tento fazer os possíveis para que a história tenha algum seguimento que não seja daquelas que não tenha nem pés nem cabeça, porque é difícil escrever histórias de terror sem perder o ritmo, se é que me faço entender. Já reparei que é muito mais complicado escrever histórias de terror do que de aventuras.
Vocês é que escolhem a música da semana. mas a verdade é que também adorei a música do Taio Cruz.

Para Niley:
Obrigada por seguir o blog, embora não ter dado nenhum comentário, mas se seguiu é porque gosta :)

Para Pam :)  :
Foi a primeira pessoa que tem blog que comentou logo de seguida assim que conheceu o meu blog. Você é uma leitora assídua :)
Pessoas como você não há muitas. Parabéns! :D e Obrigada.

Para Glorinha Atanaskovitch (é assim que se escreve, não é? Isto parece Russo, até me espanto que a Juliana não tenha dito nada. Estou a brincar!)
Obrigada. Já guardei o teu voto :)

Para Andressa:
Estou ainda a ler os capítulos da história ainda só estou na primeira temporada. Postas muito depressa!

sábado, 2 de outubro de 2010

Capítulo 12

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Os alunos regressaram a casa para descansarem daquele dia cansativo. No dia seguinte às 8:30 da manhã, os alunos do 9º C tinham voltado à escola para terem F.Q. Tiveram aula de substituição, pois a professora Gabriela tinha morrido.
Nesse dia, o Bernardo, a Elisa e a Bruna não tinham vindo à escola. Será que estavam doentes? Será que o Bernardo estava a cumprir a aposta que fez com a Diana? O que terá acontecido à Bruna e à Elisa?
A aula de substituição correu depressa e os alunos do 9º C correram para o intervalo. A Carolina, um pouco "com medo", foi perguntar à Diana se sabia onde estava o Bernardo.
– Não sei. Mas por que queres saber? – Perguntou-lhe a Diana.
– Eu sou colega do Bernardo e preocupo-me com ele. – Respondeu a Carolina.
– Mas não é preciso te preocupares, porque ele está bem. – Disse a Diana, com um olhar zangado.
E dizendo isto, saiu, com passo apressado, para perto do seu grupo.

***

A Inês e o Diogo saíram juntos da sala e começaram logo a conversar:
– Como achaste a aula de substituição? – Perguntou-lhe o Diogo.
– Foi uma aula normal. – Respondeu a Inês.
Eles falaram também do tempo, dos professores, dos colegas de turma....

***

O Miguel, ao ver a Carolina sozinha, vai ter com ela:
– Estás triste? – Perguntou-lhe.
 Não. – Respondeu ela, virando-se para ele.
 É o Bernardo, não é? – Perguntou o Miguel.
A Carolina olhou para ele, boquiaberta.
 Como sabes isso?
O Miguel encolheu os ombros.
 Nota-se ao longe, embora não te conhecer há muito tempo.
 Eu estou a namorar às escondidas com o Bernardo. Isto devia ser segredo, mas...
–  ... Agora contaste-me. – Terminou ele.
A Carolina fez um sim com a cabeça.
 Fica descansada. Ele vem depressa. – Disse-lhe ele, a sorrir.
 Não sei.
 Mas é verdade que vocês estão a namorar? – Perguntou o Miguel, ainda sem acreditar.
 Sim. – Respondeu a Carolina.
 Está bem.
A campainha tocou e os alunos foram para as aulas. Os alunos do 9º C iriam ter Educação Física. A professora Sofia logo os pôs a jogar futebol. As equipas eram: a Angelina, a Carolina, a Cristiana, o Diogo, a Alexandra, a Sofia, o José, o Miguel e a Juliana, estavam com os coletes. A outra equipa era a Diana, o Francisco, o Gonçalo, a Inês, a Mariana, o Ricardo, a Mafalda, a Patrícia, o Tiago, o irmão do Tiago, o Luís e a Márcia, sem os coletes.
A Cristiana e a Mariana eram as únicas raparigas que dominavam bem o futebol. Tirando a Alexandra e a Sofia que de vez em quando até jogavam bem.
A aula acabou com quase todos os alunos magoados. Parece que o jogo não foi muito amigável e tentaram-se "matar" uns aos outros. A Patrícia foi a primeira a sair do jogo, pois ela queria sempre apanhar a bola e a irmã gémea Mafalda não gostou e pregou-lhe uma partida. De seguida foi o Gonçalo que tropeçou no pé do Ricardo e caiu. A Carolina foi a terceira vítima da Diana. E depois seguiram-se a Angelina, o Tiago, o irmão, o Luís, a Mafalda, o Ricardo, a Márcia, a Diana e a Juliana. Quem ganhou foi a equipa que não tinha coletes.
A campainha tocou e o director, logo de seguida, anunciou:
 Tenho um assunto muito importante para vos dizer. Venham ao pátio.
A voz do director desapareceu e o grupo do Gonçalo e da Mafalda começou a perguntar:
 O que terá acontecido?


Fim do Capítulo 12.


Questionário:
1- O que acham da conversa do Miguel e da Carolina?
2- O que será que o director vai dizer desta vez?

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Selinho

Obrigada pelo Selinho Andressa.

Aqui está:

7 coisas que eu nunca usaria:

1- Uma camisola com o Justin Bieber (acho que ainda não há mas se aparecer eu não vou usar)
2- Brincos de bola (aquilo parece "cai,cai")
3- Saia rosa
4- Vestido muito curto
5- Sapatos de 15 centimetros de salto
6- Vestido muito comprido, com "cauda"
7- Aquelas calças em que a bainha está nas pernas (nunca achei graça a essas calças)

Prémio:














Passar a 7 blogs:

1- Juliana - Novidades de famosos e mais...

2- Elifcr - História da Elifcr

3- Samantha - Jonas Brothers, Demi Lovato e amigos

4- Pam :) - You and your music are my soul

5- FiiFii 18 - 90210

6- Kelly - Votações Disney

7- Bia JB - Stop the world

Uf!Tive tanto trabalho a fazer só isto dos blogs.Mas aqui está.

domingo, 26 de setembro de 2010

domingo, 19 de setembro de 2010

domingo, 12 de setembro de 2010

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Capítulo 11

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).


Entretanto a Inês estava a caminho da casa-de-banho e alguém a chamou:
– Inês? – Perguntou uma voz masculina.
A Inês virou-se e viu o Diogo a dirigir-se a ela.
– Olá! – Exclamou ela, esboçando um sorriso.
– Precisas de companhia? – Perguntou o Diogo. a sorrir.
– Agradecia, não gosto de ficar sozinha. – Respondeu ela.
Pareceu radiante. Ele devia estar mesmo à espera desta resposta dela.
– Vais para onde? – Quis saber ele.
– Eu ia à casa-de-banho. – Disse ela.
– Eu espero. – Disse ele. a sorrir.
– Está bem.
A Inês não demorou muito e caminharam juntos para a aula. Ele falava tanto. Mas, claro. a Inês até gostava que ele falasse, assim teria alguém com quem conversar. Começaram a falar do tempo, depois falaram dos professores, seguindo depois para as professoras que morreram.
– O que achas da morte da professora de F.Q? – Perguntou o Diogo.
A Inês encolheu os ombros.
– É estranho.
– Porque dizes isso? – Perguntou o Diogo.
– Porque razão a professora iria se suicidar? Ela não tinha razões para isso.
– A não ser que já estivesse farta da nossa turma. – Disse o Diogo.
Os dois riram-se.
Nesse momento. a campainha tocou. Os alunos do 9º C iriam ter ITIC na sala de informática. Os alunos entraram na sala e sentaram-se. O professor pediu para os alunos ligarem os computadores e escreverem o que sabem sobre a história do computador. Em vez de fazerem o trabalho, os rapazes foram ver imagens estúpidas e perturbaram a aula fazendo coisas estúpidas. Os rapazes também fizeram "macacadas" para as raparigas se rirem. A Angelina. que estava ao lado do Bernardo. era a mais prejudicada. A Elisa. por sua vez. batia no Bernardo que estava ao lado da mesa dele. A aula acabou com dezassete pessoas a saírem da sala: o Bernardo, o Francisco, o Gonçalo, o José, o Ricardo, o Diogo, o Miguel, o Tiago, o irmão do Tiago e o Luís saíram por terem feito a "macacada". A Angelina, a Carolina, a Inês, a Mafalda, a Juliana e a Márcia por se rirem da "macacada" deles. A Elisa saiu por gritar com os rapazes. O José. quando saiu da sala, disse aos amigos:
– Já viram? O professor mandou quase a turma toda para a rua.
– Eu vou matá-lo. – Disse a Mafalda.
– Fazes bem. Só espero que não o mates com uma overdose como fez o Ricardo à professora de F.Q. – Disse a Juliana, a tentar enervar o Ricardo.
– Acredita em mim, eu matei a professora. – Disse o Ricardo.
– Mas eu acho que não o vou matar. – Disse a Mafalda.
– Então vais fazer o quê? – Perguntou o Tiago.
– Vou torturá-lo. – Respondeu a Mafalda, a sorrir.


Fim do Capítulo 11.


Questionário:
1- Será que a Mafalda vai conseguir torturar o professor?

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Resposta a Patrícia

Patrícia, podes ter a certeza que eu nunca deixo os meus blogs. Posso até ficar sem histórias para postar, mas não os vou encerrar, nunca os vou encerrar.

Fica a promessa!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

domingo, 22 de agosto de 2010

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Capítulo 10

(Observação da autora no dia 11/09/2018 - Corrigi possíveis erros ortográficos deste projeto chamado "A Escola do Terror I". Já é possível relê-lo de forma mais adequada. Não alterei nada no enredo, porque é apenas a versão blogue. A versão em livro encontra-se na página "Livros" ).



Os alunos e os professores foram todos ao pátio e o director, assim que viu que estava toda a gente, começou a falar:
– A professora de F.Q, Gabriela, morreu com uma overdose. Parece que a professora suicidou-se, mas ainda não temos a certeza. Não há impressões digitais no frasco e o frasco que a policia descobriu estava vazio. Estas são as novidades que tenho. Podem ir para as aulas.
Dizendo isto, o director retirou-se e os alunos e professores foram para as aulas. A turma do 9º C iria ter Geografia na sala 1. O Gonçalo, o Bernardo, o José, a Diana, a Mafalda, o Tiago, o Luís, a Márcia e a Juliana não estavam a acreditar no que tinham ouvido. Se a professora morreu com uma overdose, então o Ricardo não a podia ter matado. A Juliana, não aguentando mais ficar calada, não resistiu e perguntou ao Ricardo:
– Tu não mataste a professora pois não?
O Ricardo inventou uma desculpa.
– Tu achas que a professora se drogava?
– Talvez. – Respondeu a Juliana.
– Quem achas que lhe deu os comprimidos para a professora ter uma overdose? – Perguntou o Ricardo.
– Mas tu não a mataste. – Disse a Juliana.
– Mas dei-lhe os comprimidos. – Explicou o Ricardo.
– Eu acho que só por causa disso devias ficar em 1º lugar de chefe. – Disse o Tiago.
– Concordo contigo. – Disse o irmão, Luís.
– Não. – Disse a Juliana.
– Eu também acho que não, o Ricardo não matou a professora, quem matou a professora foram os comprimidos. – Explicou o Gonçalo.
– Isto devia ser assim: Votamos no Ricardo ou no Gonçalo e quem tiver mais votos ganha o 1º lugar. – Disse a Diana.
– Isso é uma opção esfarrapada. – Disse a Mafalda, zangada.
– Vendo bem, acho que até não é má ideia. – Disse o José.
– Concordo com o José. – Concordou a Márcia.
– Então quem aposta no Gonçalo? – Perguntou a Diana.
Cinco pessoas puseram o dedo no ar: a Mafalda, o Tiago, o Luís, a Márcia e a Juliana. Ao ver isto, a Diana teve logo a conclusão que o Gonçalo continuaria a ser o chefe do grupo, pois as únicas pessoas que votavam no Ricardo eram o Bernardo, o José e ela.
– O Gonçalo continua a ser o chefe. – Disse a Diana. – Vamos para a aula.
Eles foram para a aula de Geografia. Quando entraram na sala, viram que o professor já se encontrava dentro. Sentaram-se e começaram a seguir a aula. O professor António falou da matéria do ano passado o que deixou muitos alunos a bocejar. Mas o Bernardo tinha como se divertir: trocava olhares com a Carolina, falava com ela por papéis, etc. Quem não estava a fazer nada para se divertir era a Inês que brincava com a borracha e bocejava sempre que o professor virava-se para o quadro.
O professor estava em pé, a andar para a direita e para a esquerda como se estivesse numa passagem de modelos e fazia sempre gestos com as mãos enquanto falava. A aula parecia arrastar-se durante mais tempo do que as restantes. Seria por o dia estar prestes a terminar?
O Diogo olhou para a Inês e a Inêsm ao notar que ele olhava para ela, sorriu-lhe. Ele retribuiu o sorriso.
Nesse momento, a campainha tocou sobressaltando os alunos que estavam a bocejar. O Bernardo e a Carolina foram os primeiros a sair da sala. A Diana arrumou depressa os livros na mochila e seguiu-os. O Bernardo e a Carolina estavam a encaminhar-se, com passo apressado, para a casa de banho das raparigas. Havia duas, mas uma não era muito usada. Claro que eles optaram pela que não era muito usada. Entram dentro da casa de banho e começam a falar muito perto um do outro.
– O que é que querias dizer-me? – Disse a Carolina.
– Queria pedir uma coisa tradicional. A única coisa que não está aqui é o teu pai. – Disse-lhe ele.
– O que é? – Perguntou-lhe ela, a sorrir.
– Queres namorar comigo? – Perguntou o Bernardo.
A Carolina feliz, disse:
– Sim.
A Diana, que estava a ver aquilo, quis travar o momento que, de certeza, vinha aí. Tirou uma moeda do bolso e atirou-a para dentro da casa de banho. A Carolina e o Bernardo, ao ouvirem o barulho da moeda, separaram-se e o Bernardo olhou para a Carolina e disse:
– Temos de guardar segredo. Eu quero que este namoro seja segredo. – Pediu ele.
A Carolina sorriu:
– Adoro namoros secretos.
A Carolina saiu da casa de banho e a Diana escondeu-se. Quando viu que a Carolina tinha saído, entrou na casa de banho, apanhou a moeda do chão e falou com o Bernardo.
– Ainda te lembras da condição de eu não dizer a ninguém? – Perguntou-lhe ela.
O Bernardo e a Diana saíram da casa de banho e o Bernardo respondeu:
– Sim, ainda me lembro.
– Se não fazeres isto durante uma semana já sabes o que vai acontecer, não é? – Quis saber ela.
O Bernardo olhou para a Diana com cara séria.
– Por que é que fazes isto?
A Diana sorriu.
– Eu não quero que estúpidos como tu entrem no clube.
– O teu problema é o clube? – Perguntou ele.
– Mas é claro que é. Querias que fosse o quê?
O Bernardo deixou de olhar para a Diana e começou a olhar para o chão.
– Não respondes à minha pergunta? – Perguntou a Diana.
– Não, porque tu já respondeste à minha. – Respondeu ele, zangado.
– Então vou-me embora. – Disse ela, afastando-se dele.
O Bernardo permaneceu imóvel no seu lugar. Ela era tão má. Não era justo. Começou a andar devagar para tentar travar a raiva que sentia.


Fim do Capítulo 10.


Questionário:
1- Gostaram deste capitulo?
2- A Diana ouviu a Carolina dizer "Adoro namoros secretos". Será que este namoro secreto vai continuar por algum tempo?
3- Será que o Bernardo vai cumprir a "pequena" condição da Diana?
4- Porque é que será que a Diana lhe faz estas condições? Será que é só por ele ser estúpido e ela não querer que ele fique no clube ou há mais qualquer coisa?
5- Porque razão o Bernardo ficou zangado?